Decreto Regulamentar Regional n.º 13/2026/A — Plano de Gestão das Áreas Terrestres do Parque Natural da Terceira

Tipo Decreto-Regulamentar-Regional
Publicação 2026-08-05
Estado Em vigor
Texto Tal como publicado
Ministério Região Autónoma dos Açores - Presidência do Governo Regional
Fonte DRE
artigos 28

Este é o ato tal como foi publicado. As alterações posteriores não estão incorporadas no texto: cada uma é um ato autónomo neste repositório e uma entrada no historial desta lei.

Plano de Gestão das Áreas Terrestres do Parque Natural da Terceira.

Histórico de alterações JSON API
Condicionantes Condicionantes
Conservação da Natureza IBA PT081 Ilhéu das Cabras
Conservação da Natureza ZPE PTZPE0032 Ilhéu das Cabras
Plano de Ordenamento de Orla Costeira Áreas de Especial Interesse Ambiental
Plano de Ordenamento de Orla Costeira Linha Costeira
Plano de Ordenamento de Orla Costeira Reserva Ecológica
Unidades Operativas de Gestão Unidades Operativas de Gestão
--- ---
TER07.01 – Ilhéus das Cabras Área prioritária para a conservação (28,18 ha)

5.7.1 - Objetivos de gestão

OB1. Assegurar as condições de referência dos habitats necessárias à proteção de espécies significantes, grupos de espécies, comunidades bióticas ou características físicas do ambiente, sempre que estas necessitem de intervenção humana para a otimização da gestão.

OB2. Promover a investigação científica e a monitorização ambiental como atividades indispensáveis à gestão sustentável, com particular enfoque nas aves prioritárias nidificantes Calonectris borealis, Sterna dougallii e Sterna hirundo (anexo i da Diretiva Aves).

OB3. Criar e delimitar áreas destinadas ao conhecimento e divulgação das características dos habitats a proteger.

OB4. Disciplinar os usos e atividades que possam constituir ameaça à sustentabilidade de habitats ou espécies.

OB5. Permitir que a população local usufrua de benefícios que resultem da prática de atividades no âmbito da área protegida, desde que compatíveis com os objetivos da mesma.

5.7.2 - Quadro-resumo das medidas de gestão

Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão
Unidade Operativa de Gestão M1 - Medidas gerais M1 - Medidas gerais M6 - Medidas relacionadas com planeamento espacial M6 - Medidas relacionadas com planeamento espacial M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca
TER07.01 M1.1. M6.9. M7.3. M7.30.

5.7.3 - Medidas de gestão

Unidade Operativa de Gestão Regime de proteção Medidas de gestão Descrição
TER07.01 Área prioritária para a conservação M1.1. Fiscalização da área protegida pelos Vigilantes da Natureza.
TER07.01 Área prioritária para a conservação M6.9. Monitorização do geossítio e elementos de interesse geológico.
TER07.01 Área prioritária para a conservação M7.3. Monitorização de aves prioritárias Sterna dougallii e Sterna hirundo.
TER07.01 Área prioritária para a conservação M7.30. Estudar a viabilidade de implementação de medidas específicas para colónias nidificantes de aves marinhas. Proteção através de controle de predadores que afetam as colónias de garajaus e cagarros.

5.8 - Proposta de intervenção para a Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies da Matela (TER08)

Condicionantes Condicionantes
Plano Diretor Municipal de Angra do Heroísmo Espaço Natural
Unidades Operativas de Gestão Unidades Operativas de Gestão
--- ---
TER08.01 - Matela Área de proteção parcial (27,57 ha)

5.8.1 - Objetivos de gestão

OB1. Assegurar as condições de referência dos habitats necessárias à proteção de espécies significantes, grupos de espécies, comunidades bióticas ou características físicas do ambiente, sempre que estas necessitem de intervenção humana para a otimização da gestão.

OB2. Promover a investigação científica e a monitorização ambiental como atividades indispensáveis à gestão sustentável, com particular enfoque nas espécies de fauna endémica, nomeadamente, o mamífero Nyctalus azoreum (anexo iv da Diretiva Habitats) e os artrópodes Acorigone acoreensis, Argyresthia atlanticella, Ascotis fortunata azorica, Athous azoricus, Atlantocis gellerforsi, Cixius azoterceirae, Cyclophora azorensis, Damaeus pomboi, Lasaeola oceanica, Lepthyphantes acorensis, Steganacarus hirsutus azorensis e Trigoniophthalmus borgesi.

OB3. Criar e delimitar áreas destinadas ao conhecimento e divulgação das características dos habitats a proteger, nomeadamente os habitats prioritários laurissilvas macaronésicas (9360) e charnecas macaronésicas endémicas (4050) (anexo i da Diretiva Habitats).

OB4. Disciplinar os usos e atividades que possam constituir ameaça à sustentabilidade de habitats ou espécies.

OB5. Permitir que a população local usufrua de benefícios que resultem da prática de atividades no âmbito da área protegida, desde que compatíveis com os objetivos da mesma.

5.8.2 - Quadro-resumo das medidas de gestão

Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão
Unidade Operativa de Gestão M1 - Medidas gerais M1 - Medidas gerais M2 - Medidas relacionadas com a agricultura e habitats abertos M2 - Medidas relacionadas com a agricultura e habitats abertos M3 - Medidas relacionadas com florestas e habitats lenhosos M3 - Medidas relacionadas com florestas e habitats lenhosos
TER08.01 M1.1. M2.2. M3.17.
Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão
--- --- --- --- --- --- ---
Unidade Operativa de Gestão M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca
TER08.01 M7.3. M7.11. M7.14. M7.16. M7.32.

5.8.3 - Medidas de gestão

Unidade Operativa de Gestão Regime de proteção Medidas de gestão Descrição
TER08.01 Área de proteção parcial M1.1. Fiscalização da área protegida pelos Vigilantes da Natureza.
TER08.01 Área de proteção parcial M2.2. Modificação de práticas culturais.
TER08.01 Área de proteção parcial M3.17. Gestão florestal adaptada à conservação da natureza com remoção de espécies de flora invasoras e plantação de espécies endémicas.
TER08.01 Área de proteção parcial M7.3. Monitorização da espécie prioritária Nyctalus azoreum.
TER08.01 Área de proteção parcial M7.11. Monitorização da flora endémica.
TER08.01 Área de proteção parcial M7.14. Plantação e/ou sementeira de vegetação endémica característica da zona da Matela.
TER08.01 Área de proteção parcial M7.16. Controlo de espécies de vegetação invasora por métodos mecânicos, químicos e manuais.
TER08.01 Área de proteção parcial M7.32. Recolha de sementes em banco de sementes (ex situ).
TER08.01 Área de proteção parcial M8.64. Gestão de resíduos provenientes de atividades de remoção de espécies invasoras.

5.9 - Proposta de intervenção para a Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies do Biscoito das Fontinhas (TER09)

Condicionantes Condicionantes
Plano Diretor Municipal da Praia da Vitória Espaços Florestais
Perímetro Florestal Núcleo Florestal das Fontinhas
Unidades Operativas de Gestão Unidades Operativas de Gestão
--- ---
TER09.01 - zona a sul e nascente Área de proteção parcial (66,46 ha)
TER09.02 - zona a norte e poente Área de proteção complementar (38,60 ha)
Elementos de fruição da paisagem Elementos de fruição da paisagem
--- ---
Trilho
PRC08TER Relheiras de São Brás Manutenção e beneficiação

5.9.1 - Objetivos de gestão

OB1. Assegurar as condições de referência dos habitats necessárias à proteção de espécies significantes, grupos de espécies, comunidades bióticas ou características físicas do ambiente, sempre que estas necessitem de intervenção humana para a otimização da gestão.

OB2. Promover a investigação científica e a monitorização ambiental como atividades indispensáveis à gestão sustentável, com particular enfoque nos artrópodes endémicos Tarphius azoricus, Cixius azoterceirae, Galumna azoreana, Liacarus angustatus, Nothrus palustris azorensis, Parachipetria floresiana, Steganacarus hirsutus azorensis e Elipsocus azoricus.

