Decreto Legislativo Regional n.º 2/2003/A — Aprova o Plano Regional para 2003
Este é o ato tal como foi publicado. As alterações posteriores não estão incorporadas no texto: cada uma é um ato autónomo neste repositório e uma entrada no historial desta lei.
Aprova o Plano Regional para 2003
Por fundo estrutural, para além do valor elevado dos compromissos aprovados por parte da medida comparticipada pelo FSE, também se verificam valores significativos de aprovações para o conjunto das medidas co-financiadas pelo FEDER e pelo FEOGA-O. Quanto às medidas co-financiadas pelo IFOP, os valores de aprovações são reduzidos, traduzindo-se na necessidade de uma forte aceleração já neste ano e seguintes.
Ainda dentro do mesmo período de análise, a despesa apurada e validada pela estrutura de gestão, totalizou 102 milhões de euros, a que corresponde uma contribuição comunitária de 79 milhões euros. Considerando a despesa pública validada e confrontando-a com a programação prevista para o ano, obtém-se uma taxa global de execução de 60%.
Por eixos prioritários, os ritmos de execução financeira apresentam alguma dispersão, sendo que os valores menos expressivos estão associados às medidas dirigidas ao sector primário da economia (eixo 2) e aos apoios ao sector empresarial, por razões diversas e que mais à frente serão aduzidas.
O eixo prioritário 1 - Garantir as condições básicas para a melhoria da competitividade regional contempla o apoio ao investimento público em acessibilidades, ao nível das redes viária, portuária e aeroportuária, em infra-estruturas e equipamentos de educação, de saúde e protecção civil, com vista a aumentar os índices de cobertura da população e assegurar a qualidade de oferta destes serviços.
Em termos gerais, o ritmo de candidaturas tem sido elevado, representando no final de Julho uma taxa de aprovações de 71%. Antevê-se a relativamente curto prazo uma continuada pressão para o esgotamento dos compromissos, nomeadamente no âmbito das medidas 1.1 acessibilidades e 1.3 infra-estruturas e equipamentos de educação, cultura e desporto.
Quanto à medida 1.5 Protecção Civil, pela sua natureza e objectivos e, pela alteração de estratégia na sua gestão, apresenta valores reduzidos de compromissos. Com efeito, face à intenção inicial de utilizar os recursos financeiros maioritariamente para co-financiar meios e equipamentos próprios para o sector, entendeu-se que seria mais prudente afectar prioritariamente os meios financeiros disponíveis para solicitações derivadas de intempéries ou outros fenómenos naturais, que originem danos físicos relevantes em infra-estruturas públicas. Foi o caso vertente da destruição do molhe de protecção do porto comercial da Praia da Vitória verificada no final de 2001, cuja candidatura prevendo a intervenção de emergência foi contemplada nesta medida.
O eixo prioritário 2 - Incrementar a modernização da base produtiva tradicional compreende as iniciativas apoiadas pelo FEOGA-O e pelo IFOP. No âmbito das medidas dirigidas ao desenvolvimento rural está prevista a modernização das estruturas fundiárias e o reordenamento do espaço rural, a melhoria da rede de infra-estruturas de apoio às explorações agrícolas, a modernização da rede regional de abate, de transformação e comercialização, a valorização dos recursos florestais, e do espaço natural e do património rural. No domínio das pescas, está contemplada a protecção e valorização dos recursos marinhos, a modernização e renovação da frota de pesca, a transformação e comercialização dos produtos, equipamentos dos portos de pesca e o apoio a acções conducentes ao ajustamento do esforço de pesca.
Em termos de aprovações e relativamente às medidas co-financiadas pelo FEOGA-O, verificam-se situações bem diferenciadas. Na medida 2.1, sendo o número de candidaturas aprovadas relativamente escasso, face ao valor de investimento associado aos projectos, regista-se um nível satisfatório de absorção de compromissos (40% de aprovações), contribuindo para o efeito um projecto de média dimensão, o matadouro industrial de S. Miguel. A medida 2.2, essencialmente dirigida aos privados, regista já um assinalável volume de candidaturas aprovadas. Face ao reduzido valor de despesa associado a cada um dos projectos, a taxa de aprovações situa-se nos 24%.
Em relação às medidas co-financiadas pelo IFOP, verificou-se um montante muito reduzido de compromissos aprovados. Tal facto, deveu-se à preparação dos diplomas legais de enquadramento, à necessária recolha de pareceres e de notificação à Comissão, o que originou que durante o ano de 2001 a taxa de aprovações tenha sido quase nula, e assistindo-se em 2002 a uma significativa recuperação.
O eixo prioritário 3 - Promover a Dinamização do Desenvolvimento Sustentado inclui as medidas dirigidas à dinamização dos sectores económicos estratégicos, fora da base económica tradicional, designadamente, nos domínios da ciência, da tecnologia e da sociedade da informação, da qualificação profissional dos recursos humanos, do ordenamento do território e da sustentabilidade ambiental.
A medida 3.1 desenvolvimento do turismo regista uma taxa de aprovação elevada, cerca de 72%. Quanto à medida 3.2, que enquadra o desenvolvimento de iniciativas em parceria com associações empresariais, verificou-se uma procura excepcionalmente elevada, face à dotação prevista inicialmente, levando a que, no final de 2001, se suspendesse a aprovação de novas candidaturas nesta medida. Após obtido o necessário reforço por decisão do CA de Junho de 2002, foi possível retomar os procedimentos de aprovação. Relativamente às medidas 3.3 - Desenvolvimento da Ciência, Tecnologia e da Sociedade da Informação e 3.5 - Sistema Ambiental e do Ordenamento, os ritmos de execução foram bem mais moderados, por razões diversas. Ao passo que no primeiro domínio parte significativa dos investimentos previstos foram canalizados para um programa operacional de âmbito nacional, no caso da medida relativa ao sistema ambiental e de ordenamento, verificou-se que a preparação dos instrumentos de enquadramento (estudos e planos) ocorreu durante o ano de 2001, estando em curso a apresentação das respectivas candidaturas.
