Decreto Legislativo Regional n.º 2/2003/A — Aprova o Plano Regional para 2003

Tipo Decreto-Legislativo-Regional
Publicação 2003-01-24
Estado Em vigor
Texto Tal como publicado
Ministério Região Autónoma dos Açores - Assembleia Legislativa Regional
Fonte DRE
artigos 2

Este é o ato tal como foi publicado. As alterações posteriores não estão incorporadas no texto: cada uma é um ato autónomo neste repositório e uma entrada no historial desta lei.

Aprova o Plano Regional para 2003

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Por fundo estrutural, para além do valor elevado dos compromissos aprovados por parte da medida comparticipada pelo FSE, também se verificam valores significativos de aprovações para o conjunto das medidas co-financiadas pelo FEDER e pelo FEOGA-O. Quanto às medidas co-financiadas pelo IFOP, os valores de aprovações são reduzidos, traduzindo-se na necessidade de uma forte aceleração já neste ano e seguintes.

Ainda dentro do mesmo período de análise, a despesa apurada e validada pela estrutura de gestão, totalizou 102 milhões de euros, a que corresponde uma contribuição comunitária de 79 milhões euros. Considerando a despesa pública validada e confrontando-a com a programação prevista para o ano, obtém-se uma taxa global de execução de 60%.

Por eixos prioritários, os ritmos de execução financeira apresentam alguma dispersão, sendo que os valores menos expressivos estão associados às medidas dirigidas ao sector primário da economia (eixo 2) e aos apoios ao sector empresarial, por razões diversas e que mais à frente serão aduzidas.

O eixo prioritário 1 - Garantir as condições básicas para a melhoria da competitividade regional contempla o apoio ao investimento público em acessibilidades, ao nível das redes viária, portuária e aeroportuária, em infra-estruturas e equipamentos de educação, de saúde e protecção civil, com vista a aumentar os índices de cobertura da população e assegurar a qualidade de oferta destes serviços.

Em termos gerais, o ritmo de candidaturas tem sido elevado, representando no final de Julho uma taxa de aprovações de 71%. Antevê-se a relativamente curto prazo uma continuada pressão para o esgotamento dos compromissos, nomeadamente no âmbito das medidas 1.1 acessibilidades e 1.3 infra-estruturas e equipamentos de educação, cultura e desporto.

Quanto à medida 1.5 Protecção Civil, pela sua natureza e objectivos e, pela alteração de estratégia na sua gestão, apresenta valores reduzidos de compromissos. Com efeito, face à intenção inicial de utilizar os recursos financeiros maioritariamente para co-financiar meios e equipamentos próprios para o sector, entendeu-se que seria mais prudente afectar prioritariamente os meios financeiros disponíveis para solicitações derivadas de intempéries ou outros fenómenos naturais, que originem danos físicos relevantes em infra-estruturas públicas. Foi o caso vertente da destruição do molhe de protecção do porto comercial da Praia da Vitória verificada no final de 2001, cuja candidatura prevendo a intervenção de emergência foi contemplada nesta medida.

O eixo prioritário 2 - Incrementar a modernização da base produtiva tradicional compreende as iniciativas apoiadas pelo FEOGA-O e pelo IFOP. No âmbito das medidas dirigidas ao desenvolvimento rural está prevista a modernização das estruturas fundiárias e o reordenamento do espaço rural, a melhoria da rede de infra-estruturas de apoio às explorações agrícolas, a modernização da rede regional de abate, de transformação e comercialização, a valorização dos recursos florestais, e do espaço natural e do património rural. No domínio das pescas, está contemplada a protecção e valorização dos recursos marinhos, a modernização e renovação da frota de pesca, a transformação e comercialização dos produtos, equipamentos dos portos de pesca e o apoio a acções conducentes ao ajustamento do esforço de pesca.

