Decreto Legislativo Regional n.º 3/2002/A — Aprova o Plano Regional para 2002
Este é o ato tal como foi publicado. As alterações posteriores não estão incorporadas no texto: cada uma é um ato autónomo neste repositório e uma entrada no historial desta lei.
Aprova o Plano Regional para 2002
Assim, os principais instrumentos de co-financiamento comunitário do investimento público a considerar durante o ano de 2002 são o Programa Operacional para o Desenvolvimento Económico e Social dos Açores (PRODESA), que se constitui como o principal instrumento de enquadramento do co-financiamento comunitário da política de desenvolvimento regional e que integra os quatro fundos estruturais (FEDER, FSE, FEOGA-O e IFOP), o INTERREG III, iniciativa lançada pela Comissão Europeia, em que a Região Autónoma dos Açores participa, o Fundo de Coesão, instrumento comunitário para os sectores ambiental e dos transportes, e ainda o Plano de Desenvolvimento Rural da Região Autónoma dos Açores (PDRu).
O ponto de situação a seguir explicitado por cada uma destas intervenções, reporta-se à data de elaboração deste Plano, ou seja, primeiros dias de Setembro de 2001.
PRODESA
O Programa Operacional para o Desenvolvimento Económico e Social dos Açores (PRODESA), aprovado pela Comissão Europeia em 28 de Julho de 2000, tem como objectivos genéricos contribuir decisivamente para o desenvolvimento equilibrado e sustentável das actividades económicas, do emprego e dos recursos humanos e ainda para a correcção de assimetrias económicas, sociais e territoriais existentes.
Para o período da sua vigência está programado um investimento global de 252 milhões de contos, a que corresponde uma despesa pública programada de 220 milhões de contos, prevendo-se uma contribuição comunitária de 171 milhões de contos. Deste montante de co-financiamento dos fundos estruturais, o FEDER representa cerca de 69%, o FEOGA-O 16%, o FSE 12% e o IFOP cerca de 3%.
Apesar de este programa cobrir o período a partir de 2000, em termos práticos, devido aos condicionalismos que envolveram toda a negociação do Quadro Comunitário de Apoio, só a partir de Setembro de 2000 se pode dar início à execução de parte do programa, ficando algumas medidas a aguardar resultado de negociações de carácter horizontal entre a Comissão e as autoridades nacionais. O ponto de situação que a seguir se apresenta compreende os últimos 11 meses completos de execução, estando a informação aqui prestada reportada à primeira quinzena de Setembro de 2001.
O PRODESA está estruturado em 5 eixos prioritários de intervenção, os quais incluem diversas medidas que contemplam diversos domínios de intervenção. Assim, o Eixo Prioritário n.º 1 - Melhorar a Competitividade Regional contempla o apoio comunitário ao investimento público nos domínios das acessibilidades, ao nível das redes viária, portuária e aeroportuária, em infra-estruturas e equipamentos de educação, de desporto, de cultura, de saúde e ainda os relacionados com a protecção civil.
As medidas neste eixo são co-financiadas pelo fundo estrutural FEDER, sendo os departamentos do governo regional e, em situações especiais, outras entidades de carácter público, que promovem o mesmo tipo de investimentos, os beneficiários das comparticipações comunitárias.
Neste eixo estão aprovados um conjunto de 50 projectos, a que corresponde uma despesa pública de investimento de cerca de 115,9 milhões de euros (23,2 milhões de contos), sendo este valor co-financiado pelo FEDER a uma taxa de 85%.
O Eixo Prioritário n.º 2 - Modernizar a Base Produtiva Tradicional desenvolve-se através de medidas apoiadas pelos fundos estruturais FEOGA-O, no âmbito do sector rural, e pelo IFOP, no que concerne aos investimentos no sector das pescas, incluindo-se em ambos os sectores os apoios financeiros às actividades transformadoras e de comercialização associadas. São várias as vertentes de intervenção, desde a modernização das estruturas fundiárias e o reordenamento do espaço rural, a melhoria da rede de infra-estruturas de apoio às explorações agrícolas, a modernização da rede regional de abate, a valorização dos espaços e dos recursos florestais, o espaço natural e o património rural até, no âmbito específico da fileira da pesca, à valorização dos recursos marinhos, à modernização da frota de pesca e o apoio às acções conducentes ao ajustamento do esforço de pesca.
No domínio do sector agrícola existe um conjunto apreciável de projectos aprovados, desde alguns com natureza estruturante para o sector e com elevada expressão financeira até um conjunto muito alargado de pequenos projectos promovidos por um leque alargado de produtores. Assim, à data de Setembro de 2001, estão aprovados 1924 projectos nas duas medidas co-financiadas pelo FEOGA-O, que representam um investimento elegível de 38,7 milhões de euros (7,8 milhões de contos), com uma comparticipação comunitária de 29,3 milhões de euros (5,9 milhões de contos).
Estando em fase final de preparação (Setembro de 2001) os instrumentos legais e outros que permitem enquadrar as candidaturas no âmbito do sector das pescas, prevê-se ainda que no último trimestre sejam aprovados um pacote de candidaturas relativas às medidas co-financiadas pelo IFOP.
O Eixo Prioritário n.º 3 - Promover o Desenvolvimento Sustentado engloba intervenções nos sectores estratégicos, fora da base económica tradicional, potenciando o esforço nos domínios do sector do turismo e serviços correlacionados, da ciência, da tecnologia e da sociedade da informação, do emprego e da qualificação profissional, do ordenamento do território e no âmbito da sustentabilidade ambiental.
Neste eixo são apoiadas não só as intervenções promovidas pelas autoridades públicas, como também as que resultem de parcerias com organizações representativas da sociedade civil (associações empresarias, institutos, municípios, outras) consubstanciadas em projectos que promovam a criação de condições para o desenvolvimento económico sustentado.
Neste eixo intervêm dois fundos estruturais, o FEDER e o FSE. No âmbito das medidas apoiadas pelo FEDER estão aprovadas 36 candidaturas que representam uma despesa elegível de investimento de 25,8 milhões de euros (cerca de 5,2 milhões de contos), a que corresponde um co-financiamento FEDER de 85%.