Finalmente, no que concerne à medida co-financiada pelo FSE, constata-se um ritmo de absorção muito elevado (taxa de aprovação de 78%). Destacam-se ainda as taxas de execução, quer ao nível dos projectos promovidos por entidades públicas, quer também pelas entidades privadas, o que não deixa de ser digno de registo, face ao tecido empresarial regional, formado essencialmente por empresas de muito pequena dimensão.
No eixo prioritário 4 - Apoiar o desenvolvimento local do potencial endógeno são acolhidas exclusivamente as iniciativas de investimento promovidas pelas Autarquias Locais enquanto agentes privilegiados na valorização do potencial endógeno. As áreas de intervenção abrangem o saneamento básico, a rede viária, os equipamentos educacionais e desportivos e as iniciativas locais de investimento dirigidas para a animação turística, cultural e de ordenamento industrial e comercial.
O ritmo de apresentação de candidaturas pelas Autarquias Locais tem sido elevado na generalidade das medidas deste eixo (taxa de aprovação de 54% no final de Julho), sendo que a taxa de execução financeira associada às candidaturas é mais moderada.
As iniciativas previstas no Eixo Prioritário 5 - Dinamizar e fortalecer o tecido empresarial regional compreendem os apoios financeiros dirigidos ao sector empresarial, público e privado. As intervenções ao nível do privado, com exclusão dos apoios ao sector primário e de transformação/comercialização associado, contemplados no eixo 2, revestem a forma de auxílios de estado de base regional, enquadrados e regulamentados em quadro legislativo apropriado. No âmbito da intervenção pública, estão compreendidos a modernização das redes de produção, transporte e distribuição de energia, bem como os projectos de investimento promovidos pela transportadora aérea regional.
Neste eixo verificou-se um nível mais moderado de aprovações. As medidas 5.1 e 5.2 associadas aos sistemas de ajudas ao turismo e ao comércio, indústria e serviços registaram as primeiras aprovações em 2002, e recuperam do atraso sofrido. A medida 5.3 - Energia apresenta níveis adequados de absorção dos compromissos. No que respeita à medida 5.4 - Transportes e Comunicações, onde se regista a aprovação de apenas um projecto apresentado pela SATA AIR Açores, está também contemplado o SIRIART, sistema de ajudas ao investimento promovido pelas empresas de transporte rodoviário colectivo de passageiros. Terminado já durante 2002 o período de análise e aceitação por parte da Comissão Europeia, do processo de notificação do referido sistema de incentivos, há condições para se iniciar os procedimentos de candidatura.
Por fundo estrutural, em média, as medidas co-financiadas pelo FEDER e pelo FSE são as que apresentam maiores níveis de despesa realizada e paga. Ao nível do FEOGA-O, apesar do bom nível de aprovações, estas não se traduziram, ainda, em valores substanciais de despesa. No caso particular do IFOP, tal como o nível de aprovações, o nível de execução financeira permanece ainda preocupantemente baixo.
Em termos gerais, as taxas de co-financiamento comunitário da despesa total validada acompanharam de perto o previsto na programação inicial do programa, à excepção do eixo 2, em que a execução financeira apurada se deveu em grande medida à despesa relativa à construção de uma infra-estrutura pública (matadouro industrial de S. Miguel), razão pela qual se verifica um certo desvio entre programação e execução. Logo que seja adquirida a execução cruzeiro nas medidas deste eixo, sobretudo com a concretização de projectos privados, restabelecer-se-á progressivamente o equilíbrio ao nível das taxas de co-financiamento.
PRODESA - Ponto de situação - Julho de 2002
(ver quadro no documento original)
INTERREG III
A iniciativa comunitária INTERREG III, está subdividida em 3 vertentes:
A. Cooperação Transfronteiriça (não abrange, em termos financeiros, os Açores)
B. Cooperação Transnacional
C. Cooperação Inter-regional
Tem por objectivo estimular um desenvolvimento harmonioso, equilibrado e sustentável do conjunto do espaço comunitário.
Quanto à vertente B, que constitui de facto a mais importante para a RAA, está subdividida por subregiões a que correspondem as seguintes dotações financeiras:
(ver quadro no documento original)
Na subregião Sudoeste Europeu, de que a Espanha é, simultaneamente, Autoridade de Gestão e Pagamento, a 1.ª Convocatória para a recepção de candidaturas termina no próximo dia 15 de Setembro de 2002.
A subregião Espaço Atlântico está numa fase mais atrasada, não tendo ainda sido aprovado o Complemento de Programação. A França desempenha as funções de Autoridade de Gestão e Autoridade de Pagamento.
Na subregião Açores/Madeira/Canárias, de entre todas a que se reveste de um maior interesse para a Região atendendo ao valor da comparticipação FEDER, para além da assistência técnica, está dividida pelos seguintes eixos:
(ver quadro no documento original)
Para esta subregião Açores, Madeira, Canárias, cuja taxa de comparticipação da CE é de 85%, já foi realizado o 1.º Comité de Acompanhamento com a aprovação dos Complementos de Programação, ocorreram várias sessões de divulgação de entre as quais, um Seminário de Divulgação realizado em Angra do Heroísmo no passado dia 31 de Maio de 2002 e está a decorrer, até ao próximo dia 13 de Setembro de 2002, a 1.ª Convocatória para a recepção de candidaturas num total de comparticipação FEDER, para as 3 Regiões e excluindo a assistência técnica, de 43048090 euros.
Várias são as intenções de candidatura de que se tem conhecimento, envolvendo, em parceria, as mais diversas entidades públicas, regionais e locais, associações empresariais, centros de investigação, operadores privados e outros.