Em termos de aprovações e relativamente às medidas co-financiadas pelo FEOGA-O, verificam-se situações bem diferenciadas. Na medida 2.1, sendo o número de candidaturas aprovadas relativamente escasso, face ao valor de investimento associado aos projectos, regista-se um nível satisfatório de absorção de compromissos (40% de aprovações), contribuindo para o efeito um projecto de média dimensão, o matadouro industrial de S. Miguel. A medida 2.2, essencialmente dirigida aos privados, regista já um assinalável volume de candidaturas aprovadas. Face ao reduzido valor de despesa associado a cada um dos projectos, a taxa de aprovações situa-se nos 24%.

Em relação às medidas co-financiadas pelo IFOP, verificou-se um montante muito reduzido de compromissos aprovados. Tal facto, deveu-se à preparação dos diplomas legais de enquadramento, à necessária recolha de pareceres e de notificação à Comissão, o que originou que durante o ano de 2001 a taxa de aprovações tenha sido quase nula, e assistindo-se em 2002 a uma significativa recuperação.

O eixo prioritário 3 - Promover a Dinamização do Desenvolvimento Sustentado inclui as medidas dirigidas à dinamização dos sectores económicos estratégicos, fora da base económica tradicional, designadamente, nos domínios da ciência, da tecnologia e da sociedade da informação, da qualificação profissional dos recursos humanos, do ordenamento do território e da sustentabilidade ambiental.

A medida 3.1 desenvolvimento do turismo regista uma taxa de aprovação elevada, cerca de 72%. Quanto à medida 3.2, que enquadra o desenvolvimento de iniciativas em parceria com associações empresariais, verificou-se uma procura excepcionalmente elevada, face à dotação prevista inicialmente, levando a que, no final de 2001, se suspendesse a aprovação de novas candidaturas nesta medida. Após obtido o necessário reforço por decisão do CA de Junho de 2002, foi possível retomar os procedimentos de aprovação. Relativamente às medidas 3.3 - Desenvolvimento da Ciência, Tecnologia e da Sociedade da Informação e 3.5 - Sistema Ambiental e do Ordenamento, os ritmos de execução foram bem mais moderados, por razões diversas. Ao passo que no primeiro domínio parte significativa dos investimentos previstos foram canalizados para um programa operacional de âmbito nacional, no caso da medida relativa ao sistema ambiental e de ordenamento, verificou-se que a preparação dos instrumentos de enquadramento (estudos e planos) ocorreu durante o ano de 2001, estando em curso a apresentação das respectivas candidaturas.

Finalmente, no que concerne à medida co-financiada pelo FSE, constata-se um ritmo de absorção muito elevado (taxa de aprovação de 78%). Destacam-se ainda as taxas de execução, quer ao nível dos projectos promovidos por entidades públicas, quer também pelas entidades privadas, o que não deixa de ser digno de registo, face ao tecido empresarial regional, formado essencialmente por empresas de muito pequena dimensão.

No eixo prioritário 4 - Apoiar o desenvolvimento local do potencial endógeno são acolhidas exclusivamente as iniciativas de investimento promovidas pelas Autarquias Locais enquanto agentes privilegiados na valorização do potencial endógeno. As áreas de intervenção abrangem o saneamento básico, a rede viária, os equipamentos educacionais e desportivos e as iniciativas locais de investimento dirigidas para a animação turística, cultural e de ordenamento industrial e comercial.

O ritmo de apresentação de candidaturas pelas Autarquias Locais tem sido elevado na generalidade das medidas deste eixo (taxa de aprovação de 54% no final de Julho), sendo que a taxa de execução financeira associada às candidaturas é mais moderada.

As iniciativas previstas no Eixo Prioritário 5 - Dinamizar e fortalecer o tecido empresarial regional compreendem os apoios financeiros dirigidos ao sector empresarial, público e privado. As intervenções ao nível do privado, com exclusão dos apoios ao sector primário e de transformação/comercialização associado, contemplados no eixo 2, revestem a forma de auxílios de estado de base regional, enquadrados e regulamentados em quadro legislativo apropriado. No âmbito da intervenção pública, estão compreendidos a modernização das redes de produção, transporte e distribuição de energia, bem como os projectos de investimento promovidos pela transportadora aérea regional.