No caso específico da medida relativa ao desenvolvimento do emprego e da formação profissional, em que se procura garantir e promover melhores níveis de qualificação do factor trabalho, desenvolver os mecanismos para uma eficaz transição das escola para a vida activa e apoiar a integração de excluídos e a igualdade de oportunidades face ao mercado de trabalho, foram aprovadas 340 candidaturas apoiadas especificamente pelo Fundo Social Europeu, as quais, no seu conjunto, totalizam um custo elegível 81,3 milhões de euros (16,3 milhões de contos) e um co-financiamento FSE de 69,1 milhões de euros (13,9 milhões de contos).
O Eixo Prioritário n.º 4 - Desenvolver o Potencial Endógeno de Nível Local acolhe exclusivamente as iniciativas de investimento promovidas pelos municípios enquanto agentes privilegiados na valorização do potencial endógeno local. Neste âmbito, são co-financiados projectos relativos às áreas do saneamento básico, rede viária municipal, equipamentos educacionais e desportivos e iniciativas locais de investimento dirigidas para a animação turística, cultural e de ordenamento industrial.
Este eixo contém todos os elementos necessários à programação dos investimentos municipais, estando devidamente acautelada, através de protocolo, uma distribuição equitativa dos fundos disponíveis por cada uma das Autarquias, para além, em termos de gestão do programa, os representantes do poder local intervirem de forma muito directa no processo de selecção de projectos para aprovação.
Foram já aprovados 66 projectos promovidos por estas entidades, a que corresponde um investimento elegível de 50,8 milhões de euros (10,2 milhões de contos) e um co-financiamento FEDER de 43,2 milhões de euros, ou seja, 85% do valor da despesa pública de investimento.
O Eixo Prioritário n.º 5 - Fortalecer o Tecido Empresarial Regional compreende o co-financiamento às despesas suportadas por recursos próprios no processo de execução de sistemas de incentivos ao investimento privado em vários domínios e sectores da economia regional, para além de outras medidas onde se prevê o apoio a sectores específicos, como sejam o da energia e o dos transportes, sendo os beneficiários finais pertencentes aos sectores empresarial privado e público.
No caso particular da nova geração de sistemas de incentivos ao investimento privado, foi necessário desencadear um conjunto de procedimentos ao nível da sua notificação obrigatória à Comissão Europeia, para efeitos de cumprimento das disposições da política comum de concorrência. Assim, para a maioria dos casos este processo está concluído esperando-se ainda no corrente ano de 2001 o aumento substancial de aprovação de candidaturas de investimentos privados a esses sistemas.
Actualmente, neste eixo estão aprovados 12 projectos que representam um investimento elegível de 21,9 milhões de euros, a que está associada uma despesa pública de 17,9 milhões de euros e um co-financiamento de 9,6 milhões.
INTERREG III
A iniciativa comunitária INTERREG III está subdividida em três vertentes:
A - Cooperação Transfronteiriça (não abrange, em termos financeiros, os Açores)
B - Cooperação Transnacional;
C - Cooperação Inter-regional.
Tem por objectivo estimular um desenvolvimento harmonioso, equilibrado e sustentável do conjunto do espaço comunitário.
Quanto à vertente B, que constitui de facto a mais importante para a RAA, está subdividida por sub-regiões a que correspondem as seguintes dotações financeiras:
(ver quadro no documento original)
Na sub-região Açores/Madeira/Canárias a dotação, para além da assistência técnica, está dividida pelos seguintes eixos:
(ver quadro no documento original)
Esta vertente B do Programa, cuja taxa de comparticipação da CE é de 85%, já recebeu da Comissão a confirmação de admissibilidade e vai passar à fase de elaboração dos Complementos de Programação, estimando-se ser possível iniciar a recepção de candidaturas a partir do 1.º trimestre de 2002.
A Autoridade de Gestão compete à Região das Canárias e a de Pagamento à Região Autónoma da Madeira.
As negociações quanto à vertente C, cuja dotação financeira é de 450000 milhares de escudos, não sendo relevante para a Região e envolvendo muito menores recursos financeiros do que a B, encontram-se mais atrasadas, estando, presentemente, a ser acordado quem irá desempenhar as funções de Autoridade de Gestão e Autoridade de Pagamento.
FUNDO DE COESÃO
Em 29 de Dezembro de 2000 foi aprovado pela Comissão Europeia o primeiro projecto regional submetido a este instrumento financeiro da União Europeia, vocacionado para o apoio financeiro a projectos de investimento público, no domínio dos sectores dos Transportes e do Ambiente.
Este projecto compõe-se de três intervenções distintas, construção dos aterros sanitários de São Miguel e do Pico e uma segunda fase da construção do aterro da Terceira. Estes projectos têm uma expressão a nível de ilha e resultam de cooperação das respectivas autarquias locais.
A construção destes aterros permite uma solução apropriada para o destino final dos resíduos sólidos produzidos por cerca de 80% da população residente nos Açores, visando também o encerramento e recuperação das lixeiras existentes, dando seguimento a uma política de erradicação desta forma de deposição.
O custo total elegível para co-financiamento ascende a 17,7 milhões de euros, sendo o apoio financeiro do Fundo de Coesão de cerca de 85% do investimento.
Decorre o processo de apuramento da despesa entretanto realizada e a formulação dos respectivos pedidos de pagamento da comparticipação comunitária.
PLANO DE DESENVOLVIMENTO RURAL
O Plano de Desenvolvimento Rural da Região Autónoma dos Açores, abreviadamente designado por PDRu, foi aprovado pela Decisão da Comissão n.º C(2001) 475, de 1 de Março, e engloba quatro intervenções: «Indemnizações Compensatórias», «Medidas Agro-Ambientais», «Reforma Antecipada» e «Florestação de Terras Agrícolas».