A Autoridade de Gestão compete à Região das Canárias e a de Pagamento à Região Autónoma da Madeira.
As negociações quanto ao INTERREG III-C, cuja dotação financeira para os Açores é de 2245000 euros, encontram-se mais atrasadas, por algumas dificuldades surgidas no desempenho das funções da Autoridade de Gestão.
FUNDO DE COESÃO
Em 29 de Dezembro de 2000 foi aprovado pela Comissão Europeia o primeiro projecto regional submetido a este instrumento financeiro da União Europeia, vocacionado para o apoio financeiro a projectos de investimento público, no domínio dos sectores dos Transportes e do Ambiente.
Este projecto compõe-se de 3 intervenções distintas, construção dos aterros sanitários de S. Miguel e do Pico e uma segunda fase da construção do aterro da Terceira. Estes projectos têm uma expressão a nível de ilha e resultam de cooperação das respectivas autarquias locais.
A construção destes aterros permite uma solução apropriada para o destino final dos resíduos sólidos produzidos por cerca de 80% da população residente nos Açores, visando também o encerramento e recuperação das lixeiras existentes, dando seguimento a uma política de erradicação desta forma de deposição.
O custo total elegível para co-financiamento ascende a 17,7 milhões de euros, sendo o apoio financeiro do Fundo de Coesão de cerca de 85% do investimento.
Decorre o processo de apuramento da despesa entretanto realizada e a formulação dos respectivos pedidos de pagamento da comparticipação comunitária.
PLANO DE DESENVOLVIMENTO RURAL
O PDRu-Açores, Plano de Desenvolvimento Rural dos Açores, engloba 4 intervenções: Indemnizações Compensatórias, Reforma Antecipada, Medidas Agro-Ambientais e Florestação de Terras Agrícolas, que no seu conjunto movimentam mais de 8.400 processos de apoio financeiro anual ao rendimento dos agricultores e à promoção do ordenamento rural da Região, permitindo sustentabilizar os processos produtivos, compatibilizando-os com a defesa e valorização dos recursos naturais e do ambiente, rejuvenescendo o tecido produtivo e simultaneamente melhorar a estrutura fundiária e a competitividade global do sector.
A execução financeira do Plano de Desenvolvimento Rural no ano FEOGA-G de 2001, atingiu uma despesa pública total de 30,9 milhões de euros, correspondendo a 24,5 milhões de euros de contribuição FEOGA-G. A despesa realizada ultrapassou em cerca de 6% as previsões, contudo esse facto realça o bom desempenho e a eficácia deste plano regional, colocando-o como o melhor a nível nacional.
Relativamente ao ano FEOGA-G de 2002 a previsão aponta para uma execução próxima dos 29,5 milhões de euros no global da 4 intervenções, consolidando os objectivos globais do Plano de Desenvolvimento Rural dos Açores.
1 - Investimento autárquico
Ao investimento municipal cabe um papel fundamental no aproveitamento das potencialidades do desenvolvimento local, reconhecendo-se a importância desta escala territorial, por razão de proximidade, como a mais adequada para satisfação de um conjunto de necessidades especificas, relativas à qualidade e condições de vida das populações, quer nos espaços rurais quer nos urbanos.
As áreas de intervenção do investimento municipal são relativamente alargadas, quer ao nível da habitação e ordenamento, do abastecimento e distribuição de água, recolha, tratamento e destino final de águas residuais e dos resíduos, passando pelas acessibilidades, infra-estruturas e equipamentos escolares e desportivos, até à animação turística e cultural.
Considerando os apoios financeiros previstos no programa operacional do 3.º Quadro Comunitário de Apoio para os Açores, PRODESA, em que as Autarquias Locais acedem a um eixo de programação exclusivo para o co-financiamento dos respectivos investimentos, desde o inicio da execução do Programa (Setembro de 2000) até ao mês de Julho de 2002 foram aprovadas 164 candidaturas, com um valor de despesa pública de investimento de cerca de 109,6 milhões de euros.
Por áreas de intervenção, tomando por base o valor de investimento, observa-se que a construção/remodelação da rede viária municipal constitui a maior fatia do investimento aprovado, tendo igualmente os municípios apresentado candidaturas com valores significativos em infra-estruturas e equipamentos nas áreas do desporto, lazer e animação turística. A despesa pública aprovada para o conjunto dos domínios de intervenção na área do ambiente - abastecimento de água, águas residuais, resíduos sólidos urbanos e protecção ambiental - absorve cerca de 20% do total do investimento municipal aprovado até ao momento, no âmbito do PRODESA.
PRODESA - Investimento Municipal
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IV - DESENVOLVIMENTO DA PROGRAMAÇÃO
Agricultura
Objectivos Sectoriais:
- Abastecimento de água às explorações agrícolas
- Matadouro industrial da Ilha Terceira
- Medidas agro ambientais
- Promoção de produtos açorianos
- Caminhos rurais
- Início do reordenamento e construção do Parque de Feiras e Produtos Agrícolas da ilha Terceira
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Fomento Agrícola - 12194170 euros.
1.1 Infra-estruturas Agrícolas - 2690331 euros.
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1.2 Sanidade Animal e Vegetal - 2074910 euros.
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1.3 Modernizar as Explorações Agro-pecuárias - 1673769 euros.
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1.4 Reduzir Custos de Exploração Agrícola - 5755160 euros.
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Apoio à transformação e comercialização dos produtos agro-pecuários - 10720729 euros.
2.1 Transformação e Comercialização - 10720729 euros.
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Diversificação Agrícola - 3490309 euros.
3.1 Diversificação da Produção Agrícola - 1983864 euros.
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3.2 Formação e Informação - 148373 euros.