OB3. Criar e delimitar áreas destinadas ao conhecimento e divulgação das características dos habitats a proteger, nomeadamente o habitat prioritário charnecas macaronésicas endémicas (4050) (anexo i da Diretiva Habitats).

OB4. Disciplinar os usos e atividades que possam constituir ameaça à sustentabilidade de habitats ou espécies.

OB5. Permitir que a população local usufrua de benefícios que resultem da prática de atividades no âmbito da área protegida, desde que compatíveis com os objetivos da mesma, nomeadamente atividades de recreio, lazer e turísticas.

5.9.2 - Quadro-resumo das medidas de gestão

Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão
Unidade Operativa de Gestão M1 - Medidas gerais M1 - Medidas gerais M3 - Medidas relacionadas com florestas e habitats lenhosos M3 - Medidas relacionadas com florestas e habitats lenhosos M6 - Medidas relacionadas com planeamento espacial M6 - Medidas relacionadas com planeamento espacial M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca
TER09.01 M1.1. M3.17. M6.3. M7.3. M7.11. M7.31.
TER09.02 M1.1. M3.17. M7.3. M7.11. M7.31.
Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão
--- --- ---
Unidade Operativa de Gestão M8 - Medidas relacionadas com áreas urbanas, indústria, energia, turismo e transportes M8 - Medidas relacionadas com áreas urbanas, indústria, energia, turismo e transportes
TER09.01 M8.25.
TER09.02

5.9.3 - Medidas de gestão

Unidade Operativa de Gestão Regime de proteção Medidas de gestão Descrição
TER09.01 Área de proteção parcial M1.1. Fiscalização da área protegida pelos Vigilantes da Natureza.
TER09.01 Área de proteção parcial M3.17. Gestão florestal adaptada à conservação da natureza com a manutenção do habitat prioritário charneca macaronésica endémica (4050).
TER09.01 Área de proteção parcial M6.3. Estudo da viabilidade de estabelecimento de área de continuum naturale de ligação à reserva natural da Terra Brava e Criação das Lagoas (TER03).
TER09.01 Área de proteção parcial M7.3. Monitorização da fauna de artrópodes.
TER09.01 Área de proteção parcial M7.11. Monitorização da flora endémica.
TER09.01 Área de proteção parcial M7.31. Campanhas de sensibilização ambiental do público, entidades e parceiros para os valores presentes na unidade operativa de gestão.
TER09.01 Área de proteção parcial M8.25. Manutenção do trilho PRC08TER Relheiras de São Brás.
TER09.02 Área de proteção complementar M1.1. Fiscalização da área protegida pelos Vigilantes da Natureza.
TER09.02 Área de proteção complementar M3.17. Gestão florestal adaptada à conservação da natureza com a manutenção do habitat prioritário charneca macaronésica endémica (4050).
TER09.02 Área de proteção complementar M7.3. Monitorização da fauna de artrópodes.
TER09.02 Área de proteção complementar M7.11. Monitorização da flora endémica.
TER09.02 Área de proteção complementar M7.31. Campanhas de sensibilização ambiental do público, entidades e parceiros para os valores presentes na unidade operativa de gestão.

5.10 - Proposta de intervenção para a Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies da Costa das Quatro Ribeiras (TER10)

Condicionantes Condicionantes
Plano Diretor Municipal da Praia da Vitória Área de Arribas e Falésias
Plano Diretor Municipal da Praia da Vitória Área pertencente à Lista Nacional de Sítios/Açores
Plano Diretor Municipal da Praia da Vitória Domínio Público Marítimo
Plano Diretor Municipal da Praia da Vitória Espaço Natural
Plano Diretor Municipal da Praia da Vitória Zona Costeira
Conservação da Natureza IBA PT066 Raminho - Pesqueiro Velho
Conservação da Natureza ZEC PTTER0018 Costa das Quatro Ribeiras
Plano de Ordenamento da Orla Costeira Área de Zona de Proteção de Arriba
Plano de Ordenamento da Orla Costeira Áreas de Especial Interesse Ambiental
Plano de Ordenamento da Orla Costeira Linha Costeira
Plano de Ordenamento da Orla Costeira Reserva Ecológica
Unidades Operativas de Gestão Unidades Operativas de Gestão
--- ---
TER10.01 - Zonas costeira e de falésia Área prioritária para a conservação (51,07 ha)
TER10.02 - Fajã da Alagoa Área de uso sustentável de recursos (6,22 ha)
Elementos de fruição da paisagem Elementos de fruição da paisagem
--- ---
Trilhos Trilhos
PR02TER Baías da Agualva Manutenção e beneficiação
Miradouros Miradouros
TER.M7 Miradouro da costa da Agualva Manutenção
TER.M8 Miradouro da Fajã da Alagoa 1 Manutenção
TER.M9 Miradouro da costa das Quatro Ribeiras Manutenção
TER.MP1 Miradouro da Fajã da Alagoa 2 Miradouro proposto

5.10.1 - Objetivos de gestão

OB1. Assegurar as condições de referência dos habitats necessárias à proteção de espécies significantes, grupos de espécies, comunidades bióticas ou características físicas do ambiente, sempre que estas necessitem de intervenção humana para a otimização da gestão.

OB2. Promover a investigação científica e a monitorização ambiental como atividades indispensáveis à gestão sustentável, com particular enfoque para as espécies prioritárias de aves: Calonectris borealis, Sterna dougalli e Sterna hirundo (anexo i da Diretiva Aves) e para a espécie prioritária de flora Azorina vidalli (anexos ii e iv da Diretiva Habitats).

OB3. Criar e delimitar áreas destinadas ao conhecimento e divulgação das características dos habitats a proteger, nomeadamente o habitat prioritário charnecas macaronésicas endémicas (4050) (anexo i da Diretiva Habitats).

OB4. Disciplinar os usos e atividades que possam constituir ameaça à sustentabilidade de habitats ou espécies.

OB5. Permitir que a população local usufrua de benefícios que resultem da prática de atividades no âmbito da área protegida, desde que compatíveis com os objetivos da mesma, nomeadamente atividades de recreio, lazer e turísticas.

5.10.2 - Quadro-resumo das medidas de gestão

Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão
Unidade Operativa de Gestão M1 - Medidas gerais M1 - Medidas gerais M6 - Medidas relacionadas com planeamento espacial M6 - Medidas relacionadas com planeamento espacial M6 - Medidas relacionadas com planeamento espacial M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca M8 - Medidas relacionadas com áreas urbanas, indústria, energia, turismo e transportes M8 - Medidas relacionadas com áreas urbanas, indústria, energia, turismo e transportes M8 - Medidas relacionadas com áreas urbanas, indústria, energia, turismo e transportes M8 - Medidas relacionadas com áreas urbanas, indústria, energia, turismo e transportes
TER10.01 M1.1. M6.3. M6.9. M7.3. M7.11. M7.16. M7.31. M7.32. M8.25. M8.43. M8.44.
TER10.02 M1.1. M6.5. M6.9. M7.3. M8.25.

5.10.3 - Medidas de gestão

Unidade Operativa de Gestão Regime de proteção Medidas de gestão Descrição
TER10.01 Área prioritária para a conservação M1.1. Fiscalização da área protegida pelos Vigilantes da Natureza.
TER10.01 Área prioritária para a conservação M6.3. Estudo da viabilidade de estabelecimento de área de continuum naturale de ligação à reserva natural do Biscoito da Ferraria e Pico Alto (TER02).
TER10.01 Área prioritária para a conservação M6.9. Monitorização do geossítio e elementos de interesse geológico.
TER10.01 Área prioritária para a conservação M7.3. Monitorização de aves nidificantes prioritárias Calonectris borealis, Sterna dougalli e Sterna hirundo.
TER10.01 Área prioritária para a conservação M7.11. Monitorização da flora endémica.
TER10.01 Área prioritária para a conservação M7.16. Controlo das principais invasoras. Prioridade na erradicação sempre que as invasoras afetem o habitat da espécie Azorina vidalli e da subespécie de costa de Juniperus brevifolia.
TER10.01 Área prioritária para a conservação M7.31. Campanhas de sensibilização ambiental do público, entidades e parceiros.
TER10.01 Área prioritária para a conservação M7.32. Recolha de sementes em banco de sementes (ex situ).
TER10.01 Área prioritária para a conservação M8.25. Manutenção de trilho PR02TER Baías da Agualva.
TER10.01 Área prioritária para a conservação M8.43. Criação de miradouro.
TER10.01 Área prioritária para a conservação M8.44. Colocação de placard de informação e sensibilização dos valores presentes.
TER10.02 Área de uso sustentável de recursos M1.1. Fiscalização da área protegida pelos Vigilantes da Natureza.
TER10.02 Área de uso sustentável de recursos M6.5. Estudo da viabilidade de estabelecimento de acordos de custódia de natureza com os proprietários com vista à realização de ações de controlo de espécies de flora invasora.
TER10.02 Área de uso sustentável de recursos M6.9. Monitorização do geossítio e elementos de interesse geológico.
TER10.02 Área de uso sustentável de recursos M7.3. Monitorização de aves prioritárias: Calonectris borealis, Sterna dougalli e Sterna hirundo.
TER10.02 Área de uso sustentável de recursos M8.25. Manutenção de trilho PR02TER Baías da Agualva.