O Plano é financiado pelo FEOGA-Garantia, que comparticipa a despesa pública em 85%. O montante total da comparticipação do FEOGA-Garantia para o período 2000-2006 é de 122 milhões de euros (cerca de 24,5 milhões de contos).
O PDRu entrou em execução em 2000, através de um regime especial de transição das antigas «Medidas de Acompanhamento da Reforma da PAC». A nova regulamentação entrou em vigor a partir de 1 de Março de 2001, com a publicação da legislação de aplicação.
3 - Autarquias Locais
As Autarquias desempenham um papel relevante no âmbito do investimento público fomentador de condições para a melhoria das condições de vida das populações, incluindo aspectos com vista ao desenvolvimento económico dos respectivos concelhos.
O poder local detêm fortes responsabilidades ao nível da dotação de determinadas infra-estruturas e equipamentos de base, destacando-se, por exemplo, as relacionadas com o saneamento básico, incluindo a recolha, tratamento e destino final dos resíduos sólidos e com a rede viária municipal.
Através da análise dos investimentos aprovados pelo PRODESA, observa-se que aqueles dois grandes domínios de intervenção absorvem parte significativa dos recursos financeiros destinados para investimento. Mas outras áreas de investimento também têm expressão, como por exemplo, ao nível dos equipamentos de educação, cultura e desporto e também em intervenções que valorizam os respectivos concelhos na óptica de atracção de fluxos turísticos. Como as intervenções ao nível da habitação não são elegíveis a co-financiamento por fundos comunitários, esta área de intervenção não se evidencia no gráfico seguinte, embora este sector tenha também constituído prioridade para alguns municípios com problemas e carências neste domínio.
PRODESA - Investimentos das Autarquias
(ver gráfico no documento original)
A cooperação entre a administração regional e a local tem-se desenvolvido sob diversas formas, desde ao nível técnico até ao nível financeiro, no âmbito do apoio à execução do investimento promovido por estas entidades.
Com efeito, os contratos de desenvolvimento estabelecidos entre estes níveis de administração são os instrumentos de orientação do investimento autárquico, no quadro da política de desenvolvimento regional, quer no âmbito do normal desenvolvimento de intervenções no quadro das competências dos municípios, quer na promoção de projectos de investimentos no âmbito das competências da administração regional, mas que são realizados pelas autarquias.
São vários os domínios de cooperação, desde o ordenamento do território, saneamento básico, rede viária até à construção/reparação de edifícios sede das juntas de freguesia.
Com a possibilidade de as Autarquias acederem aos fundos estruturais, designadamente o FEDER, com co-financiamentos a fundo perdido actualmente na ordem dos 85% da despesa de investimento, deixou de haver lugar à comparticipação directa do Governo Regional nesses investimentos, excluindo-se a situação das construções/reabilitações de sedes de juntas de freguesia que não são elegíveis aos fundos. Actualmente, a cooperação passa mais pela comparticipação financeira indirecta, ou seja, bonificação de juros resultantes de empréstimos contraídos pelos municípios, na parte não coberta pela comparticipação dos fundos comunitários.
Este instrumento de cooperação com as Autarquias viabilizou, desde 1995, cerca de 130 projectos de investimento, promovidos pela quase totalidade das Câmaras, com custos unitários que vão desde algumas dezenas de milhar de contos, até aos que rondam uma despesa de cerca de 1 milhão de contos. Em termos agregados, estes 130 projectos totalizam um investimento de 28 milhões de contos, parte financiada pelo FEDER, tendo as Autarquias contraído empréstimos junto das entidades bancárias no valor de 4,2 milhões de contos para efeitos de complemento da cobertura financeira do investimento. O Governo Regional, através dos contratos de cooperação assegura o pagamento de cerca de 70% dos juros resultantes desses empréstimos.
A distribuição por Autarquia dos valores dos empréstimos contraídos é a seguinte:
(ver gráfico no documento original)
IV - DESENVOLVIMENTO DA PROGRAMAÇÃO
O Plano para 2002 adopta, naturalmente, a estrutura do Plano a Médio Prazo 2001-2004, traduzindo-se em 33 programas, que integram 109 projectos, compreendendo 479 acções.
O desenvolvimento da programação que a seguir se apresenta, incluindo a informação financeira dos anexos, contém toda a programação financeira e material deste Plano, tomando por base o nível mais elevado de desagregação (acção).
Agricultura
Objectivos sectoriais:
Abastecimento de água às explorações agrícolas;
Matadouro industrial da Ilha Terceira;
Medidas agro-ambientais;
Promoção de produtos açorianos;
Caminhos rurais.
(ver quadro no documento original)
1 Fomento agrícola - 16458450 euros.
1.1 Infra-estruturas Agrícolas - 3095877 euros.
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1.2 Sanidade Animal e Vegetal - 3920555 euros.
(ver quadro no documento original)
1.3 Modernizar as Explorações Agro-pecuárias - 2436882 euros.
(ver quadro no documento original)
1.4 Reduzir Custos de Exploração Agrícola - 7005136 euros.
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2 Apoio à Transformação e Comercialização dos Produtos Agro-Pecuários - 13793216 euros.
2.1 Transformação e Comercialização - 13793216 euros.
(ver quadro no documento original)
3 Diversificação Agrícola - 3635537 euros.
3.1 Diversificação da Produção Agrícola - 2421665 euros.
(ver quadro no documento original)
3.2 Formação e Informação - 166101 euros.
(ver quadro no documento original)
3.3 Renovação e Reestruturação das Empresas Agrícolas - 989411 euros.
(ver quadro no documento original)
3.4 Intervenção Específica em Rabo de Peixe - Agricultura - 58360 euros.
(ver quadro no documento original)
4 Desenvolvimento Florestal - 5106623 euros.
4.1 Fomento e Gestão dos Recursos Florestais - 1000090 euros.
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4.2 Infra-estruturas e Equipamentos Florestais - 3441705 euros.
(ver quadro no documento original)
4.3 Uso Múltiplo da Floresta - 664828 euros.
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Pescas
Objectivos Sectoriais:
Fiscalização e inspecção;
Cooperação com entidades nacionais e internacionais;
Portos de Sta. Maria e S. Miguel;
Portos da Terceira, Graciosa e S. Jorge;
Portos do Pico.