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3.3 Renovação e Reestruturação das Empresas Agrícolas - 1293230 euros.
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3.4 Intervenção Específica em Rabo de Peixe - Agricultura - 64842 euros.
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Desenvolvimento florestal - 4070729 euros.
4.1 Fomento e Gestão dos Recursos Florestais - 621230 euros.
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4.2 Infra-estruturas e Equipamentos Florestais - 3037345 euros.
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4.3 Uso Múltiplo da Floresta - 412154 euros.
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Pescas
Objectivos Sectoriais:
- Fiscalização e inspecção
- Cooperação com entidades nacionais e internacionais
- Portos de St.ª Maria e S. Miguel
- Portos da Terceira, Graciosa e S. Jorge
- Portos do Pico
- Infra-estruturas de apoio ao sector das Pescas na ilha das Flores
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Estruturas de apoio à actividade da pesca - 1717283 euros.
5.1 Inspecção e Gestão - 728088 euros.
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5.2 Estruturas Portuárias - 989195 euros.
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Modernização das Pescas - 2229494 euros.
6.1 Frota - 837865 euros.
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6.2 Transformação, Comercialização e Cooperação Externa - 1104436 euros.
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6.3 Recursos Humanos - 287193 euros.
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Turismo
Objectivos Sectoriais:
- Aumentar o número de dormidas;
- Diversificar a oferta regional;
- Melhorar a oferta dos serviços turísticos prestados na Região;
- Aumentar a estada média e o gasto médio por turista;
- Reforçar e consolidar a oferta de Equipamentos de Animação Turística;
- Promover o crescimento da oferta de alojamento em unidades de Turismo no Espaço Rural;
- Promover o reforço da qualidade da oferta de alojamento turístico existente;
- Premiar com a atribuição de incentivos financeiros, investimentos significativos na criação/modernização da oferta turística Regional (SIDEP);
- Concluir, aprovar e aplicar o PROTAA: ajustar as políticas sectoriais às orientações e estratégias;
- Promoção de acções de formação e reciclagem para os profissionais de informação turística.
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Desenvolvimento do Turismo - 6630000 euros
7.1 Promoção Turística - 5450000 euros.
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7.2 Oferta e Animação Turísticas - 550000 euros.
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7.3 Investimentos Estratégicos - 600000 euros.
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7.4 Informação e Formação - 15000 euros.
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7.6 Intervenção Específica em Rabo de Peixe - Desenvolvimento do Turismo - 15000 euros.
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Indústria e artesanato
Objectivos Sectoriais:
- Incentivar a utilização eficaz das tecnologias de informação e o investimento na Inovação Tecnológica;
- Consolidar e reorientar as infra-estruturas de apoio à actividade empresarial;
- Promover a utilização do sistema de propriedade industrial, estimulando as empresas a investir em factores de competitividade;
- Promover a especialização das actividades industriais tradicionais, contribuindo para uma mais célere evolução/diversificação do perfil produtivo da indústria regional;
- Reorganizar os processos e procedimentos internos de forma a se articularem com os objectivos do S.P.Q. - Sistema Português da Qualidade do projecto RIAC - Rede Interna de Apoio ao Cidadão.
- Incentivar a formação profissional para reforço das qualificações e das competências dos recursos humanos envolvidos na área industrial;
- Promover as artes e ofícios tradicionais apoiando a actividade profissional dos artesãos tendo em consideração as necessidades ao nível da melhoria das competências técnico /económicas e da divulgação e transmissão das artes e ofícios tradicionais.
- Garantir a qualidade dos produtos e serviços artesanais.
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Desenvolvimento Industrial - 605000 euros.
8.1 Consolidação de Infra-estruturas - 210000 euros.
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8.2 Serviços de Apoio às Empresas - 140000 euros.
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8.3 Artesanato - 205000 euros.
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8.4 Intervenção Específica em Rabo de Peixe - Desenvolvimento Industrial - 50000 euros.
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Comércio
Objectivos Sectoriais:
- Dinamizar a actividade comercial e preservar o equilíbrio entre os diferentes tipos e formas de comércio, em cooperação com as associações empresariais e outras entidades ligadas ao sector.
- Fomentar a difusão de informação especializada junto das empresas.
- Incentivar a participação de produtos e empresas regionais em feiras e exposições de âmbito nacional e internacional.
- Fomentar o escoamento e a promoção de produtos açorianos no exterior.
- Coordenar medidas de abastecimento à Região de matérias primas essenciais à indústria local e de outros produtos destinados ao consumo directo, no âmbito de programas comunitários.
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Desenvolvimento do Comércio e Exportação - 610000 euros.
9.1 Dinamização do Comércio - 50000 euros.
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9.2 Promoção Externa de Produtos Regionais - 520000 euros.
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9.3 Intervenção Específica em Rabo de Peixe - Desenvolvimento do Comércio - 40000 euros.
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Sistemas de incentivos
Objectivos Sectoriais:
- Atribuição de apoios a projectos de investimento enquadrados no SIDEL - Subsistema para o Desenvolvimento Local e SIDET - Subsistema para o Desenvolvimento do Turismo.
- Concessão de prémios através do SIDEP - Subsistema de Prémios, do SIDER - Sistema de Incentivos ao Desenvolvimento Regional dos Açores, relativamente a alguns projectos de investimento aprovados no âmbito de sistemas de incentivos do POE - Programa Operacional da Economia;
- Concessão dos incentivos relativos a projectos aprovados no âmbito do SITRAA - Sistema de Incentivos ao Turismo da Região Autónoma dos Açores e do SIRAA - Sistema de Incentivos da Região Autónoma dos Açores, designadamente dos subsistemas - SIRALA - Subsistema de Apoio à Actividade Local dos Açores e SIRAPA - Subsistema de Apoio à Actividade Produtiva dos Açores;
- Divulgação de informação relativa a programas de apoio ao investimento privado.
