Decreto-Lei n.º 186/2004 — Transpõe para a ordem jurídica nacional a Directiva n.º 2003/102/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 17 de…
Este é o ato tal como foi publicado. As alterações posteriores não estão incorporadas no texto: cada uma é um ato autónomo neste repositório e uma entrada no historial desta lei.
Transpõe para a ordem jurídica nacional a Directiva n.º 2003/102/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 17 de Novembro, na parte que se refere à protecção dos peões, aprovando o Regulamento Relativo à Protecção dos Peões e Outros Utentes Vulneráveis da Estrada em Caso de Colisão com Um Automóvel
3.3.3 - As áreas «zona A do topo da tampa do compartimento do motor» e «zona B do topo da tampa do compartimento do motor» podem ser compostas por várias partes sem número limite.
3.3.4 - O cálculo da superfície da área de impacte, bem como das áreas das zonas A e B do topo da tampa do compartimento do motor será efectuado com base num projecto de tampa do compartimento do motor perspectivado de um plano horizontal sobranceiro ao veículo, paralelo ao plano do pavimento, relativamente ao desenho fornecido pelo fabricante.
3.4 - Método de ensaio:
3.4.1 - Aparelhagem de ensaio:
3.4.1.1 - O pêndulo que simula uma cabeça de criança/cabeça pequena de adulto é uma esfera rígida provida de um revestimento de pele sintética, obedecendo ao prescrito no n.º 4 do presente capítulo e na fig. 10 da presente parte. O diâmetro será de 165 mm (mais ou menos) 1 mm (fig. 10). A massa total do pêndulo será de 3,5 kg (mais ou menos) 0,07 kg.
3.4.1.2 - No centro da esfera monta-se um acelerómetro triaxial ou três uniaxiais.
3.4.1.3 - O valor CFC de resposta dos instrumentos (cf. definição na norma ISO 6487:2000) deve ser de 1000. O valor de resposta CAC (cf. ISO 6487:2000) deve ser de 500 g para a aceleração.
3.4.1.4 - O pêndulo que simula uma cabeça de criança/cabeça pequena de adulto deve cumprir os requisitos de desempenho especificados no n.º 4 do apêndice I. O pêndulo certificado serve para um máximo de 20 impactes antes de nova certificação. O pêndulo é sujeito a nova certificação se passar mais de um ano desde a anterior certificação ou se, aquando de um impacte, o CAC especificado for excedido nalgum dos transdutores.
3.4.1.5 - O pêndulo-cabeça é montado, impelido e lançado conforme prescrevem os n.os 2.1 e 2.2.
3.4.2 - Método de ensaio:
3.4.2.1 - O estado do veículo ou do subsistema deve cumprir o prescrito no capítulo I da presente parte. A temperatura estabilizada da aparelhagem de ensaio e do veículo ou subsistema deve ser de 20ºC (mais ou menos) 4ºC.
3.4.2.2 - Os ensaios serão realizados contra o topo da tampa, entre os limites definidos nos n.os 3.2 e 3.4.2.3.
Nos ensaios realizados contra a parte posterior do topo da tampa, o pêndulo-cabeça não deve entrar em contacto com o pára-brisas ou com os pilares A antes de colidir com o topo da tampa.
3.4.2.3 - Nos ensaios relativos ao topo da tampa, utiliza-se o pêndulo que simula uma cabeça de criança/cabeça pequena de adulto (cf. n.º 3.4.1), com os pontos de primeiro contacto entre os limites definidos pela distância envolvente de 1000 mm e pela linha posterior de referência do topo da tampa (cf. parte I, n.º 2.9.7).
A direcção de impacte é a especificada no n.º 3.4.2.4 e a velocidade de impacte a especificada no n.º 3.4.2.6.
3.4.2.4 - A direcção de impacte deve situar-se no plano vertical ao longo da largura da secção do veículo a ensaiar. A tolerância para esta direcção é de (mais ou menos) 2º. A direcção de impacte nos ensaios do topo da tampa deve ser para baixo e para trás, como se o veículo assentasse no pavimento. Nos ensaios com o pêndulo que simula uma cabeça de criança/cabeça pequena de adulto, o ângulo de impacte deve ser de 50º (mais ou menos) 2º em relação ao nível de referência. O efeito da gravidade deve ser tido em conta se o ângulo de impacte for obtido a partir de medições efectuadas antes do primeiro contacto.
3.4.2.5 - No instante do primeiro contacto, o ponto de primeiro contacto do pêndulo-cabeça deve situar-se a (mais ou menos) 10 mm do ponto seleccionado para o impacte.
3.4.2.6 - A velocidade de impacte do pêndulo-cabeça ao colidir com o topo da tampa do compartimento do motor deve ser de 9,7 m/s (mais ou menos) 0,2 m/s. O efeito da gravidade deve ser tido em conta se a velocidade de impacte for obtida a partir de medições efectuadas antes do primeiro contacto.
4 - Pêndulo que simula uma cabeça de criança/cabeça pequena de adulto:
4.1 - O pêndulo que simula uma cabeça de criança/cabeça pequena de adulto é uma esfera homogénea de alumínio.