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5 Estruturas de Apoio à Actividade da Pesca - 3178228 euros.
5.1 Inspecção e Gestão - 1622475 euros.
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5.2 Estruturas Portuárias - 1455993 euros.
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5.2 Intervenção Específica em Rabo de Peixe - Pescas - 99760 euros.
(ver quadro no documento original)
6 Modernização das Pescas - 2274531 euros.
6.1 Frota - 877899 euros.
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6.2 Transformação, Comercialização e Cooperação Externa - 1022534 euros.
(ver quadro no documento original)
6.3 Recursos Humanos - 374098 euros.
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Turismo
Objectivos Sectoriais:
Aumentar a procura;
Melhorar e aumentar os meios de informação turística;
Aumentar a estadia média;
Aumentar o gasto médio por turista;
Criar estruturas que permitam diversificar a oferta;
Promover e/ou apoiar iniciativas que melhorem a qualidade do serviço prestado.
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7 Desenvolvimento do Turismo - 8512397 euros.
7.1 Promoção Turística - 6863869 euros.
(ver quadro no documento original)
7.2 Oferta e Animação Turísticas - 1072416 euros.
(ver quadro no documento original)
7.3 Investimentos Estratégicos - 548678 euros.
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7.4 Informação e Formação - 12470 euros.
(ver quadro no documento original)
7.6 Intervenção Específica em Rabo de Peixe - Desenvolvimento do Turismo - 14964 euros.
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Indústria e artesanato
Objectivos Sectoriais:
Incentivar a utilização eficaz das tecnologias de informação e o investimento na Inovação Tecnológica;
Consolidar e reorientar as infra-estruturas de apoio à actividade empresarial;
Promover a utilização do sistema de propriedade industrial, estimulando as empresas a investir em factores de competitividade;
Apoiar o aprofundamento da especialização das actividades industriais tradicionais, promovendo, simultaneamente, as que possam surgir enquadradas em novas áreas, contribuindo para uma mais célere evolução/diversificação do perfil produtivo da indústria regional;
Reorganização dos processos e procedimentos internos de forma a se articularem com os objectivos do S.P.Q. - Sistema Português da Qualidade e do projecto RIAC - Rede Interna de Apoio ao Cidadão;
Incentivar a utilização eficaz das tecnologias de informação;
Incentivar a formação profissional para reforço das qualificações e das competências dos recursos humanos envolvidos na área industrial;
Promover as artes e ofícios tradicionais apoiando a actividade profissional dos artesãos tendo em consideração as necessidades ao nível da melhoria das competências técnico-económicas e da divulgação e transmissão das artes e ofícios tradicionais.
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8 Desenvolvimento Industrial - 1082394 euros.
8.1 Consolidação de Infra-estruturas - 448919 euros.
(ver quadro no documento original)
8.2 Serviços de Apoio às Empresas - 274340 euros.
(ver quadro no documento original)
8.3 Artesanato - 299279 euros.
(ver quadro no documento original)
Intervenção Específica em Rabo de Peixe - Desenvolvimento Industrial - 59856 euros.
(ver quadro no documento original)
Comércio
Objectivos Sectoriais:
Promover a prestação de apoio logístico aos agentes económicos, através de acções conjuntas protocoladas com as associações representativas do sector;
Realizar campanhas de dinamização do comércio tradicional;
Promover e apoiar acções de divulgação de produtos regionais no exterior;
Apoiar o escoamento de produtos açorianos para o exterior;
Apoiar a realização de feiras e certames de âmbito regional.
(ver quadro no documento original)
9 Desenvolvimento do Comércio e Exportação - 982632 euros.
9.1 Dinamização do Comércio - 199519 euros.
(ver quadro no documento original)
9.2 Promoção Externa de Produtos Regionais - 723257 euros.
(ver quadro no documento original)
9.3 Intervenção Específica em Rabo de Peixe - Desenvolvimento do Comércio - 59856 euros.
(ver quadro no documento original)
Sistemas de incentivos
Objectivos Sectoriais:
Aumentar o número de camas ao nível da oferta hoteleira e do turismo no espaço rural;
Aumentar e diversificar a oferta de equipamentos de animação turística;
Incentivar a requalificação da oferta hoteleira existente. Aumentar, diversificar e requalificar a restauração;
Incentivar a certificação da qualidade, a mais valia ambiental e a qualificação profissional.
(ver quadro no documento original)
10 Sistemas de Incentivos - 20201316 euros.
10.1 Sistemas de Apoio ao Investimento Privado - 20201316 euros.
(ver quadro no documento original)
Transportes terrestres
Objectivos Sectoriais:
Dar continuidade às empreitadas de construção e reabilitação de troços de Estradas Regionais adjudicados;
Promover a construção de novos troços de Estradas Regionais e reabilitar os troços existentes que apresentem pisos muito degradados, de modo a garantir a melhoria das acessibilidades entre localidades;
Promover a reabilitação de diversas pontes situadas nas Estradas Regionais;
Promover acções ao nível da conservação corrente das Estradas Regionais em todas as ilhas;
Promover apoios aos vários operadores de transportes colectivos e de segurança rodoviária, destacando-se o apoio à exploração e aquisição de autocarros.