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Sistemas de Incentivos - 10705750 euros.
10.1 Sistemas de Apoio ao Investimento Privado - 10705750 euros.
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Transportes terrestres
Objectivos Sectoriais:
- Dar continuidade ás empreitadas de construção de novos troços de Estradas Regionais, nomeadamente a Envolvente à Ribeira Grande 1-1ª-Trecho II e a Variante á ER1-1ª Ponta Delgada/Lagoa II Fase;
- Dar continuidade ás empreitadas de reabilitação de Estradas Regionais;
- Promover a reabilitação de novos troços de Estradas Regionais;
- Dar continuidade às acções de conservação corrente das Estradas Regionais em todas as Ilhas;
- Continuação dos apoios aos vários operadores de transporte colectivo de passageiros para a renovação da frota de autocarros.
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Sistema Rodoviário Regional - 14052922 euros.
11.1 Construção de Novos Troços de Estrada - 6484373 euros.
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11.2 Reabilitação de Estradas Regionais - 5819958 euros.
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11.3 Operadores e Segurança Rodoviária - 1249793 euros.
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11.4 Intervenção Específica em Rabo de Peixe - Estradas Regionais - 498798 euros.
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Equipamentos públicos
Objectivos Sectoriais:
- Continuação da beneficiação de diversas instalações de Serviços Públicos e Cooperação com as Autarquias Locais e Entidades de Interesse Colectivo na prossecução de acções de interesse colectivo;
- Continuação dos trabalhos de Cartografia na Região;
- Aquisição de equipamento laboratorial;
- Realização de estudos e ensaios no âmbito das atribuições do LREC;
- Modernização do sistema informático da SRHE;
- Melhoria dos sistemas de gestão de informação da SRHE;
- Campanhas de sensibilização no âmbito da prevenção rodoviária;
- Campanhas de sensibilização cívica sobre a conservação, higiene e limpeza de estradas e miradouros.
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Equipamentos Públicos, Sistemas de Informação e Formação - 1639039 euros.
12.1 Edifícios Públicos - 1249880 euros.
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12.2 Cartografia - 89880 euros.
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12.3 LREC - 224459 euros.
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12.4 Melhoria dos Sistemas Informáticos da SRHE - 49880 euros.
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12.5 Divulgação e Sensibilização das Populações - 24940 euros.
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Transportes marítimos
Objectivos Sectoriais:
- Reabilitar e adaptar as infra-estruturas portuárias existentes na RAA;
- Promover a aquisição e modernização dos equipamentos de apoio à operação portuária;
- Dinamizar a construção de infra-estruturas vocacionadas para o transporte marítimo de passageiros (ferries e cruzeiros);
- Fomentar a racionalização da gestão portuária;
- Implementar acordos que assegurarem condições para a existência de maior regularidade e qualidade nos transportes marítimos;
- Estimular a renovação da frota de tráfego local;
- Dinamizar a náutica de recreio e o turismo a ela associado;
- Desenvolver estudos e projectos que visem a consolidação e modernização do transporte marítimo na RAA.
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13 Consolidação e Modernização dos Transportes Marítimos - 9993000 euros.
13.2 Tráfego de Passageiros Inter-ilhas - 2793000 euros.
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13.3 Infra-Estruturas Portuárias - 7150000 euros.
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13.4 Estudos - 25000 euros.
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13.5 Promoção e Dinamização dos Transportes Marítimos - 25000 euros.
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Transportes aéreos
Objectivos Sectoriais:
- Reabilitar a adaptar as infra-estruturas aeroportuárias da RAA;
- Promover a aquisição e modernização de equipamentos aeroportuários;
- Implementar políticas que estimulem uma maior racionalização de custos, por forma a incrementar a qualidade nos serviços aéreos prestados;
- Assegurar as condições para a existência de maior regularidade e qualidade nos transportes aéreos inter-ilhas e destas com o exterior;
- Desenvolver estudos e projectos que visem a consolidação e modernização do transporte aéreo na RAA.
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14 Desenvolvimento dos Transportes Aéreos - 8875000 euros.
14.1 Infra-estruturas e Equipamentos Aeroportuários - 825000 euros.
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14.2 Gestão dos Aeródromos Regionais - 625000 euros.
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14.3 Serviço Público de Transporte Aéreo Inter-Ilhas - 7400000 euros.
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14.4 Promoção e Dinamização dos Transportes Aéreos - 25000 euros.
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Energia
Objectivos Sectoriais:
- Garantir o processo Convergência do Tarifário de Energia Eléctrica com o Tarifário Nacional.
- Promover a reestruturação do sector eléctrico tendo em vista a sua modernização e a qualidade do serviço público.
- Promover a elaboração de estudos, a divulgação dos princípios da utilização Racional de Energia e o aproveitamento dos recursos energéticos endógenos.
- Aproveitar os instrumentos favoráveis à instalação e integração das energias renováveis nos sistemas electroprodutores dos Açores.
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15 Consolidação e Modernização do Sector Energético - 555000 euros.
15.1 Utilização Racional de Energia - 155000 euros.
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15.2 Serviço Público e Social - 400000 euros.
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Ciência e tecnologia
Objectivos Sectoriais:
- Promover e incentivar acções de desenvolvimento científico e tecnológico em cooperação com as instituições científicas e entidades públicas e privadas;
- Promover acções de informação/divulgação sobre matérias de âmbito científico e tecnológico;
- Criar uma estrutura de coordenação da actividade científica e tecnologia na região;
- Criar um quadro legal de apoio científico e tecnológico a projectos inovadores e com mais valia para a Região (PRAIT, PRADIC e INFOTEC).
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Desenvolvimento da Actividade Científica e Tecnológica - 5260109 euros.