5.11 - Proposta de intervenção para a Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies do Planalto Central e Costa Noroeste (TER11)

Condicionantes Condicionantes
Plano Diretor Municipal de Angra do Heroísmo Cabeceiras de Linhas de Água
Plano Diretor Municipal de Angra do Heroísmo Falésias
Plano Diretor Municipal de Angra do Heroísmo Nascentes
Plano Diretor Municipal de Angra do Heroísmo Reserva Florestal Natural
Plano Diretor Municipal de Angra do Heroísmo Reserva Geotérmica
Plano Diretor Municipal de Angra do Heroísmo Zonas Húmidas
Plano Diretor Municipal de Angra do Heroísmo Zona de Proteção Especial
Plano Diretor Municipal de Angra do Heroísmo Zonas de Risco de Erosão
Plano Diretor Municipal da Praia da Vitoria Área pertencente à Lista Nacional de Sítios/Açores
Plano Diretor Municipal da Praia da Vitoria Espaços Agrícolas
Plano Diretor Municipal da Praia da Vitoria Espaços Florestais
Conservação da Natureza Sítio Ramsar 1805 - Planalto Central da Terceira (Furnas do Enxofre e Algar do Carvão)
Conservação da Natureza ZEC PTTER0017 Serra de Santa Bárbara e Pico Alto
Plano de Ordenamento da Orla Costeira Áreas de Especial Interesse Ambiental
Plano de Ordenamento da Orla Costeira Área de Zona de Proteção de Arriba
Plano de Ordenamento da Orla Costeira Faróis
Plano de Ordenamento da Orla Costeira Linha Costeira
Plano de Ordenamento da Orla Costeira Reserva Ecológica
Unidades Operativas de Gestão Unidades Operativas de Gestão
--- ---
TER11.01 - terrenos públicos (gestão da DRA) Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica (391,59 ha)
TER11.02 A, B, C e D - Costa Noroeste, envolvente da Serra de Santa Bárbara e Mistérios Negros, Planarto Central e Malha Grande; Canada dos Pomares, Caminho Florestal 31 Áreas de proteção complementar (A-1270,39 ha, B-34,10 ha, C-31,22 ha e D-42,62 ha)
TER11.03 – Costa Noroeste Área prioritária para a conservação (105,45 ha)
TER11.04 A, B, C, D, E e F - Serreta, Raminho, Pico Matias Simão e Planalto Central Área de uso sustentável de recursos e área de intervenção específica (A-368,81 ha, B-208,88 ha, C-3,91 ha, D-947,22 ha, E-397,68 ha, F-128,29 ha)
Elementos de fruição da paisagem Elementos de fruição da paisagem
--- ---
Trilhos Trilhos
PRC03TER Serreta Manutenção e beneficiação
PRC06TER da Rocha do Chambre Manutenção e beneficiação
PRC01TER Mistérios Negros - troço Manutenção e beneficiação
Trilho Algar do Carvão - Furnas do Enxofre Trilho proposto
Miradouros Miradouros
TER.M10 Miradouro da Ponta da Serreta Manutenção
TER.M11 Miradouro do Raminho Manutenção
TER.M12 Miradouro do Pico Carneiro Manutenção
TER.M13 Miradouro do Pico Matias Simão Manutenção
TER.M14 Miradouro do Planalto Central Manutenção

5.11.1 - Objetivos de gestão

OB1. Assegurar as condições de referência dos habitats necessárias à proteção de espécies significantes, grupos de espécies, comunidades bióticas ou características físicas do ambiente, sempre que estas necessitem de intervenção humana para a otimização da gestão, promovendo o efeito tampão em torno de áreas mais sensíveis.

OB2. Promover a investigação científica e a monitorização ambiental como atividades indispensáveis à gestão sustentável, com particular enfoque para as espécies prioritárias de aves Calonectris borealis e Columba palumbus azorica (anexo i daDiretiva Aves), assim como para as espécies de flora protegida, de que são exemplo: Arceuthobium azoricum, Euphorbia stygiana, Frangula azorica, Rumex azoricus, Sanicula azorica e a espécie prioritária Lactuca watsoniana, (anexos ii e iv da Diretiva Habitats).

OB3. Criar e delimitar áreas destinadas ao conhecimento e divulgação das características dos habitats a proteger, nomeadamente os habitats prioritários charnecas macaronésicas endémicas (4050), turfeiras altas ativas (7110), turfeiras de cobertura (7130), turfeiras arborizadas (91DO) laurissilvas macaronésicas (9360) e florestas macaronésicas de Juniperus spp. (9560) (anexo i da Diretiva Habitats).

OB4. Disciplinar os usos e atividades que possam constituir ameaça à sustentabilidade de habitats ou espécies.

OB5. Permitir que a população local usufrua de benefícios que resultem da prática de atividades no âmbito da área protegida, desde que compatíveis com os objetivos da mesma, nomeadamente atividades de recreio, lazer e turística.

5.11.2 - Quadro-resumo das medidas de gestão

Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão
Unidade Operativa de Gestão M1 - Medidas gerais M1 - Medidas gerais M2 - Medidas relacionadas com a agricultura e habitats abertos M2 - Medidas relacionadas com a agricultura e habitats abertos M2 - Medidas relacionadas com a agricultura e habitats abertos M3 - Medidas relacionadas com florestas e habitats lenhosos M3 - Medidas relacionadas com florestas e habitats lenhosos M3 - Medidas relacionadas com florestas e habitats lenhosos M4 - Medidas relacionadas com zonas húmidas, águas correntes e habitats costeiros M4 - Medidas relacionadas com zonas húmidas, águas correntes e habitats costeiros M6 - Medidas relacionadas com planeamento espacial M6 - Medidas relacionadas com planeamento espacial M6 - Medidas relacionadas com planeamento espacial
TER11.01 M1.1. M2.9. M2.10. M3.14. M3.17. M4.9. M6.2. M6.9.
TER11.02 M1.1. M6.9.
TER11.03 M1.1. M6.9.
TER11.04 M1.1. M2.1. M3.15. M3.16. M3.17. M6.2. M6.9.
Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão
--- --- --- --- --- --- --- --- --- --- --- --- --- ---
Unidade Operativa de Gestão M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca M8 - Medidas relacionadas com áreas urbanas, indústria, energia, turismo e transportes M8 - Medidas relacionadas com áreas urbanas, indústria, energia, turismo e transportes M8 - Medidas relacionadas com áreas urbanas, indústria, energia, turismo e transportes
TER11.01 M7.2. M7.3. M7.11. M7.14. M7.16. M7.18. M7.24. M7.26. M7.31. M7.32. M8.35.
TER11.02 M7.3. M7.11. M7.16. M7.31. M7.32.
TER11.03 M7.3. M7.11. M7.16. M7.31. M7.32.
TER11.04 M7.3. M7.11. M7.16. M7.18. M7.31. M7.32. M8.25. M8.25. M8.35.