(ver quadro no documento original)
11 Sistema Rodoviário Regional - 23493384 euros.
11.1 Construção de Novos Troços de Estrada - 8679086 euros.
(ver quadro no documento original)
11.2 Reabilitação de Estradas Regionais - 13966343 euros.
(ver quadro no documento original)
11.3 Operadores e Segurança Rodoviária - 748195 euros.
(ver quadro no documento original)
11.4 Intervenção Específica em Rabo de Peixe - Estradas Regionais - 99760 euros.
(ver quadro no documento original)
Equipamentos públicos
Objectivos Sectoriais:
Implementar e desenvolver o sistema da qualidade e obter a acreditação do LREC, objectivo que encerra em si mesmo a necessidade de aquisição de equipamentos vários;
Melhorar o nível das comunicações integradas e reformular o sistema de gestão documental da SRHE;
Promover campanhas de sensibilização no âmbito da prevenção rodoviária;
Divulgar os Programas de Apoio à Habitação;
Promover campanhas de sensibilização cívica sobre conservação, higiene e limpeza de estrada e miradouros regionais;
Manter operativa a linha verde destinada ao apoio dos cidadãos nas áreas de intervenção da SRHE;
Concluir a cartografia à escala 1/5000 do Concelho da Povoação e iniciar os trabalhos de cartografia à mesma escala dos restantes concelhos de S. Miguel;
Iniciar os trabalhos de cartografia à escala 1/5000 das ilhas de S. Jorge e Faial;
Iniciar o processo da Cartografia à escala 1/1000 das cidades de P. Delgada e Angra do Heroísmo;
Dar continuidade à beneficiação de diversas instalações de Serviços Públicos e cooperação com as Autarquias Locais e Entidades de Interesse Colectivo na prossecução de acções de interesse colectivo.
(ver quadro no documento original)
12 Equipamentos Públicos, Sistemas de Informação e Formação - 2992787 euros.
12.1 Edifícios Públicos - 2194711 euros.
(ver quadro no documento original)
12.2 Cartografia - 124699 euros.
(ver quadro no documento original)
12.3 LREC - 374098 euros.
(ver quadro no documento original)
12.4 Melhoria dos Sistemas Informáticos da SRHE - 199519 euros.
(ver quadro no documento original)
12.5 Divulgação e Sensibilização das Populações - 99760 euros.
(ver quadro no documento original)
Transportes marítimos
Objectivos Sectoriais:
Melhorar as infra-estruturas portuárias;
Dotar os portos de equipamentos adequados a uma maior e melhor operacionalidade;
Racionalizar a gestão portuária;
Assegurar as condição para a existência de mais e melhores transportes;
Dinamizar a náutica de recreio e o turismo a ele associado.
(ver quadro no documento original)
13 Consolidação e Modernização dos Transportes Marítimos - 6776171 euros.
13.1 Equipamentos de Apoio Portuários - 49880 euros.
(ver quadro no documento original)
13.2 Tráfego de Passageiros Interilhas - 2087470 euros.
(ver quadro no documento original)
13.3 Infra-Estruturas Portuárias - 4588941 euros.
(ver quadro no documento original)
13.4 Estudos - 24940 euros.
(ver quadro no documento original)
13.5 Promoção e Dinamização dos Transportes Marítimos - 24940 euros.
(ver quadro no documento original)
Transportes aéreos
Objectivos Sectoriais:
Melhorar as infra-estruturas aeroportuárias;
Perspectivar o desenvolvimento do transporte aéreo;
Melhorar a qualidade dos serviços aéreos prestados;
Criar as condições para novas ligações aéreas com o exterior.
(ver quadro no documento original)
14 Desenvolvimento dos Transportes Aéreos - 9704114 euros.
14.1 Infra-estruturas e Equipamentos Aeroportuários - 1498888 euros.
(ver quadro no documento original)
14.2 Gestão dos Aeródromos Regionais - 698317 euros.
(ver quadro no documento original)
14.3 Serviço Público de Transporte Aéreo Interilhas - 7481969 euros.
(ver quadro no documento original)
14.4 Promoção e Dinamização dos Transportes Aéreos - 24940 euros.
(ver quadro no documento original)
Energia
Objectivos Sectoriais:
Garantir o processo de convergência do tarifário de electricidade;
Promover acções de Informação e de divulgação nos domínios da utilização racional de energia e da diversificação energética;
Promover a recolha e tratamento de dados indispensáveis a uma apreciação da situação actual e evolução recente do sector energético da Região;
Apoiar a realização de infra-estruturas eléctricas de usufruto público;
Aproveitar os instrumentos favoráveis à instalação e integração das energias renováveis nos sistemas electroprodutores dos Açores.
(ver quadro no documento original)
15.1 Utilização Racional de Energia - 129687 euros.
(ver quadro no documento original)
15.2 Serviço Público e Social - 894933 euros.
(ver quadro no documento original)
Ciência e Tecnologia
Objectivos Sectoriais:
Promover e incentivar acções de desenvolvimento científico e tecnológico em cooperação com as instituições científicas e entidades públicas e privadas;
Promover acções de informação/divulgação sobre matérias de âmbito científico e tecnológico;
Criar uma estrutura de coordenação da actividade científica e tecnológica na Região;
Criar um quadro legal de apoio científico e tecnológico a projectos inovadores e com mais valia para a Região (PRAIT, PRADIC e INFOTEC).
(ver quadro no documento original)
16 Desenvolvimento da Actividade Científica e Tecnológica - 6803155 euros.
16.1 Investigação, Ciência e Tecnologia nos Açores - 6778215 euros.
(ver quadro no documento original)
16.2 Intervenção Específica em Rabo de Peixe - Ciência e Tecnologia - 24940 euros.
(ver quadro no documento original)
Educação
Objectivos Sectoriais:
Construir as Escolas do Ensino Básico e Secundário de acordo com as prioridades estabelecidas na Carta Escolar;
Ampliar e adaptar a Ensino Secundário as Escolas apontadas na Carta Escolar;
Requalificar a Escola Básica 2,3 Roberto Ivens, em Ponta Delgada;
Conservar os edifícios escolares;
Adquirir equipamentos para todos os níveis de ensino incluindo o Ensino Especial e Artístico;
Prosseguir a formação de pessoal docente e não docente;
Profissionalizar o pessoal docente.