4.2 - A esfera é coberta, pelo menos em metade da sua superfície, com uma pele sintética de 13,9 mm (mais ou menos) 0,5 mm de espessura.
4.3 - O centro de gravidade do pêndulo que simula a cabeça de criança/cabeça pequena de adulto, incluindo instrumentos, deve localizar-se no centro da esfera, com uma tolerância de (mais ou menos) 5 mm. O momento de inércia em torno de um eixo que passa pelo centro de gravidade e é perpendicular à direcção de impacte deve ser de 0,010 kgm2 (mais ou menos) 0,0020 kgm2.
4.4 - A esfera deve ser provida de um recesso para montar um acelerómetro triaxial ou três uniaxiais. Os acelerómetros serão colocados na posição definida nos n.os 4.4.1 e 4.4.2.
4.4.1 - Um dos acelerómetros terá o seu eixo sensível perpendicular à face A de montagem (fig. 10) e a sua massa sísmica será posicionada nos limites de um campo cilíndrico de tolerância com 1 mm de raio e 20 mm de comprimento. A linha central do campo de tolerância será perpendicular à face de montagem e o seu meio será coincidente com o centro da esfera do pêndulo.
4.4.2 - Os eixos sensíveis dos restantes acelerómetros serão perpendiculares uns aos outros, paralelos à face de montagem A, e a sua massa sísmica estará posicionada nos limites de uma esfera de tolerância com 10 mm de raio. O centro do campo de tolerância deve coincidir com o centro da esfera do pêndulo.
(ver figura no documento original)
CAPÍTULO VI — Ensaios de cabeça de adulto contra o pára-brisas
1 - Âmbito de aplicação - este método de ensaio aplica-se aos requisitos fixados nos n.os 1 a 5 do artigo 3.º do presente Regulamento.
2 - Aspectos gerais:
2.1 - O pêndulo que simula uma cabeça, para os ensaios de impacte com o pára-brisas, deve ir em «voo livre (movimento livre)» no instante do impacte. O pêndulo é lançado em movimento livre a tal distância do veículo que os resultados do ensaio não sejam influenciados pelo contacto do pêndulo com o sistema de propulsão durante o seu retorno.
2.2 - O pêndulo pode ser impelido por uma pistola de ar, de molas ou hidráulica, ou por outro meio que se demonstre produzir o mesmo resultado.
3 - Caderno de encargos do ensaio:
3.1 - O objectivo do ensaio é garantir o cumprimento dos requisitos apresentados no n.º 5 do artigo 3.º do presente Regulamento.
3.2 - Os ensaios com o pêndulo que simula a cabeça de um adulto são efectuados contra o pára-brisas. Efectua-se com o pêndulo-cabeça um mínimo de cinco ensaios, em posições consideradas as mais susceptíveis de causar lesões.
Os pontos seleccionados para o ensaio do pêndulo que simula uma cabeça de adulto contra o pára-brisas devem ter um espaçamento mínimo de 165 mm, com um mínimo de 82,5 mm dentro dos limites do pára-brisas, como definido na Directiva n.º 77/649/CEE, e um mínimo de 82,5 mm para a frente da linha posterior de referência do pára-brisas, como definida no n.º 2.11.1 da parte I (fig. 11).
Estas distâncias mínimas devem ser marcadas com uma fita flexível esticada ao longo da superfície exterior do veículo. Se tiverem sido seleccionadas várias posições de ensaio como passíveis de causar lesões e a zona de ensaio remanescente for demasiado exígua para seleccionar outra posição de ensaio respeitando os espaçamentos mínimos entre ensaios, podem ser efectuados menos de cinco ensaios. As posições testadas pelos laboratórios devem ser indicadas no relatório do ensaio.
3.3 - Todas as partes da área descrita no n.º 3.2 devem ser consideradas da mesma maneira.
3.4 - Método de ensaio:
3.4.1 - Aparelhagem de ensaio:
3.4.1.1 - O pêndulo que simula uma cabeça de adulto é uma esfera rígida provida de um revestimento de pele sintética, obedecendo ao prescrito no n.º 4 do presente capítulo e na fig. 12 da presente parte. O diâmetro será de 165 mm (mais ou menos) 1 mm (fig. 12). A massa total do pêndulo, incluindo instrumentos, será de 4,8 kg (mais ou menos) 0,1 kg.
3.4.1.2 - No centro da esfera monta-se um acelerómetro triaxial ou três uniaxiais.
3.4.1.3 - O valor CFC de resposta dos instrumentos (cf. definição na norma ISO 6487:2000) deve ser de 1000. O valor de resposta CAC (cf. ISO 6487:2000) deve ser de 500 g para a aceleração.
3.4.1.4 - Os pêndulos-cabeça devem cumprir os requisitos de desempenho especificados no n.º 4 do apêndice I. O pêndulo certificado serve para um máximo de 20 impactes antes de nova certificação. O pêndulo é sujeito a nova certificação se passar mais de um ano desde a anterior certificação ou se, aquando de um impacte, o CAC especificado for excedido nalgum dos transdutores.
3.4.1.5 - Os pêndulos-cabeça são montados, impelidos e lançados conforme prescrevem os n.os 2.1 e 2.2.