Neste eixo verificou-se um nível mais moderado de aprovações. As medidas 5.1 e 5.2 associadas aos sistemas de ajudas ao turismo e ao comércio, indústria e serviços registaram as primeiras aprovações em 2002, e recuperam do atraso sofrido. A medida 5.3 - Energia apresenta níveis adequados de absorção dos compromissos. No que respeita à medida 5.4 - Transportes e Comunicações, onde se regista a aprovação de apenas um projecto apresentado pela SATA AIR Açores, está também contemplado o SIRIART, sistema de ajudas ao investimento promovido pelas empresas de transporte rodoviário colectivo de passageiros. Terminado já durante 2002 o período de análise e aceitação por parte da Comissão Europeia, do processo de notificação do referido sistema de incentivos, há condições para se iniciar os procedimentos de candidatura.

Por fundo estrutural, em média, as medidas co-financiadas pelo FEDER e pelo FSE são as que apresentam maiores níveis de despesa realizada e paga. Ao nível do FEOGA-O, apesar do bom nível de aprovações, estas não se traduziram, ainda, em valores substanciais de despesa. No caso particular do IFOP, tal como o nível de aprovações, o nível de execução financeira permanece ainda preocupantemente baixo.

Em termos gerais, as taxas de co-financiamento comunitário da despesa total validada acompanharam de perto o previsto na programação inicial do programa, à excepção do eixo 2, em que a execução financeira apurada se deveu em grande medida à despesa relativa à construção de uma infra-estrutura pública (matadouro industrial de S. Miguel), razão pela qual se verifica um certo desvio entre programação e execução. Logo que seja adquirida a execução cruzeiro nas medidas deste eixo, sobretudo com a concretização de projectos privados, restabelecer-se-á progressivamente o equilíbrio ao nível das taxas de co-financiamento.

PRODESA - Ponto de situação - Julho de 2002

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INTERREG III

A iniciativa comunitária INTERREG III, está subdividida em 3 vertentes:

A. Cooperação Transfronteiriça (não abrange, em termos financeiros, os Açores)

B. Cooperação Transnacional

C. Cooperação Inter-regional

Tem por objectivo estimular um desenvolvimento harmonioso, equilibrado e sustentável do conjunto do espaço comunitário.

Quanto à vertente B, que constitui de facto a mais importante para a RAA, está subdividida por subregiões a que correspondem as seguintes dotações financeiras:

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Na subregião Sudoeste Europeu, de que a Espanha é, simultaneamente, Autoridade de Gestão e Pagamento, a 1.ª Convocatória para a recepção de candidaturas termina no próximo dia 15 de Setembro de 2002.

A subregião Espaço Atlântico está numa fase mais atrasada, não tendo ainda sido aprovado o Complemento de Programação. A França desempenha as funções de Autoridade de Gestão e Autoridade de Pagamento.

Na subregião Açores/Madeira/Canárias, de entre todas a que se reveste de um maior interesse para a Região atendendo ao valor da comparticipação FEDER, para além da assistência técnica, está dividida pelos seguintes eixos:

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Para esta subregião Açores, Madeira, Canárias, cuja taxa de comparticipação da CE é de 85%, já foi realizado o 1.º Comité de Acompanhamento com a aprovação dos Complementos de Programação, ocorreram várias sessões de divulgação de entre as quais, um Seminário de Divulgação realizado em Angra do Heroísmo no passado dia 31 de Maio de 2002 e está a decorrer, até ao próximo dia 13 de Setembro de 2002, a 1.ª Convocatória para a recepção de candidaturas num total de comparticipação FEDER, para as 3 Regiões e excluindo a assistência técnica, de 43048090 euros.

Várias são as intenções de candidatura de que se tem conhecimento, envolvendo, em parceria, as mais diversas entidades públicas, regionais e locais, associações empresariais, centros de investigação, operadores privados e outros.

A Autoridade de Gestão compete à Região das Canárias e a de Pagamento à Região Autónoma da Madeira.