(ver quadro no documento original)
17 Desenvolvimento das Infra-Estruturas Educacionais - 22445000 euros.
17.1 Construções Escolares - 22420000 euros.
(ver quadro no documento original)
17.2 Intervenção Específica em Rabo de Peixe - Educação - 25000 euros.
(ver quadro no documento original)
18 Desenvolvimento do Sistema Educativo - 1224998 euros.
18.1 Equipamentos Escolares - 849999 euros.
(ver quadro no documento original)
18.2 Formação (comparticipação regional) - 374999 euros.
(ver quadro no documento original)
Juventude, emprego e formação profissional
Objectivos Sectoriais:
Qualificação de desempregados, em particular do sexo feminino e, nomeadamente, na área do turismo;
Continuação e reforço do investimento na formação profissional inicial de jovens;
Acompanhamento permanente e cuidado dos desempregados inscritos;
Fomento do combate à precariedade no trabalho;
Desenvolvimento de medidas que visam o aumento da empregabilidade de público desfavorecido, nomeadamente as inseridas no mercado social de emprego;
Desenvolvimento da informação juvenil, através do reforço da Rede Regional de Informação Juvenil.
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19 Juventude e Emprego - 2099940 euros.
19.1 Juventude - 970162 euros.
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19.2 Emprego e Formação Profissional - 1104838 euros.
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19.3 Intervenção Específica em Rabo de Peixe - Juventude e Emprego - 24940 euros.
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Saúde
Objectivos Sectoriais:
Prosseguir a modernização das instalações;
Dotar os serviços de saúde com alguns equipamentos considerados indispensáveis ao bom desempenho nas vertentes do diagnóstico e tratamento;
Continuar a implementação da rede de dados estruturada dos serviços;
Implementar o cartão de utente;
Continuar a investir na formação profissional do sector.
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20 Desenvolvimento de Infra-Estruturas de Saúde - 4690000 euros.
20.1 Construção de Novas Unidades - 1547000 euros.
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20.2 Remodelação/Ampliação de Unidades de Saúde Existentes - 3143000 euros.
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21 Desenvolvimento do Sistema se Saúde - 4866000 euros.
21.1 Apetrechamento/Modernização - 4168000 euros.
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21.2 Actualização Profissional - 698000 euros.
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Solidariedade e segurança social
Objectivos Sectoriais:
A realização dos objectivos da Segurança Social depende, em grande medida, das iniciativas particulares, sobretudo das que expressam de forma organizada o dever de solidariedade entre os indivíduos, subordinadas ao estatuto das Instituições Particulares de Solidariedade Social. O desenvolvimento dos objectivos deste Sector decorrem do estipulado no Despacho Normativo 70/99, de 1 de Abril.
1 - Infância e Juventude:
Continuar a implementar e a melhorar a rede de equipamentos para crianças e jovens, nomeadamente, creches, jardins-de-infância e ateliers de tempos livres, dando prioridade às áreas geográficas onde se verifiquem maior necessidade destes equipamentos;
Manter o programa de criação da rede regional de Centros de Acolhimento para Crianças e Jovens em Risco, criando respostas em oito das nove ilhas;
Dar continuidade ao programa de instalação de crianças e jovens residentes em internatos, em unidades de tipo familiar.
2 - Apoio às pessoas idosas e suas famílias:
Aumentar o alargamento da rede de Serviços de Ajuda Domiciliária;
Alargar a rede de centros de convívio para idosos;
Melhorar a qualidade das instalações dos lares de idosos existentes;
Construir lares de pequena dimensão nos concelhos onde ainda não existam;
Aumentar a rede de residências locais para idosos.
3 - Apoio às pessoas com deficiência:
Criar a rede regional de Centros de Actividades Ocupacionais;
Criar unidades residenciais de apoio a pessoas com deficiência que não tenham família ou cuidadores.
4 - Instalação de serviços:
Melhorar e aumentar a rede regional de edifícios para instalação de serviços de segurança social e de equipamentos sociais de apoio às populações, a nível concelhio e de freguesia;
Criar centros comunitários que permitam que a partir de uma mesma estrutura física seja possível garantir várias respostas sociais.
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22 Desenvolvimento do Sistema de Solidariedade e Segurança Social - 2770000 euros.
22.1 Equipamentos de Apoio a Idosos (comparticipação regional) - 1460000 euros.
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22.2 Equipamentos de Apoio à Infância e Juventude (comparticipação regional) - 935000 euros.
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22.3 Promoção da Igualdade de Oportunidades - 50000 euros.
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22.4 Prevenção das Toxicodependências - 150000 euros.
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22.5 Intervenção Específica em Rabo de Peixe - Solidariedade Social - 175000 euros.
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Protecção civil
Objectivos Sectoriais:
Optimizar o funcionamento da rede de comunicações do Serviço Regional da Protecção Civil dos Açores, com vista a garantir a sua eficácia e operacionalidade;
Adquirir viaturas de combate a incêndios e ambulâncias, por forma a melhorar as operações de socorro às populações;
Dar continuidade ao processo de melhoramento das infra-estruturas dos bombeiros da Região;
Dar continuidade à assessoria técnico-científica prestada pela Universidade dos Açores ao Serviço Regional de Protecção Civil, visando a optimização da capacidade de avaliação e resposta por parte deste último;
Concretizar acções de formação visando essencialmente as áreas de salvamento e desencarceramento e tripulantes de ambulância de transporte e socorro.
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23 Protecção Civil - 3740989 euros.
23.1 Aquisição/Reparação de Viaturas para os CB's - 957693 euros.
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23.2 Construção/Remodelação de Infra-estruturas e Equipamentos dos CB's - 1820613 euros.
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23.3 Formação e Informação - 463884 euros.
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23.4 Serviço Regional de Protecção Civil - 498799 euros.
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Ambiente
Objectivos Sectoriais:
Transposição e implementação do normativo legal de base nacional e comunitária;
Elaboração, revisão e implementação de diversos Planos de Ordenamento do Território;
Conclusão e implementação do Plano Regional da Água;
Elaboração e Implementação dos instrumentos de Ordenamento e Gestão da Rede Nacional de Áreas Protegidas;
Elaboração e implementação dos instrumentos de Gestão dos Sítios de Interesse Comunitário e das Zonas de Protecção Especial, integrados na Rede Natura 2000;
Implementação dos diversos instrumentos de controlo da Qualidade Ambiental (poluição atmosférica, sonora, da água e gestão de resíduos);
Elaboração e implementação de programas e acções de Educação, Sensibilização e Promoção Ambiental.