3.4.2 - Método de ensaio:
3.4.2.1 - O estado do veículo ou do subsistema deve cumprir o prescrito no capítulo I da presente parte. A temperatura estabilizada da aparelhagem de ensaio e do veículo ou subsistema deve ser de 20ºC (mais ou menos) 4ºC.
3.4.2.2 - Os ensaios serão realizados contra o pára-brisas, entre os limites definidos no n.º 3.2.
3.4.2.3 - Nos ensaios relativos ao pára-brisas, utiliza-se o pêndulo que simula uma cabeça de adulto (cf. n.º 3.4.1), com os pontos de primeiro contacto entre os limites definidos no n.º 3.4.2.2.
A direcção de impacte é a especificada no n.º 3.4.2.4 e a velocidade de impacte a especificada no n.º 3.4.2.6.
3.4.2.4 - A direcção de impacte deve situar-se no plano vertical ao longo da largura da secção do veículo a ensaiar. A tolerância para esta direcção é de (mais ou menos) 2º. O ângulo de impacte deve ser de 35º (mais ou menos) 2º em relação ao nível de referência. O efeito da gravidade deve ser tido em conta se o ângulo de impacte for obtido a partir de medições efectuadas antes do primeiro contacto.
3.4.2.5 - No instante do primeiro contacto, o ponto de primeiro contacto do pêndulo-cabeça deve situar-se a (mais ou menos) 10 mm do ponto seleccionado para o impacte.
3.4.2.6 - A velocidade de impacte do pêndulo-cabeça ao colidir com o pára-brisas deve ser de 9,7 m/s (mais ou menos) 0,2 m/s. O efeito da gravidade deve ser tido em conta se a velocidade de impacte for obtida a partir de medições efectuadas antes do primeiro contacto.
4 - Pêndulo que simula uma cabeça de adulto:
4.1 - O pêndulo que simula uma cabeça de adulto é uma esfera homogénea de alumínio.
4.2 - A esfera é coberta, pelo menos em metade da sua superfície, com uma pele sintética de 13,9 mm (mais ou menos) 0,5 mm de espessura.
4.3 - O centro de gravidade do pêndulo que simula uma cabeça de adulto, incluindo instrumentos, deve localizar-se no centro da esfera, com uma tolerância de (mais ou menos) 5 mm. O momento de inércia em torno de um eixo que passa pelo centro de gravidade e é perpendicular à direcção de impacte deve ser de 0,0125 kgm2 (mais ou menos) 0,0010 kgm2.
4.4 - A esfera deve ser provida de um recesso para montar um acelerómetro triaxial ou três uniaxiais. Os acelerómetros serão colocados na posição definida nos n.os 4.4.1 e 4.4.2.
4.4.1 - Um dos acelerómetros terá o seu eixo sensível perpendicular à face A de montagem (fig. 12) e a sua massa sísmica será posicionada nos limites de um campo cilíndrico de tolerância com 1 mm de raio e 20 mm de comprimento. A linha central do campo de tolerância será perpendicular à face de montagem e o seu meio será coincidente com o centro da esfera do pêndulo.
4.4.2 - Os eixos sensíveis dos restantes acelerómetros serão perpendiculares uns aos outros, paralelos à face de montagem A, e a sua massa sísmica estará posicionada nos limites de uma esfera de tolerância com 10 mm de raio. O centro do campo de tolerância deve coincidir com o centro da esfera do pêndulo.
Da Fig. 11 à Fig. 12
(ver figuras no documento original)
CAPÍTULO VII — Ensaios de cabeça de criança e de cabeça de adulto contra o topo da tampa do compartimento do motor
1 - Âmbito de aplicação - este método de ensaio aplica-se aos n.os 6 a 10 do artigo 3.º do presente Regulamento.
2 - Aspectos gerais:
2.1 - Os pêndulos-cabeça, para os ensaios de impacte com o topo da tampa do compartimento do motor, devem ir em voo livre (movimento livre) no instante do impacte. Os pêndulos são lançados em movimento livre a tal distância do veículo que os resultados do ensaio não sejam influenciados pelo contacto dos pêndulos com o sistema de propulsão durante o seu retorno.
2.2 - Os pêndulos podem ser impelidos por uma pistola de ar, de molas ou hidráulica, ou por outro meio que se demonstre produzir o mesmo resultado.
3 - Caderno de encargos do ensaio:
3.1 - O objectivo do ensaio é garantir o cumprimento dos requisitos apresentados nos n.os 8 e 10 do artigo 3.º do presente Regulamento.
3.2 - Os ensaios com o pêndulo-cabeça são efectuados contra o topo da tampa (cf. definição do n.º 2.9, da parte I). Os ensaios da secção anterior do topo da tampa, definidos no n.º 3.4.2.3, efectuam-se com o pêndulo que simula uma cabeça de criança, definido no n.º 3.4.1.1. Os ensaios da secção posterior, definidos no n.º 3.4.2.4, efectuam-se com o pêndulo que simula uma cabeça de adulto, definido no n.º 3.4.1.1. Efectua-se com cada pêndulo um mínimo de nove ensaios, três dos quais no terço mediano e outros três em cada um dos terços externos das secções anterior e posterior do topo da tampa (cf. parte I, n.º 2.9.8), em posições consideradas as mais susceptíveis de causar lesões. Os ensaios incidirão em diferentes tipos da estrutura, se esta variar na zona a testar.