16.1 Investigação, Ciência e Tecnologia nos Açores - 5170369 euros.
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16.2 Intervenção Específica em Rabo de Peixe - Ciência e Tecnologia - 89740 euros.
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Educação
Objectivos Sectoriais:
- Continuar o processo de integração vertical da educação pré-escolar e do ensino básico previsto na Carta Escolar;
- Continuar o processo de separação do ensino secundário e do ensino básico;
- Continuar o trabalho de requalificação da EB2,3 Roberto Ivens, em Ponta Delgada;
- Resolver a situação de sobrelotação, com a criação de novas Escolas;
- Continuar o processo de descentralização dos modelos de gestão e responsabilização, acompanhada da transferência dos necessários meios financeiros, dos orgãos de gestão das Escolas;
- Prosseguir a formação de pessoal docente e não docente;
- Garantir a formação inicial (profissionalização em serviço e estágios pedagógicos) e formação complementar.
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Desenvolvimento das Infra-estruturas Educacionais - 19879000 euros.
17.1 Construções Escolares - 19542300 euros.
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17.2 Intervenção Específica em Rabo de Peixe - Educação - 336700 euros.
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Desenvolvimento do Sistema Educativo - 1058430 euros.
18.1 Equipamentos Escolares - 735000 euros.
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18.2 Formação (comparticipação regional) - 323430 euros.
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Juventude, emprego e formação profissional
Objectivos Sectoriais:
- Garantir a Ocupação dos Tempos Livres dos Jovens, bem como a Mobilidade Juvenil;
- Apoiar as Pousadas de Juventude;
- Apoiar, através do PIAJ - Programa de Incentivo ao Associativismo Juvenil, o associativismo juvenil;
- Desenvolver a Rede Regional de Informação Juvenil;
- Apoiar Grupos Informais de Jovens;
- Apoiar a Formação Profissional Inicial, garantindo a Componente Regional dle Formação Profissional;
- Apoiar o Fomento do Emprego - Componente Regional;
- Continuar o esforço de modernização Tecnológica dos Serviços;
- Desenvolver a Orientação, Reconversão e Qualificação de Desempregados;
- Desenvolver a Reconversão e Qualificação de Activos;
- Garantir o funcionamento da Concertação Estratégica;
- Desenvolver Estudos, Projectos, Conferências e Cooperação;
- Apoiar o Mercado Social de Emprego;
- Implementar Centros de Recursos em Conhecimento.
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19 Juventude e Emprego - 1520000 euros.
19.1 Juventude - 732000 euros.
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19.2 Emprego e Formação Profissional - 770000 euros.
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19.3 Intervenção Específica em Rabo de Peixe - Juventude e Emprego - 18000 euros.
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Saúde
Objectivos Sectoriais:
Os objectivos do sector da Saúde para o ano 2003:
- Prosseguir os trabalhos conducentes a construção, remodelação/ampliação de unidades de saúde;
- Continuar o desenvolvimento das estruturas de apoio à psiquiatria;
- Continuar a apoiar a manutenção e conservação das unidades de saúde e postos de saúde,
- Continuar a apoiar a modernização tecnológica e apetrechamento das Instituições por forma a melhorar a oferta dos cuidados de saúde;
- Elaborar a carta de equipamentos da saúde;
- Continuar a desenvolver a implementação da telemedicina na Região;
- Continuar a actualização das redes estruturadas de dados e voz;
- Apoiar o Plano Formação na realização de reuniões, congressos, bem como na formação pré graduada de estudantes para as áreas de diagnóstico e terapêutica e médicos e pós graduada dos profissionais do Serviço Regional de Saúde.
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20 Desenvolvimento de Infra-estruturas de Saúde - 3104563 euros.
20.1 Construção de Novas Unidades - 554640 euros.
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20.2 Remodelação/Ampliação de Unidades de Saúde Existentes - 2549923 euros.
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21 Desenvolvimento do Sistema de Saúde - 3343389 euros.
21.1 Apetrechamento/Modernização - 2943389 euros.
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21.2 Actualização Profissional - 400000 euros.
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Solidariedade e segurança social
Objectivos Sectoriais:
- Aumentar e melhorar as estruturas de apoio a idosos
- Continuar a apoiar o processo de criação da sede de Centros de Actividades Ocupacionais para pessoas com deficiência
- Aumentar, ampliar e remodelar a rede de equipamentos de apoio à infância e juventude
- Aumentar o número de centros de apoio comunitário
- Apoiar programas conducentes ao desenvolvimento da promoção da igualdade de oportunidades
- Apoiar acções no domínio da prevenção das toxicodependências.
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Desenvolvimento do Sistema de Solidariedade e Segurança Social - 4538000 euros.
22.1 Equipamentos de Apoio a Idosos (comparticipação regional) - 2683000 euros.
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22.2 Equipamentos de Apoio à Infância e Juventude (comparticipação regional) - 545000 euros.
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22.3 Promoção da Igualdade de Oportunidades - 50000 euros.
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22.4 Prevenção das Toxicodependências - 360000 euros.
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22.5 Intervenção Específica em Rabo de Peixe - Solidariedade Social - 900000 euros.
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Protecção civil
Objectivos Sectoriais:
- Substituir uma viatura de combate ao fogo e adquirir cinco auto macas de socorro;
- Continuar a construção dos novos quartéis da Madalena e Ribeira Grande;
- Continuar a colaboração com a Universidade dos Açores no Plano Científico;
- Dar continuidade ao melhoramento do sistema de comunicações do SRPCBA;
- Fomentar as acções de formação e sensibilização abrangendo os Agentes de Protecção Civil e População em geral.
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23 Protecção Civil - 1601143 euros.
23.1 Aquisição/Reparação de Viaturas para os CB's - 473859 euros.
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23.2 Construção/Remodelação de Infra-estruturas e Equipamentos dos CB's - 673377 euros.