As negociações quanto ao INTERREG III-C, cuja dotação financeira para os Açores é de 2245000 euros, encontram-se mais atrasadas, por algumas dificuldades surgidas no desempenho das funções da Autoridade de Gestão.

FUNDO DE COESÃO

Em 29 de Dezembro de 2000 foi aprovado pela Comissão Europeia o primeiro projecto regional submetido a este instrumento financeiro da União Europeia, vocacionado para o apoio financeiro a projectos de investimento público, no domínio dos sectores dos Transportes e do Ambiente.

Este projecto compõe-se de 3 intervenções distintas, construção dos aterros sanitários de S. Miguel e do Pico e uma segunda fase da construção do aterro da Terceira. Estes projectos têm uma expressão a nível de ilha e resultam de cooperação das respectivas autarquias locais.

A construção destes aterros permite uma solução apropriada para o destino final dos resíduos sólidos produzidos por cerca de 80% da população residente nos Açores, visando também o encerramento e recuperação das lixeiras existentes, dando seguimento a uma política de erradicação desta forma de deposição.

O custo total elegível para co-financiamento ascende a 17,7 milhões de euros, sendo o apoio financeiro do Fundo de Coesão de cerca de 85% do investimento.

Decorre o processo de apuramento da despesa entretanto realizada e a formulação dos respectivos pedidos de pagamento da comparticipação comunitária.

PLANO DE DESENVOLVIMENTO RURAL

O PDRu-Açores, Plano de Desenvolvimento Rural dos Açores, engloba 4 intervenções: Indemnizações Compensatórias, Reforma Antecipada, Medidas Agro-Ambientais e Florestação de Terras Agrícolas, que no seu conjunto movimentam mais de 8.400 processos de apoio financeiro anual ao rendimento dos agricultores e à promoção do ordenamento rural da Região, permitindo sustentabilizar os processos produtivos, compatibilizando-os com a defesa e valorização dos recursos naturais e do ambiente, rejuvenescendo o tecido produtivo e simultaneamente melhorar a estrutura fundiária e a competitividade global do sector.

A execução financeira do Plano de Desenvolvimento Rural no ano FEOGA-G de 2001, atingiu uma despesa pública total de 30,9 milhões de euros, correspondendo a 24,5 milhões de euros de contribuição FEOGA-G. A despesa realizada ultrapassou em cerca de 6% as previsões, contudo esse facto realça o bom desempenho e a eficácia deste plano regional, colocando-o como o melhor a nível nacional.

Relativamente ao ano FEOGA-G de 2002 a previsão aponta para uma execução próxima dos 29,5 milhões de euros no global da 4 intervenções, consolidando os objectivos globais do Plano de Desenvolvimento Rural dos Açores.

1 - Investimento autárquico

Ao investimento municipal cabe um papel fundamental no aproveitamento das potencialidades do desenvolvimento local, reconhecendo-se a importância desta escala territorial, por razão de proximidade, como a mais adequada para satisfação de um conjunto de necessidades especificas, relativas à qualidade e condições de vida das populações, quer nos espaços rurais quer nos urbanos.

As áreas de intervenção do investimento municipal são relativamente alargadas, quer ao nível da habitação e ordenamento, do abastecimento e distribuição de água, recolha, tratamento e destino final de águas residuais e dos resíduos, passando pelas acessibilidades, infra-estruturas e equipamentos escolares e desportivos, até à animação turística e cultural.

Considerando os apoios financeiros previstos no programa operacional do 3.º Quadro Comunitário de Apoio para os Açores, PRODESA, em que as Autarquias Locais acedem a um eixo de programação exclusivo para o co-financiamento dos respectivos investimentos, desde o inicio da execução do Programa (Setembro de 2000) até ao mês de Julho de 2002 foram aprovadas 164 candidaturas, com um valor de despesa pública de investimento de cerca de 109,6 milhões de euros.