3.3 - Os pontos seleccionados para o ensaio do pêndulo que simula uma cabeça de adulto devem ter um espaçamento mínimo de 165 mm, com um mínimo de 82,5 mm adentro das linhas laterais de referência definidas para a tampa e um mínimo de 82,5 mm adiante da linha posterior de referência definida para a mesma. Os pontos de ensaio devem ter uma localização tal que o pêndulo não tenda a colidir à rasante com o topo da tampa, arriscando-se depois a chocar mais gravemente com o pára-brisas ou com um pilar A. Os pontos seleccionados para o ensaio do pêndulo que simula uma cabeça de criança devem ter um espaçamento mínimo de 130 mm, com um mínimo de 65 mm adentro das linhas laterais de referência definidas para a tampa e um mínimo de 65 mm adiante da linha posterior de referência definida para a mesma. Cada ponto seleccionado para ensaio da cabeça de criança deve também ficar um mínimo de 130 mm atrás da linha de referência da borda dianteira da tampa, a menos que nenhum ponto situado na zona de ensaio da borda dianteira da tampa a menos de 130 mm para os lados, caso fosse escolhido para um ensaio de anca contra a borda da tampa, exigisse uma energia cinética de impacte superior a 200 J.
Estas distâncias mínimas devem ser marcadas com uma fita flexível esticada ao longo da superfície exterior do veículo. Se tiverem sido seleccionadas várias posições de ensaio como passíveis de causar lesões e a zona de ensaio remanescente for demasiado exígua para seleccionar outra posição de ensaio respeitando os espaçamentos mínimos entre ensaios, podem ser efectuados menos de nove ensaios. As posições testadas pelos laboratórios devem ser indicadas no relatório de ensaio.
3.4 - Método de ensaio:
3.4.1 - Aparelhagem de ensaio:
3.4.1.1 - Os pêndulos que simulam uma cabeça de adulto/criança são esferas rígidas providas de um revestimento de pele sintética, obedecendo ao prescrito no n.º 4 do presente capítulo e nas figs. 13 e 14 da presente parte, respectivamente. O diâmetro é de 165 mm (mais ou menos) 1 mm para a cabeça de adulto e de 130 mm (mais ou menos) 1 mm para a cabeça de criança, conforme indicam as figs. 13 e 14. As respectivas massas totais, incluindo instrumentos, são de 4,8 kg (mais ou menos) 0,1 kg e de 2,5 kg (mais ou menos) 0,05 kg.
3.4.1.2 - No centro da esfera de ambos os tipos de cabeça monta-se um acelerómetro triaxial ou três uniaxiais.
3.4.1.3 - O valor CFC de resposta dos instrumentos (cf. definição na norma ISO 6487:2000) deve ser de 1000. O valor de resposta CAC (cf. ISO 6487:2000) deve ser de 500 g para a aceleração.
3.4.1.4 - Os pêndulos-cabeça devem cumprir os requisitos de desempenho especificados no n.º 4 do apêndice I. Os pêndulos certificados serve para um máximo de 20 impactes antes de nova certificação. Os pêndulos são sujeitos a nova certificação se passar mais de um ano desde a anterior certificação ou se, aquando de um impacte, o CAC especificado for excedido nalgum dos transdutores.
3.4.1.5 - Os pêndulos-cabeça são montados, impelidos e lançados conforme prescrevem os n.os 2.1 e 2.2.
3.4.2 - Método de ensaio:
3.4.2.1 - O estado do veículo ou do subsistema deve cumprir o prescrito no capítulo I da presente parte. A temperatura estabilizada da aparelhagem de ensaio e do veículo ou subsistema deve ser de 20ºC (mais ou menos) 4ºC.
3.4.2.2 - Os ensaios serão realizados contra o topo da tampa, entre os limites definidos nos n.os 3.2, 3.4.2.3 e 3.4.2.4.
Nos ensaios realizados contra a parte posterior do topo da tampa, o pêndulo-cabeça não deve entrar em contacto com o pára-brisas ou com os pilares A antes de colidir com o topo da tampa.
3.4.2.3 - Nos ensaios relativos à secção anterior do topo da tampa, utiliza-se o pêndulo que simula uma cabeça de criança (cf. n.º 3.4.1), com os pontos de primeiro contacto situados entre os limites definidos pelas distâncias envolventes de 1000 mm e de 1500 mm ou pela linha posterior de referência da tampa (cf. parte I, n.º 2.9.7).
A direcção de impacte é a especificada no n.º 3.4.2.5 e a velocidade de impacte a especificada no n.º 3.4.2.7.
3.4.2.4 - Nos ensaios relativos à secção posterior do topo da tampa, utiliza-se o pêndulo que simula uma cabeça de adulto (cf. n.º 3.4.1), com os pontos de primeiro contacto situados entre os limites definidos pelas distâncias envolventes de 1500 mm e de 2100 mm ou pela linha posterior de referência do topo da tampa (cf. parte I, n.º 2.9.7).