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23.3 Formação e Informação - 319232 euros.
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23.4 Serviço Regional de Protecção Civil - 134675 euros.
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Ambiente
Objectivos Sectoriais:
- Transposição e implementação do normativo legal de base nacional e comunitária;
- Elaboração, revisão e implementação de diversos Planos de Ordenamento do Território;
- Implementação do Plano Regional da Água;
- Elaboração e Implementação dos instrumentos de Ordenamento e Gestão da Rede Nacional de Áreas Protegidas;
- Elaboração e implementação dos instrumentos de Gestão dos Sítios de Interesse Comunitário e das Zonas de Protecção Especial, integrados na Rede Natura 2000;
- Implementação dos diversos instrumentos de controlo da Qualidade Ambiental (poluição atmosférica, sonora, da água e gestão de resíduos);
- Elaboração e implementação de programas e acções de Educação, Sensibilização e Promoção Ambiental.
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Qualidade Ambiental - 7594330 euros.
24.1 Recursos Hídricos - 2831069 euros.
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24.2 Valorização da Qualidade Ambiental - 2397583 euros.
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24.3 Ordenamento do Território - 1991219 euros.
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24.4 Formação e Promoção Ambiental - 299639 euros.
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24.5 Intervenção Específica em Rabo de Peixe - Ambiente - 74820 euros.
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Cultura
Objectivos Sectoriais:
- Promover, em todas as ilhas, actividades de qualidade nas várias áreas de expressão artística;
- Apoiar iniciativas de relevante interesse cultural, desenvolvidas pelos agentes e associações culturais da Região;
- Promover acções de formação específicas para filarmónicas, grupos de teatro, coros, grupos de folclore e dirigentes associativos;
- Continuar com as medidas atinentes à criação da Rede de Bibliotecas Públicas Municipais;
- Fomentar uma política que vise a abertura da Região ao exterior e o intercâmbio a nível nacional e internacional.
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25 Património e Actividades Culturais - 3855072 euros.
25.1 Dinamização de Actividades Culturais - 1077404 euros.
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25.2 Defesa e Valorização do Património Arquitectónico e Cultural - 2222668 euros.
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25.3 Protecção e Valorização de Angra Património Mundial - 430000 euros.
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25.4 Intervenção Específica em Rabo de Peixe - Cultura - 25000 euros.
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Desporto
Objectivos Sectoriais:
- Beneficiação dos parques desportivos do Faial, Terceira e S. Miguel através do arranjo dos espaços exteriores e interiores do Pavilhão Desportivo da Horta, início da construção da piscina de 25 m do Complexo Desportivo Vitorino Nemésio e arranjos exteriores do Complexo Desportivo das Laranjeiras e do Lajedo.
- Concessão de apoio ao arrelvamento de campos de futebol autárquicos e à beneficiação das instalações desportivas e sedes sociais de clubes.
- Continuação da concessão de apoio, através de comparticipações financeiras, à participação em quadros competitivos regionais e nacionais e aos atletas abrangidos pelo estatuto de alta competição e jovens talentos regionais.
- Apoio à organização e participação nas actividades do Desporto Escolar;
- Organização da 7.ª edição dos Jogos das Ilhas com a participação de 1000 atletas oriundos de: Canárias, Baleares, Madeira, Córsega, Sardenha, Sicília, Corfu, Martinica, Guadalupe, Malta e Açores.
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26 Desenvolvimento Desportivo - 4100000 euros.
26.1 Instalações e Equipamentos - 1025000 euros.
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26.2 Actividades Desportivas - 2115000 euros.
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26.3 Promoção e Formação - 935000 euros.
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26.4 Intervenção Específica em Rabo de Peixe - Desporto - 25000 euros.
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Habitação
Objectivos Sectoriais:
- Desenvolver acções de apoio directo às famílias pela cedência de lotes destinados à construção, cedência de projectos-tipo de habitação e, ainda, pela atribuição de subsídios para a aquisição de materiais de construção;
- Flexibilizar a promoção da habitação apoiando, simultaneamente, o investimento, pela promoção individual, pelo desenvolvimento do cooperativismo, pela promoção empresarial não especulativa (CDH's) e, ainda inter-actuar com os municípios na disponibilização a custos controlados;
- Promover acções de recuperação, reabilitação e conservação do parque habitacional existente, do ponto de vista global e em termos de realidade específica de ilha, através de incentivos adequados que procurem melhorar, renovar e reconverter as habitações degradadas, transmitindo-lhes um enquadramento urbanístico valorizado;
- Concluir, em parceria com as Câmaras Municipais, os acordos de realojamento existentes e celebrar outros considerados necessários com vista a realojar as famílias que vivem em situações abarracadas;
- Criar apoios anti-sísmicos, como linhas de crédito especial, seguros anti-sísmicos ou programa próprio para intervenções preventivas de modo a garantir maior segurança estrutural aos edifícios antigos destinados à habitação, realizando simultaneamente a preservação das características arquitectónicas do parque habitacional dos Açores;
- Proteger as populações que vivem em situações de risco (junto a falésias, orla marítima, taludes, leitos de ribeira, etc.), implementando projectos de salvaguarda habitacional que reforcem a segurança de vida e dos bens dos cidadãos ou promovendo gradualmente a alteração da sua localização;
- Acompanhar a execução dos programas de reconversão urbana a cargo das autarquias locais na Região;
- Colaborar em projectos de intervenção comunitária de luta contra a pobreza em interligação com o Instituto de Acção Social;
- Promover o incentivo ao arrendamento para jovens (IAJ) como forma de revitalizar o mercado da oferta de habitação àquele estrato etário.
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27 Habitação - 9040958 euros.
27.1 Construção e Aquisição de Habitação Própria - 4800958 euros.
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27.2 Recuperação da Habitação e Realojamentos - 3640000 euros.