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24 Qualidade ambiental - 9980185 euros.
24.1 Recursos Hídricos - 4230842 euros.
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24.2 Valorização da Qualidade Ambiental - 2369143 euros.
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24.3 Ordenamento do Território - 2886602 euros.
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24.4 Formação e Promoção Ambiental - 410515 euros.
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24.5 Intervenção Específica em Rabo de Peixe - Ambiente - 83083 euros.
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Cultura
Objectivos Sectoriais:
Implementar medidas de desenvolvimento das actividades artísticas na Região, em todas as áreas de expressão, no sentido de favorecer as condições de criatividade e de intercâmbio dos criadores e agentes culturais com os públicos da Região na base do desenvolvimento da qualidade dos produtos culturais;
Favorecer e implementar medidas e acções, em particular na música e nas artes plásticas, que visem a abertura ao exterior, o intercâmbio e o enriquecimento da experiência e de mundividência dos agentes de criação cultural;
Promover acontecimentos culturais de grande qualidade, privilegiando parcerias com diferentes agentes sociais, económicos e culturais;
Promover acções de mais profunda e mais avançada formação, assim como acções de formação específicas orientadas para os agentes da cultura tradicional popular;
Promover acções de formação específicas orientadas para a formação de músicos, regentes e dirigentes associativos, em particular dirigidas ás filarmónicas da Região;
Promover a implementação progressiva de bibliotecas municipais, no quadro do projecto da Rede de Leitura Pública;
Promover acções de formação de técnicos de biblioteca e técnicos de BAD;
Promover a formação específica dos técnicos de museus, bibliotecas e arquivos;
Manter a acção da Banda Lira Açoriana, desenvolvendo a qualidade do Trabalho que tem realizado e a sua vocação como símbolo de unidade regional, aprofundando o seu enraizamento nas bandas filarmónicas e o estreito intercâmbio com as mesmas;
Desenvolver as actividades da Inspecção Regional de Actividades Culturais, alargando as suas actividades à verificação da correcta aplicação dos financiamentos concedidos no apoio a actividades de índole cultural;
Rever as condições de incentivo ao mecenato.
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25 Património e Actividades Culturais - 7083150 euros.
25.1 Dinamização de Actividades Culturais - 1995195 euros.
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25.2 Defesa e Valorização do Património Arquitectónico e Cultural - 4588942 euros.
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25.3 Protecção e Valorização de Angra Património Mundial - 474073 euros.
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25.4 Intervenção Específica em Rabo de Peixe - Cultura - 24940 euros.
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Desporto
Objectivos Sectoriais:
Beneficiação dos parques desportivos do Faial, Terceira e S. Miguel através dos arranjos do Pavilhão Desportivo da Horta, construção de um relvado sintético no Estádio João Paulo II e arranjos exteriores do Complexo Desportivo das Laranjeiras e do Lajedo;
Continuação da concessão de apoio ao arrelvamento de campos de futebol autárquicos e à beneficiação das instalações desportivas e sedes sociais de clubes;
Continuação da concessão de apoio, através de comparticipações financeiras, à participação em quadros competitivos regionais e nacionais e aos atletas abrangidos pelo estatuto de alta competição e jovens talentos regionais;
Apoio à organização e participação nas actividades do Desporto Escolar.
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26 Desenvolvimento Desportivo - 5022002 euros.
26.1 Instalações e Equipamentos - 2089963 euros.
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26.2 Actividades Desportivas - 2109022 euros.
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26.3 Promoção e Formação - 798077 euros.
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26.4 Intervenção Específica em Rabo de Peixe - Desporto - 24940 euros.
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Habitação
Objectivos Sectoriais:
Desenvolver acções de apoio directo às famílias pela cedência de lotes destinados à construção, cedência de projectos-tipo de habitação e, ainda, pela atribuição de subsídios para a aquisição de materiais de construção;
Flexibilizar a promoção da habitação apoiando, simultaneamente, o investimento, pela promoção individual, pelo desenvolvimento do cooperativismo, pela promoção empresarial não especulativa (CDH's) e, ainda, inter-actuar com os municípios na disponibilização de meios técnicos e financeiros para a produção da habitação a custos controlados;
Promover acções de recuperação, reabilitação e conservação do parque habitacional existente, do ponto de vista global e em termos de realidade específica de ilha, através de incentivos adequados que procurem melhorar, renovar e reconverter as habitações degradadas, transmitindo-lhes um enquadramento urbanístico valorizado;
Concluir, em parceria com as Câmaras Municipais, os acordos de realojamento existentes e celebrar outros considerados necessários com vista a realojar as famílias que vivem em situações abarracadas;
Criar apoios anti-sísmicos, como linhas de crédito especial, seguros anti-sísmicos ou programa próprio para intervenções preventivas de modo a garantir maior segurança estrutural aos edifícios antigos destinados à habitação, realizando simultaneamente a preservação das características arquitectónicas do parque habitacional dos Açores;
Proteger as populações que vivem em situações de risco (junto a falésias, orla marítima, taludes, leitos de ribeira, etc.), implementando projectos de salvaguarda habitacional que reforcem a segurança da vida e dos bens dos cidadãos ou promovendo gradualmente a alteração da sua localização;
Acompanhar a execução dos programas de reconversão urbana a cargo das autarquias locais na Região;
Colaborar em projectos de intervenção comunitária de luta contra a pobreza em interligação com o Instituto de Acção Social;
Promover o incentivo ao arrendamento para jovens (IAJ) como forma de revitalizar o mercado da oferta de habitação àquele estrato etário.
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27 Habitação - 11472351 euros.
27.1 Construção e Aquisição de Habitação Própria - 4507536 euros.
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27.2 Recuperação da Habitação e Realojamentos - 5830050 euros.
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27.3 Intervenção Específica em Rabo de Peixe - Habitação - 1134765 euros.