A direcção de impacte é a especificada no n.º 3.4.2.5 e a velocidade de impacte a especificada no n.º 3.4.2.7.
3.4.2.5 - A direcção de impacte deve situar-se no plano vertical ao longo da largura da secção do veículo a ensaiar. A tolerância para esta direcção é de (mais ou menos) 2º. A direcção de impacte nos ensaios do topo da tampa deve ser para baixo e para trás, como se o veículo assentasse no pavimento. Nos ensaios com o pêndulo que simula uma cabeça de criança, o ângulo de impacte deve ser de 50º (mais ou menos) 2º em relação ao nível de referência. Nos ensaios com o pêndulo que simula uma cabeça de adulto, o ângulo de impacto será de 65º (mais ou menos) 2º em relação ao nível de referência.
O efeito da gravidade deve ser tido em conta se o ângulo de impacte for obtido a partir de medições efectuadas antes do primeiro contacto.
3.4.2.6 - No instante do primeiro contacto, o ponto de primeiro contacto do pêndulo-cabeça deve situar-se a (mais ou menos) 10 mm do ponto seleccionado para o impacte.
3.4.2.7 - A velocidade de impacte dos pêndulos-cabeça ao colidir com o topo da tampa do compartimento do motor deve ser de 11,1 m/s (mais ou menos) 0,2 m/s. O efeito da gravidade deve ser tido em conta se a velocidade de impacte for obtida a partir de medições efectuadas antes do primeiro contacto.
4 - Pêndulos-cabeça:
4.1 - Pêndulo que simula uma cabeça de adulto:
4.1.1 - O pêndulo que simula uma cabeça de adulto é uma esfera homogénea de alumínio.
4.1.2 - A esfera é coberta, pelo menos em metade da sua superfície, com uma «pele» sintética de 13,9 mm (mais ou menos) 0,5 mm de espessura.
4.1.3 - O centro de gravidade do pêndulo que simula uma cabeça de adulto, incluindo instrumentos, deve localizar-se no centro da esfera, com uma tolerância de (mais ou menos) 5 mm. O momento de inércia em torno de um eixo que passa pelo centro de gravidade e é perpendicular à direcção de impacte deve ser de 0,0125 kgm2 (mais ou menos) 0,0010 kgm2.
4.1.4 - A esfera deve ser provida de um recesso para montar um acelerómetro triaxial ou três uniaxiais. Os acelerómetros serão colocados na posição definida nos n.os 4.1.4.1 e 4.1.4.2.
4.1.4.1 - Um dos acelerómetros terá o seu eixo sensível perpendicular à face A de montagem (fig. 13) e a sua massa sísmica será posicionada nos limites de um campo cilíndrico de tolerância com 1 mm de raio e 20 mm de comprimento. A linha central do campo de tolerância será perpendicular à face de montagem e o seu meio será coincidente com o centro da esfera do pêndulo.
4.1.4.2 - Os eixos sensíveis dos restantes acelerómetros serão perpendiculares uns aos outros, paralelos à face de montagem A, e a sua massa sísmica estará posicionada nos limites de uma esfera de tolerância com 10 mm de raio. O centro do campo de tolerância deve coincidir com o centro da esfera do pêndulo.
4.2 - Pêndulo que simula uma cabeça de criança:
4.2.1 - O pêndulo que simula uma cabeça de criança é uma esfera homogénea de alumínio.
4.2.2 - A esfera é coberta, pelo menos em metade da sua superfície, com uma pele sintética de 11 mm (mais ou menos) 0,5 mm de espessura.
4.2.3 - O centro de gravidade do pêndulo que simula uma cabeça de criança, incluindo instrumentos, deve localizar-se no centro da esfera, com uma tolerância de (mais ou menos) 5 mm. O momento de inércia em torno de um eixo que passa pelo centro de gravidade e é perpendicular à direcção de impacte deve ser de 0,0036 kgm2 (mais ou menos) 0,0003 kgm2.
4.2.4 - A esfera deve ser provida de um recesso para montar um acelerómetro triaxial ou três uniaxiais. Os acelerómetros serão colocados na posição definida nos n.os 4.2.4.1 e 4.2.4.2.
4.2.4.1 - Um dos acelerómetros terá o seu eixo sensível perpendicular à face A de montagem (fig. 14) e a sua massa sísmica será posicionada nos limites de um campo cilíndrico de tolerância com 1 mm de raio e 20 mm de comprimento. A linha central do campo de tolerância será perpendicular à face de montagem e o seu meio será coincidente com o centro da esfera do pêndulo.
4.2.4.2 - Os eixos sensíveis dos restantes acelerómetros serão perpendiculares uns aos outros, paralelos à face de montagem A, e a sua massa sísmica estará posicionada nos limites de uma esfera de tolerância com 10 mm de raio. O centro do campo de tolerância deve coincidir com o centro da esfera do pêndulo.
Da Fig. 13 à Fig. 14
(ver figuras no documento original)
APÊNDICE I
Certificação dos pêndulos
1 - Requisitos relativos à certificação:
1.1 - Os pêndulos utilizados nos ensaios referidos na parte II devem cumprir determinados requisitos de desempenho.