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27.3 Intervenção Específica em Rabo de Peixe - Habitação - 600000 euros.
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Comunicação social
Objectivos Sectoriais:
- Dotar os órgãos de comunicação social regionais de meios que lhes permitam o exercício da sua função informativa, melhorando as micro-coberturas de rádio e televisão;
- Acréscimo da qualidade do serviço informativo e do aperfeiçoamento profissional no sector;
- Apoio a infra-estruturas, à aquisição de equipamento e à produção de programas de televisão de ficção e de divulgação informativa de âmbito desportivo e cultural, bem como à realização de trabalhos jornalísticos que contribuam para a promoção da Região no exterior;
- Apoio financeiro à difusão e circulação dos órgãos de comunicação social em acções que contribuam para a respectiva valorização.
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28 Comunicação Social - 690730 euros.
28.1 Audiovisual - 221716 euros.
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28.2 Circulação - 384074 euros.
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28.3 Modernização - 30000 euros.
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28.4 Formação e Incentivo - 30000 euros.
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28.5 Promoção no Exterior - 24940 euros.
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Cooperação externa
Objectivos Sectoriais:
- Fortalecer e aprofundar as relações com organismos vocacionados para o diálogo e cooperação inter-regional de âmbito europeu, como sejam o Comité das Regiões, ARE, CRPM, CPLRE;
- Estabelecer e desenvolver a cooperação com países e regiões insulares, designadamente as Regiões Ultraperiféricas;
- Participar activamente no debate em curso sobre o futuro da Europa e o novo enquadramento institucional e político da União Europeia, tendo nomeadamente em conta os trabalhos da Convenção sobre o Futuro da Europa e o horizonte estabelecido pela Cimeira Intergovernamental de 2004;
- Fortalecer a cooperação com entidades regionais estrangeiras, nomeadamente com os EUA, Canadá, Bermuda e Brasil, bem como com os países africanos de língua oficial portuguesa de dimensão insular e com Timor Leste, no sentido do estabelecimento de canais político-administrativos estáveis de troca de informação e de estabelecimento de parcerias;
- Acompanhamento de todas as questões conexas com o Acordo de Cooperação e Defesa entre Portugal e os EUA;
- Organizar em parceria com instituições comunitárias campanhas para a naturalização e inserção social dos emigrados;
- Sensibilizar as instâncias políticas para a problematização da deportação;
- Divulgar diferentes formas de cultura entre as comunidades açorianas radicadas no estrangeiro;
- Debater assuntos de interesse comunitário com as organizações, bem como com os seus representantes políticos;
- Cativar o interesse dos emigrados e seus descendentes pela Região Autónoma dos Açores nas suas múltiplas vertentes: económica, cultural, social, política.
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29 Cooperação Externa - 1432438 euros.
29.1 - Cooperação Inter-regional - 438702 euros.
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29.2 Emigrado/Repatriado - 69736 euros.
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29.3 Identidade Cultural - 964000 euros.
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Administração regional e local
Objectivos Sectoriais:
- Melhoria da imagem e do funcionamento da administração pública;
- Utilização das modernas técnicas de automatização nos procedimentos administrativos;
- Melhor formação profissional dos funcionários e agentes da administração regional e local;
- Melhoria da cooperação técnica e financeira com a administração local;
- Aproximação da Administração ao cidadão com o Projecto RIAC.
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30 Administração Regional e Local - 2150904 euros.
30.1 - Modernização Administrativa - 514340 euros.
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30.2 Cooperação com as Autarquias Locais - 674640 euros.
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30.3 Estatística - 219712 euros.
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30.4 Informação de Interesse Público ao Cidadão - 598558 euros.
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30.5 Serviços Sociais - 143654 euros.
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Planeamento e finanças
Objectivos Sectoriais:
- Melhorar a eficiência e a eficácia do sistema regional de planeamento, ao nível da preparação, da gestão, do acompanhamento e da avaliação dos instrumentos de planeamento;
- Maximizar o aproveitamento de recursos financeiros provenientes de fundos comunitários, quer os afectos ao Programa Operacional PRODESA, quer os disponíveis em programas nacionais e em iniciativas comunitárias.
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31 Planeamento e Finanças - 5400000 euros.
31.1 Planeamento e Finanças - 5400000 euros.
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Sector público empresarial
Objectivos Sectoriais:
- Prosseguir a reestruturação do sector público empresarial regional.
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32 Reestruturação do Sector Público Empresarial Regional - 2365000 euros.
32.1 Reestruturação do Sector Público Empresarial Regional - 2365000 euros.
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Calamidades
Objectivos Sectoriais:
- Prosseguir com os trabalhos de recuperação e reabilitação de infra-estruturas e equipamentos afectados pelas intempéries que assolaram a Região, designadamente, com intervenções no sector agrícola (caminhos rurais, florestais e apoio ao rendimento e culturas), no âmbito das pescas (reparação de portos e concessão de apoios extraordinários ao rendimento), na reabilitação de estradas regionais e ainda na protecção da orla marítima, regularização de ribeiras, reparação de muros de suporte, entre outras;
- Continuar as acções relativas ao processo de reconstrução, derivado do sismo de 9 de Julho de 1998, donde se destaca a reabilitação-construção de habitação de particulares, e outras intervenções ao nível das infra-estruturas e equipamentos educativos, patrimoniais, infra-estruturas rodoviárias, portuárias, entre outras de natureza mais pontual.
(ver quadro no documento original)
33 Calamidades - 46375928 euros.
33.1 Intempéries - 962491 euros.
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33.2 Sismo - 44663437 euros.
(ver quadro no documento original)
33.3 Intervenção Específica em Rabo de Peixe - Ambiente - 750000 euros.
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ANEXO — (ver tabelas no documento original)
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