5.11.3 - Medidas de gestão

Unidade Operativa de Gestão Regime de proteção Medidas de gestão Descrição
TER11.01 Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica M1.1. Fiscalização da área protegida pelos Vigilantes da Natureza.
TER11.01 Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica M2.9. Vedação de terrenos públicos e/ou privados.
TER11.01 Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica M2.10. Construção de cancelas e outros dispositivos de limitação do gado.
TER11.01 Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica M3.14. Restauro/melhoria dos habitats florestais endémicos e nativos.
TER11.01 Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica M3.17. Gestão florestal adaptada à conservação da natureza com a manutenção dos habitats prioritários charnecas macaronésicas endémicas (4050), turfeiras arborizadas (91D0), laurissilvas macaronésicas (9360), florestas endémicas de Juniperus spp. (9560); turfeiras de cobertura (7130) e turfeiras altas ativas (7110).
TER11.01 Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica M4.9. Conservação de zonas húmidas.
TER11.01 Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica M6.2. Estabelecimento de corredor ecológico entre as Furnas do Enxofre e o Biscoito Rachado.
TER11.01 Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica M6.9. Monitorização do geossítio e elementos de interesse geológico.
TER11.01 Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica M7.2. Caracterização da fauna.
TER11.01 Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica M7.3. Monitorização das espécies Columba palumbus azorica e outras aves, Nyctalus azoreum e de artrópodes, com especial incidência no Trechus terrabravensis.
TER11.01 Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica M7.11. Monitorização de flora endémica.
TER11.01 Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica M7.14. Plantação e/ou sementeira de vegetação endémica.
TER11.01 Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica M7.16. Controlo de invasoras, prioridade na erradicação sempre que as invasoras compitam com habitats e espécies protegidos e que afetem os terrenos circundantes.
TER11.01 Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica M7.18. Monitorização e gestão de espécies de flora invasora, nomeadamente Rubus ulmifolius (silvado), Hedychium gardnerianum (roca), Ulex europaeus L. subsp. europaeus (pica-rato) e Pittosporum undulatum (incenso) e Hydrangea macrophylla (hortência).
TER11.01 Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica M7.24. Aumento da conectividade do habitat do artrópode endémico Trechus terrabravensis, através do corte cirúrgico dos eucaliptais, plantação de árvores e arbustos nativos, da dispersão de esporos de fetos nativos.
TER11.01 Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica M7.26. Fomento da sucessão natural através da erradicação de espécies invasoras e condicionamento de acesso ao público.
TER11.01 Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica M7.31. Campanhas de sensibilização ambiental do público, de entidades e parceiros.
TER11.01 Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica M7.32. Recolha de sementes em banco de sementes (conservação ex situ).
TER11.01 Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica M8.35. Criação de novo trilho (Algar do Carvão-Furnas do Enxofre).
TER11.02 A, B, C e D Áreas de proteção complementar M1.1. Fiscalização da área protegida pelos Vigilantes da Natureza.
M6.9. Monitorização dos geossítios e elementos de interesse geológico.
M7.3. Monitorização das espécies Calonectris borealis, Sterna dougalli, Sterna hirundo, Columba palumbus azorica e outras aves e do Nyctalus azoreum.
M7.11. Monitorização da flora endémica e protegida.
M7.16. Controlo de invasoras, prioridade na erradicação sempre que as invasoras compitam com habitats e espécies protegidos e que afetem os terrenos circundantes.
M7.31. Campanhas de sensibilização ambiental do público, de entidades e parceiros.
M7.32. Recolha de sementes em banco de sementes (conservação ex situ).
TER11.03 Área prioritária para a conservação M1.1. Fiscalização da área protegida pelos Vigilantes da Natureza.
M6.9. Monitorização dos geossítios e elementos de interesse geológico.
M7.3. Monitorização de aves nidificantes prioritárias Calonectris borealis, Sterna dougalli e Sterna hirundo.
M7.11. Monitorização da flora endémica.
M7.16 Controlo das principais invasoras. Prioridade na erradicação sempre que as invasoras afetem o habitat da espécie Erica azorica.
M7.31. Campanhas de sensibilização ambiental do público, entidades e parceiros.
M7.32. Recolha de sementes em banco de sementes (ex situ).
TER11.04A, B, C, D, E e F Áreas de uso sustentável de recursos e área de intervenção específica M1.1. Fiscalização da área protegida pelos Vigilantes da Natureza.
M2.1. Manutenção de pastagens e outros habitats abertos.
M3.15. Valorização de manchas florestais como corredores ecológicos.
M3.16. Valorização de bermas de caminhos como corredores ecológicos.
M3.17. Gestão florestal adaptada à conservação da natureza com a manutenção dos habitats prioritários.
M6.2. Estabelecimento do corredor ecológico Matela - Rocha do Chambre.
M6.9. Monitorização do geossítio e elementos de interesse geológico.
M7.3. Monitorização das espécies Calonectris borealis, Sterna dougallii e Sterna hirundo, Columba palumbus azorica e outras aves e de Nyctalus azoreum.
M7.11. Monitorização de flora endémica.
M7.16. Controlo de espécies de vegetação invasora por métodos mecânicos, químicos ou manuais.
M7.18. Monitorização e gestão de espécies de flora invasora, nomeadamente Rubus ulmifolius, Hedychium gardnerianum, Ulex europaeus L. subsp. europaeus e Pittosporum undulatum e Hydrangea macrophylla.
M7.31. Campanhas de sensibilização ambiental do público, de entidades e parceiros.
M7.32. Recolha de sementes em banco de sementes (conservação ex situ).
M8.25. Manutenção de troço do trilho PRC03TER Serreta e do trilho PRC06TER da Rocha do Chambre.
M8.35. Estudo para a criação de trilho na zona do Pico Vermelho, Fogo e Caldeirinhas.
M8.37. Limpeza de bermas de estradas e caminhos (corredor ecológico).
M8.64. Gestão de resíduos provenientes de atividades de remoção de espécies invasoras.
M9.5. Fomento da recuperação paisagística de zonas de extração de inertes.

5.12 - Proposta de intervenção para a Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies do Pico do Boi (TER12)

Condicionantes Condicionantes
Plano Diretor Municipal da Praia da Vitória Espaços Agrícolas
Plano Diretor Municipal da Praia da Vitória Espaços Florestais
Plano Diretor Municipal da Praia da Vitória Espaços Naturais
Conservação da Natureza ZEC PTTER0017 Serra de Santa Bárbara e Pico Alto
Unidades Operativas de Gestão Unidades Operativas de Gestão
--- ---
TER12.01 - Pico do Boi Área de proteção complementar (217,14 ha)

5.12.1 - Objetivos de gestão

OB1. Assegurar as condições de referência dos habitats necessárias à proteção de espécies significantes, grupos de espécies, comunidades bióticas ou características físicas do ambiente, sempre que estas necessitem de intervenção humana para a otimização da gestão, promovendo o efeito tampão em torno de áreas mais sensíveis.

OB2. Promover a investigação científica e a monitorização ambiental como atividades indispensáveis à gestão sustentável, com particular enfoque para a espécie prioritária de ave Columba palumbus azorica (anexo i da Diretiva Aves), para as espécies protegidas de flora Erica azorica, Frangula azorica e a espécie prioritária Lactuca watsoniana (anexos ii e iv da Diretiva Habitats) o Sphagnum spp. (anexo v da Diretiva Habitats) e para o mamífero Nyctalus azoreum (anexo iv Diretiva Habitats) e artrópodes endémicos.

OB3. Criar e delimitar áreas destinadas ao conhecimento e divulgação das características dos habitats a proteger, nomeadamente os habitats prioritários charnecas macaronésicas endémicas (4050), turfeiras altas ativas (7110), turfeiras arborizadas (91DO) laurissilvas macaronésicas (9360) e florestas macaronésicas de Juniperus spp. (9560) (anexo i da Diretiva Habitats).

OB4. Disciplinar os usos e atividades que possam constituir ameaça à sustentabilidade de habitats ou espécies.

OB5. Permitir que a população local usufrua de benefícios que resultem da prática de atividades no âmbito da área protegida, desde que compatíveis com os objetivos da mesma, nomeadamente atividades de recreio, lazer e turísticas.