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Comunicação Social
Objectivos Sectoriais:
Dotar os órgãos de comunicação social regionais de meios que lhes permitam o exercício da sua função informativa, melhorando as microcoberturas de rádio e televisão;
Acréscimo da qualidade do serviço informativo e do aperfeiçoamento profissional no sector;
Apoio a infra-estruturas, à aquisição de equipamento e à produção de programas de televisão de ficção e de divulgação informativa de âmbito desportivo e cultural, bem como à realização de trabalhos jornalísticos que contribuam para a promoção da Região no exterior;
Apoio financeiro à difusão e circulação dos órgãos de comunicação social em acções que contribuam para a respectiva valorização.
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28 Comunicação Social - 725552 euros.
28.1 Audiovisual - 216778 euros.
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28.2 Circulação - 384074 euros.
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28.3 Modernização - 49880 euros.
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28.4 Formação e Incentivo - 49880 euros.
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28.5 Promoção no Exterior - 24940 euros.
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Cooperação Externa
Objectivos Sectoriais:
Fortalecer as relações com organismos vocacionados para o diálogo e cooperação inter-regional, como sejam a ARE, CRPM, CPLRE;
Estabelecer e desenvolver a cooperação com países e regiões insulares, designadamente as Regiões Ultraperiféricas;
Desenvolver relações com potenciais parceiros comerciais;
Fortalecer a cooperação com entidades regionais estrangeiras, nomeadamente com os EUA, Canadá, Bermuda e Brasil, bem como apoiar e reforçar as trocas comerciais e empresariais;
Acompanhamento de todas as questões conexas com o Acordo de Cooperação e Defesa entre Portugal e os EUA;
Relativamente aos projectos orientados para as comunidades emigradas, a actuação da DRC reger-se-á de acordo com as Portarias n.os 74/99, de 2 de Setembro, e 25/2000, de 6 de Abril;
Constituirão prioridades o aprofundar do relacionamento institucional com as comunidades emigradas e os seus representantes, visando incentivar a preservação da identidade cultural, estimular a integração dos cidadãos emigrados e dos regressados e despertar nos jovens de ascendência açoriana o gosto pela cultura dos seus antepassados;
Será promovida a realização da VI Edição do Curso «Açores: À Descoberta das Raízes»;
Realização de: visitas de estudo e intercâmbios escolares; Encontros inter-comunitários temáticos; Jornadas sobre Emigração e Comunidades; Série de conferências no âmbito da efeméride dos 250 anos de colonização açoriana no Sul do Brasil; Apoios a projectos estruturados de grupos ou agentes comunitários que visem o conhecimento e a manutenção da identidade; cultural em países/estados/províncias com número significativo de açorianos emigrados.
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29 Cooperação Externa - 1761006 euros.
29.1 Cooperação Inter-regional - 518750 euros.
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29.2 Emigrado/Repatriado - 109736 euros.
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29.3 Identidade Cultural - 1132520 euros.
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Administração Regional e Local
Objectivos Sectoriais:
Melhoria do funcionamento e imagem da Administração Pública;
Maior automatização dos procedimentos administrativos dos serviços da administração pública regional;
Mais e melhor formação para os funcionários e agentes da administração pública;
Maior cooperação técnica e financeira com as autarquias locais.
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30 Administração Regional e Local - 2678545 euros.
30.1 Modernização Administrativa - 673379 euros.
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30.2 Cooperação com as Autarquias Locais - 1122296 euros.
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30.3 Estatística - 119712 euros.
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30.4 Informação de Interesse Público ao Cidadão - 627484 euros.
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30.5 Serviços Sociais - 135674 euros.
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Planeamento e Finanças
Objectivos Sectoriais:
Melhorar a eficiência e a eficácia do sistema regional de planeamento, ao nível da preparação, da gestão, do acompanhamento e da avaliação dos instrumentos de planeamento;
Maximizar o aproveitamento de recursos financeiros provenientes de fundos comunitários, quer os afectos ao Programa Operacional PRODESA, quer os disponíveis em programas nacionais e em iniciativas comunitárias.
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31 Planeamento e Finanças - 4426921 euros.
31.1 Planeamento e Finanças - 4426921 euros.
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Sector Público Empresarial
Objectivos Sectoriais:
Prosseguir a reestruturação do sector público empresarial regional, nomeadamente as empresas EDA, LOTAÇOR e SATA.
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32 Reestruturação do Sector Público Empresarial Regional - 5282440 euros.
32.1 Reestruturação do Sector Público Empresarial Regional - 5282440 euros.
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Calamidades
Objectivos Sectoriais:
Prosseguir com os trabalhos de recuperação e reabilitação de infra-estruturas e equipamentos afectados pelas intempéries que assolaram a Região, designadamente, com intervenções no sector agrícola (caminhos rurais, florestais e apoio ao rendimento e culturas), no âmbito das pescas (reparação de portos e concessão de apoios extraordinários ao rendimento), na reabilitação de estradas regionais e ainda na protecção da orla marítima, regularização de ribeiras, reparação de muros de suporte, entre outras;
Continuar as acções relativas ao processo de reconstrução, derivado do sismo de 9 de Julho de 1998, donde se destaca a reabilitação-construção de habitação de particulares, e outras intervenções ao nível das infra-estruturas e equipamentos educativos, patrimoniais, infra-estruturas rodoviárias, portuárias, entre outras de natureza mais pontual.
(ver quadro no documento original)
33 Calamidades - 30209827 euros.
33.1 Intempéries - 5800500 euros.
(ver quadro no documento original)
33.2 Sismo - 23131127 euros.
(ver quadro no documento original)
33.3 Intervenção Específica em Rabo de Peixe - Ambiente - 1278200 euros.
(ver quadro no documento original)
ANEXO — Desagregação Sectorial por Objectivos
(ver quadro no documento original)
Desagregação por Entidade Proponente
(ver quadro no documento original)
Desagregação por Ilha
(ver quadro no documento original)
Estrutura de Financiamento do Plano 2002
(ver quadro no documento original)
Intervenção específica em Rabo de Peixe
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