Os requisitos para o pêndulo que simula uma perna são especificados no n.º 2; os requisitos para o pêndulo que simula uma anca são especificados no n.º 3 e para os pêndulos-cabeça (adulto, criança e criança/cabeça pequena de adulto) no n.º 4.
2 - Pêndulo que simula uma perna:
2.1 - Ensaios estáticos:
2.1.1 - O pêndulo que simula uma perna deve cumprir os requisitos especificados no n.º 2.1.2 durante o ensaio referido no n.º 2.1.4 e os requisitos especificados no n.º 2.1.3 durante o ensaio referido no n.º 2.1.5.
Em ambos os ensaios, o pêndulo, para o funcionamento correcto da junta-joelho, deve ter em torno do seu eixo longitudinal a orientação pretendida, com uma tolerância de (mais ou menos) 2º.
A temperatura estabilizada do pêndulo durante a certificação deve ser de 20ºC (mais ou menos) 2ºC.
Os valores de resposta CAC (cf. ISO 6487:2000) do pêndulo carregado em flexão (cf. n.º 2.1.4) devem ser de 50º para o ângulo de flexão do joelho e 500 N para a força aplicada; do pêndulo carregado em ruptura (cf. n.º 2.1.5) devem ser de 10 mm para o deslocamento de ruptura do joelho e de 10 kN para a força aplicada. Em ambos os ensaios, é permitida filtragem passa-baixo a uma frequência adequada, para remover ruídos de frequência superior sem afectar significativamente a medição da resposta do pêndulo.
2.1.2 - Quando se carrega o pêndulo em flexão nos termos do n.º 2.1.4, a resposta «força aplicada/ângulo de flexão» deve situar-se dentro dos limites indicados na fig. 1. Por outro lado, a energia necessária para produzir 15º de flexão deve ser de 100 J (mais ou menos) 7 J.
2.1.3 - Quando se carrega o pêndulo em ruptura nos termos do n.º 2.1.5, a resposta «força aplicada/deslocamento de ruptura» deve situar-se dentro dos limites indicados na fig. 2.
2.1.4 - O pêndulo-perna, sem revestimento de espuma nem pele, é montado com a tíbia firmemente presa por ganchos a uma superfície horizontal fixa e com um tubo de metal ligado firmemente ao fémur (fig. 3). Para evitar erros de fricção, a secção do fémur ou o tubo de metal não serão equipados com qualquer apoio. O momento de flexão aplicado no centro da junta-joelho, devido ao peso do tubo de metal e outros componentes (excluindo a própria perna), não será superior a 25 Nm.
Aplica-se ao tubo de metal uma força horizontal normal, a uma distância de 2,0 m (mais ou menos) 0,01 m do centro da junta-joelho, registando-se o resultante ângulo de deflexão do joelho. A carga é incrementada até o ângulo de deflexão ultrapassar 22º.
A energia é calculada integrando a força em relação ao ângulo de flexão em radianos e multiplicando pelo comprimento da alavanca (2 m (mais ou menos) 0,01 m).
2.1.5 - O pêndulo, sem revestimento de espuma nem pele, é montado com a tíbia firmemente presa por ganchos a uma superfície horizontal fixa e com um tubo de metal ligado firmemente ao fémur, com a extremidade oposta a 2 m do centro da junta-joelho (fig. 4).
Aplica-se ao fémur uma força horizontal normal, à distância de 50 mm do centro da junta-joelho, registando o resultante deslocamento de ruptura do joelho. A carga é incrementada até ultrapassar 6 kN ou até o deslocamento de ruptura do joelho ultrapassar 8 mm.
2.2 - Ensaios dinâmicos:
2.2.1 - O pêndulo-perna deve cumprir os requisitos especificados no n.º 2.2.2 durante o ensaio referido no n.º 2.2.4.
A temperatura estabilizada do pêndulo durante a certificação deve ser de 20ºC (mais ou menos) 2ºC.
2.2.2 - Quando o pêndulo é percutido por um pêndulo de certificação guiado linearmente (cf. n.º 2.2.4), a aceleração máxima na parte de cima da tíbia não deve ser inferior a 120 g nem superior a 250 g. O ângulo máximo de flexão não deve ser inferior a 6,2º nem superior a 8,2º. O deslocamento máximo de ruptura não será inferior a 3,5 mm nem superior a 6 mm.
Para todos estes valores, as leituras devem corresponder ao impacte inicial com o pêndulo de certificação e não à fase de travagem. Qualquer sistema utilizado para travar o pêndulo-perna ou o pêndulo de certificação deve ser disposto de modo que a fase de travagem não se sobreponha cronologicamente ao impacte inicial. O sistema de travagem não deve fazer os resultados dos transdutores excederem os valores CAC especificados.
2.2.3 - O valor CFC de resposta dos instrumentos (cf. definição na norma ISO 6487:2000) deve ser de 180 em todos os transdutores. Os valores de resposta CAC (cf. ISO 6487:2000) devem ser de 50º para o ângulo de flexão do joelho, de 10 mm para o deslocamento de ruptura do joelho e de 500 g para a aceleração. Estes valores não implicam que o pêndulo chegue fisicamente a flectir e a romper.