5.12.2 - Quadro-resumo das medidas de gestão

Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão
Unidade Operativa de Gestão M1 - Medidas gerais M1 - Medidas gerais M3 - Medidas relacionadas com florestas e habitats lenhosos M3 - Medidas relacionadas com florestas e habitats lenhosos M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca M8 - Medidas relacionadas com áreas urbanas, indústria, energia, turismo e transportes M8 - Medidas relacionadas com áreas urbanas, indústria, energia, turismo e transportes
TER12.01 M1.1. M3.17. M7.16. M7.18. M7.31. M7.32. M8.64.

5.12.3 - Medidas de gestão

Unidade Operativa de Gestão Regime de proteção Medidas de gestão Descrição
TER12.01 Área de proteção complementar M1.1. Fiscalização da área protegida pelos Vigilantes da Natureza.
TER12.01 Área de proteção complementar M3.17. Gestão florestal adaptada à conservação da natureza com a manutenção dos habitats prioritários charnecas macaronésicas endémicas (4050), turfeiras altas ativas (7110), turfeiras arborizadas (91DO) laurissilvas macaronésicas (9360) e florestas macaronésicas de Juniperus spp. (9560).
TER12.01 Área de proteção complementar M7.16. Controlo de invasoras, prioridade na erradicação sempre que as invasoras compitam com habitats e espécies protegidos e que afetem os terrenos circundantes.
TER12.01 Área de proteção complementar M7.18. Monitorização e gestão de espécies invasoras.
TER12.01 Área de proteção complementar M7.31. Campanhas de sensibilização ambiental do público, de entidades e parceiros.
TER12.01 Área de proteção complementar M7.32. Recolha de sementes em banco de sementes (conservação ex situ).
TER12.01 Área de proteção complementar M8.64. Gestão de resíduos provenientes de remoção de espécies invasoras.

5.13 - Proposta de intervenção para o Área de Paisagem Protegida das Vinhas dos Biscoitos (TER13)

Condicionantes Condicionantes
Plano Diretor Municipal da Praia da Vitória Arribas e Falésias
Plano Diretor Municipal da Praia da Vitória Espaço Agrícola
Plano Diretor Municipal da Praia da Vitória Espaços Naturais
Plano Diretor Municipal da Praia da Vitória Espaços Urbanizáveis
Plano Diretor Municipal da Praia da Vitória Espaços Urbanos
Plano de Ordenamento da Orla Costeira Área de Especial Interesse Ambiental
Plano de Ordenamento da Orla Costeira Área de Zona de Proteção de Arriba
Plano de Ordenamento da Orla Costeira Linha costeira
Plano de Ordenamento da Orla Costeira Reserva Ecológica
Unidades Operativas de Gestão Unidades Operativas de Gestão
--- ---
TER13.01 - Vinhas dos Biscoitos Área de uso sustentável de recursos (165,36 ha)
Elementos de fruição da paisagem Elementos de fruição da paisagem
--- ---
Trilhos Trilhos
Trilho das vinhas dos Biscoitos Manutenção e beneficiação
Miradouros Miradouros
TER.M16 Miradouro da Santinha (Biscoitos) Beneficiação

5.13.1 - Objetivos de gestão

OB1. Preservar uma interação harmoniosa, natural e cultural, através da proteção da paisagem, usos tradicionais, práticas de edificação e manifestações sociais e culturais.

OB2. Apoiar o desenvolvimento de modos de vida e atividades económicas em harmonia com a natureza e com a preservação das tradições da comunidade local, nomeadamente o estabelecimento de circuitos turísticos de interpretação da paisagem e história desta área protegida.

OB3. Manter e preservar a diversidade paisagística, bem como as espécies de flora, fauna, habitats e os ecossistemas.

OB4. Regular usos e atividades, minimizando as ameaças à estabilidade da paisagem.

OB5. Incentivar as atividades turísticas e recreativas segundo tipologias e escalas apropriadas às características biofísicas e culturais da área.

OB6. Promover atividades científicas e educacionais que contribuam para o bem-estar da população e desenvolvam um suporte público de proteção ambiental, nomeadamente atividades de voluntariado de erradicação de espécies invasoras.

OB7. Contribuir para o desenvolvimento da comunidade local através dos benefícios gerados pela prestação de serviços e venda de produtos naturais.

5.13.2 - Quadro-resumo das medidas de gestão

Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão
Unidade Operativa de Gestão M1 - Medidas gerais M1 - Medidas gerais M2 - Medidas relacionadas com a agricultura e habitats abertos M2 - Medidas relacionadas com a agricultura e habitats abertos M6 - Medidas relacionadas com planeamento espacial M6 - Medidas relacionadas com planeamento espacial
TER013.01 M1.1. M2.21. M6.9.
Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão
--- --- --- --- --- --- ---
Unidade Operativa de Gestão M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca
TER13.01 M7.3. M7.10. M7.11 M7.17. M7.18.

5.13.3 - Medidas de gestão

Unidade Operativa de Gestão Regime de proteção Medidas de gestão Descrição
TER13.01 Área de uso sustentável de recursos M1.1. Fiscalização da área protegida pelos Vigilantes da Natureza.
TER13.01 Área de uso sustentável de recursos M2.21. Apoios financeiros à manutenção de paisagens tradicionais da cultura da vinha, em currais e em socalcos, e de pomares de espécies tradicionais, situadas em áreas de paisagem protegida e em fajãs costeiras, integradas nos Parques Naturais de Ilha e em Reservas da Biosfera.
TER13.01 Área de uso sustentável de recursos M6.9. Monitorização do geossítio e elementos de interesse geológico.
TER13.01 Área de uso sustentável de recursos M7.3. Monitorização das espécies Nyctalus azoreum e Columba palumbus azorica e outras aves.
TER13.01 Área de uso sustentável de recursos M7.10. Levantamento de espécies de flora endémica presentes na linha de costa.
TER13.01 Área de uso sustentável de recursos M7.11. Monitorização de flora endémica.
TER13.01 Área de uso sustentável de recursos M7.17. Controlo de espécies de vegetação invasora, Carpobrotus edulis e Arundo donax.
TER13.01 Área de uso sustentável de recursos M7.18. Monitorização e gestão da espécie de vegetação invasora, Carpobrotus edulis (chorão).
TER13.01 Área de uso sustentável de recursos M8.25. Manutenção do trilho das vinhas dos Biscoitos.
TER13.01 Área de uso sustentável de recursos M8.44. Colocação de placas de informação e sensibilização dos valores culturais presentes.
TER13.01 Área de uso sustentável de recursos M8.64. Gestão de resíduos provenientes de atividades de remoção de espécies invasoras.

5.14 - Proposta de intervenção para a Área Protegida de Gestão de Recursos da Caldeira de Guilherme Moniz (TER14)

Condicionantes Condicionantes
Plano Diretor Municipal de Angra do Heroísmo Espaços Naturais
Plano Diretor Municipal de Angra do Heroísmo Ocupação e Uso de Solo
Plano Diretor Municipal de Angra do Heroísmo Zona de Cabeceiras de Linhas de Água
Plano Diretor Municipal de Angra do Heroísmo Zona de Nascentes
Plano Diretor Municipal de Angra do Heroísmo Zona de Proteção Especial
Plano Diretor Municipal de Angra do Heroísmo Zonas Húmidas
Plano de Ordenamento da Orla Costeira Área de Especial Interesse Ambiental
Plano de Ordenamento da Orla Costeira Área de Zona de Proteção de Arriba
Plano de Ordenamento da Orla Costeira Linha Costeira
Plano de Ordenamento da Orla Costeira Reserva Ecológica
Unidades Operativas de Gestão Unidades Operativas de Gestão
--- ---
TER14.01 - Caldeira Guilherme Moniz Área de uso sustentável de recursos (1218,05 ha)
Elementos de fruição da paisagem Elementos de fruição da paisagem
--- ---
Trilhos Trilhos
PRC07 TER Passagem das Bestas Manutenção
Miradouros Miradouros
TER.M17 Miradouro da Caldeira de Guilherme Moniz Manutenção

5.14.1 - Objetivos de gestão

OB1. Proteger a manutenção da biodiversidade e outros valores naturais a longo prazo, nomeadamente com a conservação de habitats e ecossistemas, tendo em especial atenção os habitats prioritários charnecas macaronésicas endémicas (4050) e turfeiras altas ativas (7110) e as laurissilvas macaronésicas (9360), que asseguram a recarga dos principais aquíferos do complexo vulcânico de Guilherme Moniz e a conservação das espécies de fauna e flora tendo em especial atenção a espécie prioritária de aves Columba palumbus azorica (anexo i da Diretiva Aves) e as espécies de flora protegida Erica azorica, Frangula azorica e a espécie prioritária Lactuca watsoniana (anexos ii e iv da Diretiva Habitats).