Por áreas de intervenção, tomando por base o valor de investimento, observa-se que a construção/remodelação da rede viária municipal constitui a maior fatia do investimento aprovado, tendo igualmente os municípios apresentado candidaturas com valores significativos em infra-estruturas e equipamentos nas áreas do desporto, lazer e animação turística. A despesa pública aprovada para o conjunto dos domínios de intervenção na área do ambiente - abastecimento de água, águas residuais, resíduos sólidos urbanos e protecção ambiental - absorve cerca de 20% do total do investimento municipal aprovado até ao momento, no âmbito do PRODESA.

PRODESA - Investimento Municipal

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IV - DESENVOLVIMENTO DA PROGRAMAÇÃO

Agricultura

Objectivos Sectoriais:

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1.

Fomento Agrícola - 12194170 euros.

1.1 Infra-estruturas Agrícolas - 2690331 euros.

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1.2 Sanidade Animal e Vegetal - 2074910 euros.

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1.3 Modernizar as Explorações Agro-pecuárias - 1673769 euros.

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1.4 Reduzir Custos de Exploração Agrícola - 5755160 euros.

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2.

Apoio à transformação e comercialização dos produtos agro-pecuários - 10720729 euros.

2.1 Transformação e Comercialização - 10720729 euros.

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3.

Diversificação Agrícola - 3490309 euros.

3.1 Diversificação da Produção Agrícola - 1983864 euros.

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3.2 Formação e Informação - 148373 euros.

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3.3 Renovação e Reestruturação das Empresas Agrícolas - 1293230 euros.

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3.4 Intervenção Específica em Rabo de Peixe - Agricultura - 64842 euros.

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4.

Desenvolvimento florestal - 4070729 euros.

4.1 Fomento e Gestão dos Recursos Florestais - 621230 euros.

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4.2 Infra-estruturas e Equipamentos Florestais - 3037345 euros.

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4.3 Uso Múltiplo da Floresta - 412154 euros.

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Pescas

Objectivos Sectoriais:

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5.

Estruturas de apoio à actividade da pesca - 1717283 euros.

5.1 Inspecção e Gestão - 728088 euros.

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5.2 Estruturas Portuárias - 989195 euros.

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6.

Modernização das Pescas - 2229494 euros.

6.1 Frota - 837865 euros.

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6.2 Transformação, Comercialização e Cooperação Externa - 1104436 euros.

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6.3 Recursos Humanos - 287193 euros.

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Turismo

Objectivos Sectoriais:

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7.

Desenvolvimento do Turismo - 6630000 euros

7.1 Promoção Turística - 5450000 euros.

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7.2 Oferta e Animação Turísticas - 550000 euros.

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7.3 Investimentos Estratégicos - 600000 euros.

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7.4 Informação e Formação - 15000 euros.

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7.6 Intervenção Específica em Rabo de Peixe - Desenvolvimento do Turismo - 15000 euros.

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Indústria e artesanato

Objectivos Sectoriais:

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8.

Desenvolvimento Industrial - 605000 euros.

8.1 Consolidação de Infra-estruturas - 210000 euros.

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8.2 Serviços de Apoio às Empresas - 140000 euros.

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8.3 Artesanato - 205000 euros.

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8.4 Intervenção Específica em Rabo de Peixe - Desenvolvimento Industrial - 50000 euros.

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Comércio

Objectivos Sectoriais:

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9.

Desenvolvimento do Comércio e Exportação - 610000 euros.

9.1 Dinamização do Comércio - 50000 euros.

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9.2 Promoção Externa de Produtos Regionais - 520000 euros.

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9.3 Intervenção Específica em Rabo de Peixe - Desenvolvimento do Comércio - 40000 euros.

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Sistemas de incentivos

Objectivos Sectoriais:

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10.

Sistemas de Incentivos - 10705750 euros.

10.1 Sistemas de Apoio ao Investimento Privado - 10705750 euros.

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Transportes terrestres

Objectivos Sectoriais:

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11.

Sistema Rodoviário Regional - 14052922 euros.

11.1 Construção de Novos Troços de Estrada - 6484373 euros.

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11.2 Reabilitação de Estradas Regionais - 5819958 euros.