2.2.4 - Método de ensaio:
2.2.4.1 - O pêndulo, com o revestimento de espuma e a pele, é suspenso horizontalmente por três cabos de aço de 1,5 mm (mais ou menos) 0,2 mm de diâmetro e de 2 m de comprimento mínimo (fig. 5a), de modo que o seu eixo longitudinal fique horizontal, com a tolerância de (mais ou menos) 0,5º, e perpendicular à direcção do movimento do pêndulo de certificação, com a tolerância de (mais ou menos) 2º Para o correcto funcionamento da junta-joelho, o pêndulo deve ter a orientação pretendida em torno do seu eixo longitudinal, com a tolerância de (mais ou menos) 2º.
O pêndulo deve cumprir os requisitos do capítulo II da parte II (n.º 3.4.1.1), com o(s) gancho(s) de fixação para os cabos de aço.
2.2.4.2 - A massa total do pêndulo de certificação, incluindo os componentes de propulsão e de guiamento que fazem parte integrante dele durante o impacte, deve ser de 9 (mais ou menos) 0,05 Kg. A face, cujas dimensões são especificadas na fig. 5b, deve ser de alumínio, com um acabamento superficial externo superior a 2 (mi)m.
O sistema de guiamento é equipado com guias de pouco atrito, insensíveis a cargas fora do eixo, para que o pêndulo possa mover-se somente na direcção de impacte especificada, quando em contacto com o veículo. As guias impedem movimentos noutras direcções, incluindo rotação em torno de qualquer eixo.
2.2.4.3 - O pêndulo deve ser certificado com espuma nunca antes utilizada.
2.2.4.4 - A espuma do pêndulo não deve ser excessivamente manuseada ou deformada antes, durante ou depois da aplicação.
2.2.4.5 - O pêndulo de certificação é impelido horizontalmente à velocidade de 7,5 m/s (mais ou menos) 0,1 m/s contra o pêndulo, que está estacionário (fig. 5a). O pêndulo de certificação é colocado em posição tal que a sua linha central coincida com uma posição na linha central da tíbia a 50 mm do centro do joelho, com tolerâncias de (mais ou menos) 3 mm quer lateral quer verticalmente.
3 - Pêndulo que simula uma anca:
3.1 - O pêndulo que simula uma anca deve cumprir os requisitos especificados no n.º 3.2 durante o ensaio referido no n.º 3.3.
A temperatura estabilizada do pêndulo durante a certificação deve ser de 20ºC (mais ou menos) 2ºC.
3.2 - Requisitos:
3.2.1 - Quando o pêndulo é impelido contra um pêndulo cilíndrico de certificação, que está estacionário, a força máxima medida em cada transdutor de carga não deve ser inferior a 1,20 kN nem superior a 1,55 kN, e a diferença entre as forças máximas medidas nos transdutores de cima e de baixo não deve ser superior a 0,10 kN. Por outro lado, o momento máximo de flexão medido pelos extensómetros não deve ser inferior a 190 Nm nem superior a 250 Nm na posição central, e não deve ser inferior a 160 Nm nem superior a 220 Nm nas posições externas. A diferença entre os momentos máximos de flexão em cima e em baixo não deve ser superior a 20 Nm.
Para todos estes valores, as leituras devem corresponder ao impacte inicial com o pêndulo de certificação e não à fase de travagem. Qualquer sistema utilizado para travar o pêndulo-anca ou o pêndulo de certificação deve ser disposto de modo que a fase de travagem não se sobreponha cronologicamente ao impacte inicial. O sistema de travagem não deve fazer os resultados dos transdutores excederem os valores CAC especificados.
3.2.2 - O valor CFC de resposta dos instrumentos (cf. definição na norma ISO 6487:2000) deve ser de 180 em todos os transdutores. Os valores de resposta CAC (cf. ISO 6487:2000) devem ser de 10 kN para os transdutores de força e de 1000 Nm para os momentos de flexão.
3.3 - Método de ensaio:
3.3.1 - O pêndulo é montado no sistema de propulsão e de guiamento por uma junta limitadora de torção. A junta limitadora de torção deve ser instalada de modo que o eixo longitudinal do elemento anterior fique perpendicular ao eixo do sistema de guiamento, com uma tolerância de (mais ou menos) 2º, sendo no mínimo de 650 Nm o binário de atrito da junta. O sistema de guiamento é equipado com guias de pouco atrito, para que o pêndulo-anca possa mover-se somente na direcção de impacte especificada, quando em contacto com o pêndulo de certificação.
3.3.2 - A massa do pêndulo, incluindo os componentes de propulsão e de guiamento que fazem parte integrante dele durante o impacte, deve ser ajustada a 12 kg (mais ou menos) 0,1 kg.
3.3.3 - O centro de gravidade das partes do pêndulo situadas efectivamente à frente da junta limitadora de torção, incluindo os pesos adicionais, deve recair na linha longitudinal central do pêndulo, com uma tolerância de (mais ou menos) 10 mm.
3.3.4 - O pêndulo deve ser certificado com espuma nunca antes utilizada.