OB2. Promover a gestão efetiva visando o uso sustentável dos recursos, nomeadamente, a água, o pastoreio, a exploração florestal e outras atividades com baixa incidência de impactes ambientais.

OB3. Contribuir para a sustentabilidade do desenvolvimento socioeconómico.

5.14.2 - Quadro-resumo das medidas de gestão

Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão
Unidade Operativa de Gestão M1 - Medidas gerais M1 - Medidas gerais M2 - Medidas relacionadas com a agricultura e habitats abertos M2 - Medidas relacionadas com a agricultura e habitats abertos M2 - Medidas relacionadas com a agricultura e habitats abertos M2 - Medidas relacionadas com a agricultura e habitats abertos M3 - Medidas relacionadas com florestas e habitats lenhosos M3 - Medidas relacionadas com florestas e habitats lenhosos M4 - Medidas relacionadas com zonas húmidas, águas correntes e habitats costeiros M4 - Medidas relacionadas com zonas húmidas, águas correntes e habitats costeiros M6 - Medidas relacionadas com planeamento espacial M6 - Medidas relacionadas com planeamento espacial
TER014.01 M1.1. M2.1. M2.2. M2.5. M3.17. M4.9. M6.9.
Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão Medidas de gestão
--- --- --- --- --- --- --- ---
Unidade Operativa de Gestão M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca M8 - Medidas relacionadas com áreas urbanas, indústria, energia, turismo e transportes M8 - Medidas relacionadas com áreas urbanas, indústria, energia, turismo e transportes
TER14.01 M7.3. M7.11 M7.18. M7.31. M8.25

5.14.3 - Medidas de gestão

Unidade Operativa de Gestão Regime de proteção Medidas de gestão Descrição
TER14.01 Área de uso sustentável de recursos M1.1. Fiscalização da área protegida pelos Vigilantes da Natureza.
TER14.01 Área de uso sustentável de recursos M2.1. Manutenção de pastagens e outros habitats abertos.
TER14.01 Área de uso sustentável de recursos M2.2. Modificação de práticas culturais.
TER14.01 Área de uso sustentável de recursos M2.5. Realização de ações de sensibilização para o maneio de fertilização em zonas de pastagem. Diminuição da sua utilização e controlo das quantidades usadas.
TER14.01 Área de uso sustentável de recursos M3.17. Promover a gestão florestal adaptada à conservação da natureza.
TER14.01 Área de uso sustentável de recursos M4.9. Conservação das zonas húmidas existentes: dos habitats prioritários, turfeiras altas ativas (7110). Conservação dos habitats protegidos lagos e charcos distróficos naturais (3160), turfeiras altas degradadas ainda suscetíveis de regeneração natural (7120) e charnecas macaronésicas endémicas (4050).
TER14.01 Área de uso sustentável de recursos M6.9. Monitorização do geossítio e elementos de interesse geológico.
TER14.01 Área de uso sustentável de recursos M7.3. Monitorização da espécie prioritária Columba palumbus azorica e outras aves.
TER14.01 Área de uso sustentável de recursos M7.11. Monitorização das espécies de flora protegidas, especialmente as pertencentes aos anexos ii e iv da Diretiva Habitats.
TER14.01 Área de uso sustentável de recursos M7.18. Monitorização e gestão de flora invasora.
TER14.01 Área de uso sustentável de recursos M7.31. Campanhas de sensibilização ambiental do público, de entidades e parceiros.
TER14.01 Área de uso sustentável de recursos M8.25. Manutenção do trilho PRC07 TER Passagem das Bestas.

5.15 - Gestão e monitorização de cavidades vulcânicas protegidas

Condicionantes legais
Regional n.º 10/2019/A, de 22 de maio

5.15.1 - Objetivos de gestão

No quadro do Regime de proteção e classificação das cavidades vulcânicas dos Açores, aprovado pelo Decreto Legislativo Regional n.º 10/2019/A, de 22 de maio, identificam-se os seguintes objetivos:

OB1. Conhecer e proteger o estado natural das estruturas geológicas e vulcano-espeleológicas, bem como dos respetivos habitats e espécies.

OB2. Salvaguardar as especificidades naturais e culturais das cavidades vulcânicas, incluindo a integridade física e condições de estabilidade dessas estruturas.

OB3. Promover a investigação científica e a manutenção de serviços dos ecossistemas associados às cavidades vulcânicas.

OB4. Promover a compatibilidade entre a conservação da geodiversidade e dos ecossistemas e as atividades industriais, agrícolas, florestais, de turismo, de recreio e de lazer.

OB5. Promover ações de sensibilização e educação ambiental orientadas para o uso sustentável dos recursos naturais presentes nas cavidades vulcânicas.

5.15.2 - Medidas de gestão

M1.2 - Gestão e monitorização das cavidades vulcânicas

Proceder à classificação das cavidades vulcânicas inventariadas para a ilha Terceira, em função do respetivo grau de conhecimento e importância em termos geológicos, biológicos, estéticos e de integridade, numa das seguintes categorias:

Classe A - cavidade com elevado interesse de conservação, caracterizada pela presença de elementos patrimoniais geológicos e biológicos únicos, nomeadamente a ocorrência de espécies endémicas ou troglóbias ou de formações geológicas muito raras, bem como pela grande dimensão ou elevada integridade, não apresentando sinais de destruição ou de interferência antrópica;

Classe B - cavidade com interesse de conservação, caracterizada pela presença de elementos patrimoniais geológicos e biológicos importantes, nomeadamente a ocorrência de ecossistemas cavernícolas íntegros ou de formações geológicas raras, bem como pela dimensão média ou relativa integridade, apresentando poucos sinais de interferência humana;

Classe C - cavidade com valor natural reduzido, caracterizada essencialmente pela pequena dimensão e pela ausência de elementos patrimoniais geológicos e biológicos importantes ou existência de sinais de deterioração do ecossistema;

Classe D - cavidade com valor natural não conhecido, em resultado da ausência de informação sobre os elementos patrimoniais aí presentes.

A Resolução do Conselho do Governo Regional n.º 163/2024, de 4 de novembro, classifica as cavidades vulcânicas em função do respetivo grau de conhecimento e importância em termos geológicos, biológicos, estéticos e de integridade, nas categorias de classe A, classe B, classe C e classe D.

Integrar no Parque Natural da Terceira, com a categoria de cavidade vulcânica protegida, as cavidades vulcânicas classificadas em classe A.

Elaborar um plano de ação que estabeleça as medidas e ações adequadas à concretização dos regimes de salvaguarda dos recursos e valores naturais presentes e à implementação dos usos compatíveis com a fruição sustentável, para as cavidades vulcânicas protegidas e aquelas que estejam abertas à visitação regular.

Implementar as orientações de gestão do Decreto Legislativo Regional n.º 10/2019/A, de 22 de maio.

6 - Programa de Monitorização

6.1 - Níveis de monitorização

A monitorização dos Planos de Gestão dos Parques Naturais de Ilha compreende três níveis:

  • Monitorização dos habitats e espécies, que se encontram definidas como medidas de gestão e que devem ser sujeitas a protocolos de monitorização coordenados por todas as entidades com intervenção na conservação e gestão dos elementos de valor natural e cultural, sejam elas públicas ou privadas.
  • Monitorização das medidas de gestão preconizadas pelo Plano de Gestão. Esta monitorização é efetuada por meio das indicações para avaliação associadas a cada medida de conservação.
  • Monitorização do grau de concretização do Plano de Gestão de Parque Natural de Ilha propriamente dito, que compreende a monitorização dos indicadores de avaliação do grau de concretização dos objetivos definidos no Plano de Gestão, e a monitorização do modelo de intervenção definido no Plano de Gestão do Parque Natural de Ilha.