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11.3 Operadores e Segurança Rodoviária - 1249793 euros.

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11.4 Intervenção Específica em Rabo de Peixe - Estradas Regionais - 498798 euros.

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Equipamentos públicos

Objectivos Sectoriais:

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12.

Equipamentos Públicos, Sistemas de Informação e Formação - 1639039 euros.

12.1 Edifícios Públicos - 1249880 euros.

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12.2 Cartografia - 89880 euros.

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12.3 LREC - 224459 euros.

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12.4 Melhoria dos Sistemas Informáticos da SRHE - 49880 euros.

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12.5 Divulgação e Sensibilização das Populações - 24940 euros.

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Transportes marítimos

Objectivos Sectoriais:

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13 Consolidação e Modernização dos Transportes Marítimos - 9993000 euros.

13.2 Tráfego de Passageiros Inter-ilhas - 2793000 euros.

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13.3 Infra-Estruturas Portuárias - 7150000 euros.

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13.4 Estudos - 25000 euros.

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13.5 Promoção e Dinamização dos Transportes Marítimos - 25000 euros.

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Transportes aéreos

Objectivos Sectoriais:

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14 Desenvolvimento dos Transportes Aéreos - 8875000 euros.

14.1 Infra-estruturas e Equipamentos Aeroportuários - 825000 euros.

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14.2 Gestão dos Aeródromos Regionais - 625000 euros.

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14.3 Serviço Público de Transporte Aéreo Inter-Ilhas - 7400000 euros.

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14.4 Promoção e Dinamização dos Transportes Aéreos - 25000 euros.

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Energia

Objectivos Sectoriais:

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15 Consolidação e Modernização do Sector Energético - 555000 euros.

15.1 Utilização Racional de Energia - 155000 euros.

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15.2 Serviço Público e Social - 400000 euros.

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Ciência e tecnologia

Objectivos Sectoriais:

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16.

Desenvolvimento da Actividade Científica e Tecnológica - 5260109 euros.

16.1 Investigação, Ciência e Tecnologia nos Açores - 5170369 euros.

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16.2 Intervenção Específica em Rabo de Peixe - Ciência e Tecnologia - 89740 euros.

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Educação

Objectivos Sectoriais:

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17.

Desenvolvimento das Infra-estruturas Educacionais - 19879000 euros.

17.1 Construções Escolares - 19542300 euros.

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17.2 Intervenção Específica em Rabo de Peixe - Educação - 336700 euros.

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18.

Desenvolvimento do Sistema Educativo - 1058430 euros.

18.1 Equipamentos Escolares - 735000 euros.

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18.2 Formação (comparticipação regional) - 323430 euros.

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Juventude, emprego e formação profissional

Objectivos Sectoriais:

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19 Juventude e Emprego - 1520000 euros.

19.1 Juventude - 732000 euros.

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19.2 Emprego e Formação Profissional - 770000 euros.

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19.3 Intervenção Específica em Rabo de Peixe - Juventude e Emprego - 18000 euros.

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Saúde

Objectivos Sectoriais:

Os objectivos do sector da Saúde para o ano 2003:

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20 Desenvolvimento de Infra-estruturas de Saúde - 3104563 euros.

20.1 Construção de Novas Unidades - 554640 euros.

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20.2 Remodelação/Ampliação de Unidades de Saúde Existentes - 2549923 euros.

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21 Desenvolvimento do Sistema de Saúde - 3343389 euros.

21.1 Apetrechamento/Modernização - 2943389 euros.

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21.2 Actualização Profissional - 400000 euros.

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Solidariedade e segurança social

Objectivos Sectoriais:

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22.

Desenvolvimento do Sistema de Solidariedade e Segurança Social - 4538000 euros.

22.1 Equipamentos de Apoio a Idosos (comparticipação regional) - 2683000 euros.

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22.2 Equipamentos de Apoio à Infância e Juventude (comparticipação regional) - 545000 euros.

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22.3 Promoção da Igualdade de Oportunidades - 50000 euros.