3.3.5 - A espuma do pêndulo não deve ser excessivamente manuseada ou deformada antes, durante ou depois da aplicação.
3.3.6 - O pêndulo com o elemento anterior vertical é impelido horizontalmente à velocidade de 7,1 m/s (mais ou menos) 0,1 m/s contra o pêndulo de certificação, que está estacionário (fig. 6).
3.3.7 - O tubo do pêndulo de certificação deve ter a massa de 3 kg (mais ou menos) 0,03 kg, o diâmetro externo de 150(elevado a +1)(índice -4) mm e a espessura de parede de 3 mm (mais ou menos) 0,15 mm. O tubo do pêndulo de certificação deve ter um comprimento total de 275 mm (mais ou menos) 5 mm. Este tubo deve ser em aço sem costura trefilado a frio (permitida a metalização superficial contra a corrosão), com um acabamento superficial externo superior a 2 (mi)m. Deve ser suspenso de dois cabos de aço de 1,5 mm (mais ou menos) 0,2 mm de diâmetro e de 2 m de comprimento mínimo. A superfície do pêndulo de certificação deve estar limpa e seca. O tubo do pêndulo de certificação é colocado de modo que o eixo longitudinal do cilindro fique perpendicular ao elemento anterior (ou seja, nivelado), com uma tolerância de (mais ou menos) 2º, e à direcção de deslocação do pêndulo, com uma tolerância de (mais ou menos) 2º, e com o centro do tubo do pêndulo de certificação alinhado com o centro do elemento anterior do pêndulo, com uma tolerância de (mais ou menos) 5 mm quer lateral quer verticalmente.
4 - Pêndulos que simulam uma cabeça:
4.1 - Os pêndulos que simulam cabeças (de criança/cabeça pequena de adulto e de adulto) devem cumprir os requisitos especificados no n.º 4.2 durante o ensaio referido no n.º 4.3.
A temperatura estabilizada dos pêndulos durante a certificação deve ser de 20ºC (mais ou menos) 2ºC.
4.2 - Requisitos:
4.2.1 - Quando o pêndulo-cabeça de criança é percutido por um pêndulo de certificação guiado linearmente (cf. n.º 4.3), a resultante aceleração máxima medida por um acelerómetro triaxial (ou por três uniaxiais) na cabeça não deve ser inferior a 405 g nem superior a 495 g. A resultante curva tempo-aceleração deve ser unimodal.
4.2.2 - Quando o pêndulo-cabeça de criança/cabeça pequena de adulto é percutido por um pêndulo de certificação guiado linearmente (cf. n.º 4.3), a resultante aceleração máxima medida por um acelerómetro triaxial (ou por três uniaxiais) na cabeça não deve ser inferior a 290 g nem superior a 350 g. A resultante curva tempo-aceleração deve ser unimodal.
4.2.3 - Quando o pêndulo-cabeça de adulto é percutido por um pêndulo de certificação guiado linearmente (cf. n.º 4.3), a resultante aceleração máxima medida por um acelerómetro triaxial (ou por três uniaxiais) na cabeça não deve ser inferior a 337,5 g nem superior a 412,5 g. A resultante curva tempo-aceleração deve ser unimodal.
4.2.4 - O valor CFC de resposta dos instrumentos (cf. definição na norma ISO 6487:2000) deve ser de 1000. O valor de resposta CAC (cf. ISO 6487:2000) deve ser de 1000 g para a aceleração.
4.3 - Método de ensaio:
4.3.1 - Os pêndulos-cabeça devem ser suspensos conforme indica a fig. 7, com a face posterior num ângulo entre 25º e 90º com a horizontal.
4.3.2 - A massa total do pêndulo de certificação, incluindo os componentes de propulsão e de guiamento que fazem parte integrante dele durante o impacte, deve ser de 1 kg (mais ou menos) 0,01 kg. O sistema de guiamento linear deve ser equipado com guias de pouco atrito que não contenham partes rotativas. O diâmetro da face plana do pêndulo deve ser de 70 mm (mais ou menos) 1 mm. A aresta deve ser arredondada com um raio de 5 mm (mais ou menos) 0,5 mm. A face do pêndulo de certificação deve ser de alumínio, com um acabamento superficial externo superior a 2 (mi)m.
4.3.3 - O pêndulo de certificação é impelido horizontalmente à velocidade de 7,1 m/s (mais ou menos) 0,1 m/s contra os pêndulos-cabeça de criança e de criança/cabeça pequena de adulto, que estão estacionários, à velocidade de 10 m/s (mais ou menos) 0,1 m/s contra o pêndulo que simula uma cabeça de adulto, que está estacionário. O pêndulo de certificação é colocado em posição tal que o centro de gravidade da cabeça se localize na linha central do pêndulo de certificação, com a tolerância de (mais ou menos) 5 mm quer lateral quer verticalmente.
4.3.4 - O ensaio é executado em três diferentes pontos de impacte em cada pêndulo-cabeça. Nessas localizações específicas, ensaia-se pele previamente usada e ou danificada.
QUADRO N.º 1
Resumo dos requisitos de resposta dos pêndulos-cabeça
(ver quadro no documento original)
Da Fig. 1 à Fig. 7
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