A monitorização dos habitats e espécies compreende um trabalho de articulação entre as diversas entidades para a definição de protocolos que não cabe no âmbito deste Plano. A monitorização de cada medida de conservação pode ser efetuada por meio das indicações para a avaliação de cada medida.

O resultado das ações de monitorização do grau de concretização do Plano de Gestão deve ser objeto de um relatório trienal coincidente com as ações de avaliação das medidas de gestão, e que evidencie o nível e as vicissitudes de execução das medidas de gestão. O relatório referido constitui um elemento privilegiado de informação de suporte à revisão do Plano de Gestão de Parque Natural.

Tendo em conta os macro objetivos, domínios e subdomínios definidos para a Região Autónoma dos Açores, o modelo de gestão territorial definido para os Planos de Gestão dos Parques Naturais de Ilha é o seguinte.

6.2 - Indicadores

Indicadores Unidade de medida
Área da Rede de Áreas Protegidas ocupada por habitats naturais protegidos- Extensão de território da Rede de Áreas Protegidas ocupada por habitats naturais protegidos pela Diretiva Habitats. ha
Área da Rede de Áreas Protegidas abrangida por intervenções de gestão ativa- Extensão de território da Rede de Áreas Protegidas abrangido por ações de conservação da natureza que visam a manutenção ou recuperação de espécies e habitats protegidos e o controlo de espécies exóticas invasoras de flora e fauna. ha
Habitats e espécies com estatuto de conservação desfavorável abrangidos por medidas de gestão- Número de habitats e espécies de flora e fauna com estatuto de conservação desfavorável abrangidos por medidas de gestão efetuadas para melhorar o seu estatuto. n.º
Estruturas e sistemas de apoio à fruição, identificação e interpretação das Áreas Protegidas e da paisagem- Número de estruturas físicas e sistemas tecnológicos de apoio à fruição, identificação e interpretação das Áreas Protegidas e da paisagem. n.º
Ações e participantes em atividades de sensibilização ambiental- Número de ações e de participantes em atividades de sensibilização ambiental promovidas para aumentar o conhecimento sobre as Áreas Protegidas e a valorização do património natural. n.º
Trilhos em Áreas Protegidas alvo de ações de manutenção e beneficiação- Extensão de trilhos em Áreas Protegidas alvo de ações de manutenção e beneficiação. km
Área de cultura tradicional em produção- Extensão de território em Área Protegida com cultura de vinha em produção. ha

7 - Bibliografia

AGOSTINHO, José - «Clima e vegetação». Angra do Heroísmo: Açoreana - Boletim da Sociedade Afonso Chaves, 1947.

AGUIAR Carlos; FERNANDÉZ PRIETO, José; DIAS, Eduardo - «Plantas vasculares endémicas do arquipélago dos Açores» in DIAS, Eduardo; FERNANDÉZ PRIETO, José; AGUIAR Carlos (eds.) - «Guia da Excursão Geobotânica: A paisagem vegetal da Ilha Terceira (Açores).» Angra do Heroísmo: Universidade dos Açores, 2006. Pp. 71-78.

ÁVILA, Sérgio et al - «À Ban Baxe Muro». (s/l). Publiçor Editores, 2011.

AZEVEDO, Eduardo Brito de - «Uma abordagem ao estudo do clima das regiões insulares». «Atlântida: revista de cultura». Angra do Heroísmo: Instituto Açoriano de Cultura. Vol. XLV (2000). Pp. 331-338.

BORGES, António Luís da Paixão Melo - «O papel do planeamento estratégico no desenvolvimento de uma região insular e ultraperiférica». Lisboa: Universidade Técnica de Lisboa, 1999. Tese de mestrado.

BORGES, Paulo A. V. - «Plant and Arthropod species composition of sown and semi-natural pasture communities of three Azorean Islands (Santa Maria, Terceira and Pico)». «Arquipélago: Life and Marine Sciences». 17A: 1-21 (1999).

BORGES, Paulo A. V.; CUNHA, Regina; GABRIEL, Rosalina; MARTINS, António Frias; SILVA, Luís; VIERA, Vergílio - «Biodiversidade Terrestre dos Açores». «Atlântida». Vol. 50 (2005) pp. 281-290.

BORGES, Paulo A. V. - «Diversidade dos Açores em números» in CARDOSO, Pedro et al - «Açores: um retrato natural». Ponta Delgada: Veraçor, 2009. p. 30.

BORGES, Paulo A. V. - «Prados e pastagens» in CARDOSO, Pedro et al «Açores: um retrato natural». Ponta Delgada: Veraçor, 2009. Pp. 171-172.

BORGES, Paulo A. V.; BRIED, Joël; COSTA, Ana; CUNHA, Regina; GABRIEL, Rosalina; GONÇALVES, Vítor; MARTINS, António Frias; MELO, Ireneia; PARENTE, Manuela; RAPOSEIRO, Pedro; RODRIGUES, Pedro; SANTOS, Ricardo Serrão, SILVA, Luís, VIEIRA, Paulo; VIERA, Virgílio, MENDONÇA, Enésima; BOIEIRO, Mário - «Descrição da biodiversidade terrestre e marinha dos Açores» in «Listagem dos organismos terrestres e marinhos dos Açores (A list of the terrestrial and marine biota from the Azores)». Cascais: Princípia, 2010.

BORGES, Paulo A. V. et al - «Ranking protectes areas in the Azores using standardized sampling of soil epigean arthropods». «Biodiversity and Conservation» 14 (2005) pp. 2029-2060.

BRANDÃO, Raul - «As ilhas desconhecidas: notas e paisagens», Lisboa: Frenesi, 2001. (conforme a 1.ª edição de 1926).

BRITO, Raquel Soeiro de (direção) - «Portugal: perfil geográfico». Lisboa: Editorial Estampa, 1994.

CALDEIRA CABRAL, Francisco - «Fundamentos da arquitetura paisagista». Lisboa: Instituto de Conservação da Natureza, 1993.

CANCELA D’ABREU, Alexandre; MOREIRA, José Marques; OLIVEIRA, Rosário (coord. do estudo) - «Livro das paisagens dos Açores: Contributos para a identificação e caracterização das paisagens dos Açores». Ponta Delgada: Secretaria Regional do Ambiente e do Mar /Direção Regional do Ordenamento do Território e Recursos Hídricos, [2005].

CANCELA D’ABREU, Alexandre; MOREIRA, José Marques; OLIVEIRA, Rosário (coord. do estudo) - «Caracterização e identificação das paisagens dos Açores: relatório final do estudo». [s/l]: Secretaria Regional do Ambiente/Região Autónoma dos Açores/Universidade de Évora, 2001. (CD1).

CAPELO, J.; AGUIAR, C.; SEQUEIRA, M.; DIAS, E. JARDIM, R.; PRIETO; J. M. F. - «Aspetos da diferenciação fitocenótica e biogeográfica da vegetação autóctone dos arquipélagos atlânticos dos Açores, Madeira e Canárias» in DIAS, E. (ed.) - «VI encontro ALFA de fitossociologia: biodiversidade, vegetação e instrumentos de conservação». Angra do Heroísmo: Universidade dos Açores, 2006. (livro de resumos, 27 a 30 de setembro de 2006).

COBA - «Proposta de plano de ordenamento do Parque Natural da Serra de São Mamede: relatório de caracterização e diagnóstico». Lisboa: Instituto da Conservação da Natureza, Ministério das Cidades, Ordenamento do Território e Ambiente, 2003. Março de 2003, versão para discussão pública.

COSTA, João André; MELO, João (coord.) et al - «Plano de Gestão do Parque Natural do Faial». Horta: Direção Regional do Ambiente e Alterações Climáticas, 2016 (documento policopiado).

CRUZ, A.; BENEDICTO, J.; GIL, A. - «Socio-economic benefits of Natura 2000 in Azores islands: a case study aproach on ecosystem services provided by a Special Protected Area». «Journal of Coastal Research» Special Issue 64 (2011) pp. 1955-1959.