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22.4 Prevenção das Toxicodependências - 360000 euros.

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22.5 Intervenção Específica em Rabo de Peixe - Solidariedade Social - 900000 euros.

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Protecção civil

Objectivos Sectoriais:

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23 Protecção Civil - 1601143 euros.

23.1 Aquisição/Reparação de Viaturas para os CB's - 473859 euros.

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23.2 Construção/Remodelação de Infra-estruturas e Equipamentos dos CB's - 673377 euros.

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23.3 Formação e Informação - 319232 euros.

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23.4 Serviço Regional de Protecção Civil - 134675 euros.

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Ambiente

Objectivos Sectoriais:

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24.

Qualidade Ambiental - 7594330 euros.

24.1 Recursos Hídricos - 2831069 euros.

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24.2 Valorização da Qualidade Ambiental - 2397583 euros.

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24.3 Ordenamento do Território - 1991219 euros.

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24.4 Formação e Promoção Ambiental - 299639 euros.

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24.5 Intervenção Específica em Rabo de Peixe - Ambiente - 74820 euros.

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Cultura

Objectivos Sectoriais:

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25 Património e Actividades Culturais - 3855072 euros.

25.1 Dinamização de Actividades Culturais - 1077404 euros.

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25.2 Defesa e Valorização do Património Arquitectónico e Cultural - 2222668 euros.

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25.3 Protecção e Valorização de Angra Património Mundial - 430000 euros.

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25.4 Intervenção Específica em Rabo de Peixe - Cultura - 25000 euros.

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Desporto

Objectivos Sectoriais:

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26 Desenvolvimento Desportivo - 4100000 euros.

26.1 Instalações e Equipamentos - 1025000 euros.

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26.2 Actividades Desportivas - 2115000 euros.

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26.3 Promoção e Formação - 935000 euros.

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26.4 Intervenção Específica em Rabo de Peixe - Desporto - 25000 euros.

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Habitação

Objectivos Sectoriais:

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27 Habitação - 9040958 euros.

27.1 Construção e Aquisição de Habitação Própria - 4800958 euros.

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27.2 Recuperação da Habitação e Realojamentos - 3640000 euros.

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27.3 Intervenção Específica em Rabo de Peixe - Habitação - 600000 euros.

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Comunicação social

Objectivos Sectoriais:

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28 Comunicação Social - 690730 euros.

28.1 Audiovisual - 221716 euros.

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28.2 Circulação - 384074 euros.

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28.3 Modernização - 30000 euros.

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28.4 Formação e Incentivo - 30000 euros.

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28.5 Promoção no Exterior - 24940 euros.

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Cooperação externa

Objectivos Sectoriais:

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29 Cooperação Externa - 1432438 euros.

29.1 - Cooperação Inter-regional - 438702 euros.

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29.2 Emigrado/Repatriado - 69736 euros.

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29.3 Identidade Cultural - 964000 euros.

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Administração regional e local

Objectivos Sectoriais:

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30 Administração Regional e Local - 2150904 euros.

30.1 - Modernização Administrativa - 514340 euros.

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30.2 Cooperação com as Autarquias Locais - 674640 euros.

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30.3 Estatística - 219712 euros.

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30.4 Informação de Interesse Público ao Cidadão - 598558 euros.

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30.5 Serviços Sociais - 143654 euros.

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Planeamento e finanças

Objectivos Sectoriais:

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31 Planeamento e Finanças - 5400000 euros.

31.1 Planeamento e Finanças - 5400000 euros.

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Sector público empresarial

Objectivos Sectoriais:

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32 Reestruturação do Sector Público Empresarial Regional - 2365000 euros.

32.1 Reestruturação do Sector Público Empresarial Regional - 2365000 euros.

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Calamidades

Objectivos Sectoriais:

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33 Calamidades - 46375928 euros.

33.1 Intempéries - 962491 euros.

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33.2 Sismo - 44663437 euros.

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33.3 Intervenção Específica em Rabo de Peixe - Ambiente - 750000 euros.

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ANEXO — (ver tabelas no documento original)

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