DIAS, Eduardo - «Vegetação natural dos Açores: ecologia e sintaxonomia das florestas naturais». Angra do Heroísmo: Universidade dos Açores, 1996. Tese de doutoramento.

DIAS, Eduardo (coord.) et al - «Plano de Gestão da Rede Natura 2000 Açores (áreas terrestres)». Angra do Heroísmo: Grupo de Ecologia Vegetal e Ambiente, Departamento de Ciências Agrárias, Universidade dos Açores, 2004.

DIAS, Eduardo, MENDES, Cândida, MELO, Cecília, PEREIRA, Dinis, ELIAS, Rui - «Azores Central Islands Vegetation and Flora: Field Guide». «Quercetea» 7:123-173, 2005. ALFA, Lisboa, Portugal.

DIAS, Eduardo, ELIAS, Rui Bento, MELO, Cecília, MENDES, Cândida - «Biologia e ecologia das florestas das ilhas: Açores» in SILVA, Joaquim Sande (coord.) - «Açores e Madeira: a floresta das ilhas» Lisboa: Edição Público, Comunicação social SA e Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, 2007 (b). Coleção Árvores e Florestas de Portugal vol. 6. pp. 51-80.

DIAS, Eduardo; ARAÚJO, Carina; MENDES, José Fernando; ELIAS, Rui Bento, MENDES, Cândida; MELO, Cecília, - «Espécies florestais das ilhas: Açores» in SILVA, Joaquim Sande (coord.) - «Açores e Madeira: a floresta das ilhas» Lisboa: Edição Público, Comunicação social SA e Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, 2007 (c). Coleção Árvores e Florestas de Portugal vol. 6, pp. 199-254.

DIAS, Eduardo; PEREIRA, Dinis; MEDEIROS, Vasco; MENDES, José; ELIAS, Rui Bento - «Distribuição das principais manchas de vegetação natural: Açores» in SILVA, Joaquim Sande (coord.) - «Açores e Madeira: a floresta das ilhas» Lisboa: Edição Público, Comunicação social SA e Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, 2007 (d). Coleção Árvores e Florestas de Portugal vol. 6, pp. 299-322.

DIAS, Eduardo; MENDES, Cândida - «Sphagnum recurvum P. Beauv. on Terceira, Azores, new to Macaronesia-Europe». «Journal of Bryology». 31 (2009) pp. 199-201.

DRA/DOT - «Carta de Ocupação do Solo da Região Autónoma dos Açores (COS.A/2018)» Ponta Delgada: Direção Regional do Ambiente e Alterações Climáticas - Divisão de Ordenamento do Território, 2018.

DROTRH/SRAM e INAG/MAOT - «Plano Regional da Água: Relatório Técnico». Ponta Delgada: Direção Regional do Ordenamento do Território e Recursos Hídricos (DROTRH)/Secretaria Regional do Ambiente e do Mar (SRAM), 2001. Versão para consulta pública.

ELIAS, Rui Bento - «Ecologia das florestas de Juniperus dos Açores». Angra do Heroísmo: Universidade dos Açores, 2006. Tese de doutoramento.

ELIAS, Rui Bento; DIAS, Eduardo - «Ecologia das florestas de Juniperus nos Açores». Angra do Heroísmo: Herbário da Universidade dos Açores (AZU), 2008. Caderno de Botânica n.º 5.

ELIAS, Rui Bento; DIAS, Eduardo - «the role of habitat features in a primary succession». «Arquipélago: Life and marine sciences». 24 (2007) pp. 1-10.

EQUIPA TÉCNICA DO PARQUE NATURAL DA TERCEIRA - «Parque Natural da Terceira: Guia». s/ local: Governo Regional dos Açores, Secretaria Regional do Ambiente e do Mar, Parque Natural da Terceira, 2012.

EUROPA, Conselho. «Convenção Europeia da Paisagem e relatório explicativo». Florença: 20.X.2000.

EUROPA, Conselho. «Recomendação do Comité de Ministros com directrizes para a implementação da Convenção Europeia da Paisagem». Estrasburgo: 06.II.2008. [CM/Rec. (2008)3].

EUROPA, Conselho. «Standart Data Form for Natura 2000». FDN’s das ZEC e ZPE do Pico. Bruxelas: 2015.

EUROPEAN COMISSION - «LIFE focus: Alien species and nature conservation in EU. The role of the LIFE program.» Louxembourg: Office for official publications of the European Communities, 2004.

EUROPEAN COMISSION - «From land cover to landscape diversity in the European Union». Brussels: European Commission, 2000.

FERNANDES, A; FERNANDES, R. B. - «Iconographia selecta florae azoricae». Coimbra: Sociedade Broteriana, 1987. Vol II, fasc. i e ii.

FONSECA, Catarina; CALADO, Helena; PEREIRA DA SILVA, Carlos; GIL, Artur - «New approaches to environment conservation and sustainability in small islands: the project SMARTPARKS». «Journal of Coastal Research» Special Issue 64 (2011) pp. 1970-1974.

FORJAZ, Victor Hugo; TAVARES, Jorge Miguel; AZEVEDO, Eduardo Brito de; RODRIGUES, Maria da Conceição; GONÇALVES, João Filipe; NUNES, João Carlos; SANTOS, Ricardo Serrão; BARREIROS, João Pedro; GALLAGHER, Les; CARDIGOS, Frederico; SILVA, Paulo Henrique; BARCELOS, Paulo J. M.; FRANÇA, Zilda; DENTINHO, Tomaz; SILVA, Vasco; SERPA, Vanda; COSTA, Manuel; MAGALHÃES, Luísa - «Atlas básico dos Açores». Ponta Delgada: Observatório Vulcanológico dos Açores, 2004.

FORMAN, Richard; GODRON, Michel - «Landscape ecology». New York: Jonh Wiley & Sons, 1986.

FORMAN, Richard - «Land mosaics: the ecology of landscapes and regions». New York: Cambridge University Press,1995.

FRANÇA, Zilda; CRUZ, José Virgílio; NUNES, João Carlos; FORJAZ, Victor Hugo - «Geologia dos Açores: uma perspetiva atual». «Açoreana: revista de estudos açoreanos». Ponta Delgada: Sociedade Afonso Chaves. Vol. X. Fasc. I. (dezembro 2003).

FRUTUOSO, Gaspar - «Saudades da Terra» (158). Livros III, IV e VI (edição de Instituto Cultural, Ponta Delgada, 1971, 1977-1981,1963, respetivamente).

Fundação Gaspar Frutuoso/CEDRU - Manual de Indicadores para a Monitorização do ordenamento do território na Região Autónoma dos Açores. Relatório Final - Fase 5 - Volumes 1, 2 e 3, outubro de 2011.

GABRIEL, Rosalina - «Turfeiras» in CARDOSO, Pedro et al - «Açores: um retrato natural». Ponta Delgada: Veraçor, 2009. pp. 105-107.

GASPAR, C. - «Selection of priority areas for arthropod conservation in the Azores archipelago». «Journal of Insect Conservation». 15 (2011). Pp. 671-684.

GIL, Artur - «Plano de gestão da ZPE Pico da Vara/Ribeira do Guilherme». Lisboa: Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA), 2005.

GIL, Artur - «Proposta Metodológica para a elaboração de planos de gestão de sítios da Rede Natura 2000». Ponta Delgada: Departamento de Biologia, Universidade dos Açores, 2006. Tese de mestrado.

A consulta deste documento não substitui a leitura do Diário da República correspondente. Não nos responsabilizamos por eventuais incorreções resultantes da transcrição do original para este formato.

Este texto é publicado ao abrigo das condições de reutilização do próprio DRE, não ao abrigo de uma licença Legalize nem de domínio público. DRE
Acesso universal e gratuito ao Diário da República, nos termos do artigo 3.º do Decreto-Lei n.º 83/2016, de 16 de dezembro, que abrange a impressão, o arquivo, a pesquisa e o livre acesso ao conteúdo dos atos publicados, em formatos eletrónicos de acesso aberto; e do regime de dados abertos da Lei n.º 68/2021, de 26 de agosto. A edição eletrónica é a que faz fé (eli:legal_value = official).